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| 15 de setembro, Dia do Cliente: uma homenagem do Sistema CNDL / CDL Surubim. |
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
CNDL e SPC Brasil projetam o Dia dos Pais
Varejo espera vendas tímidas e consumidor cauteloso. Segundo lojistas,
juro alto encarece o crédito e inflação corrói o poder de compra do brasileiro
Os comerciantes brasileiros estão pouco otimistas quanto ao resultado das vendas do Dia dos Pais, comemorado no dia 11 de agosto, e aguardam um crescimento tímido de 1% sobre as vendas do ano passado. Nos anos anteriores, as expansões foram de 3,78% (2013), 4,75% (2012); 6,86% (2011) e 10% (2010), de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). O resultado leva em conta as vendas parceladas realizadas na semana que antecede o Dia dos Pais, entre 3 e 10 de agosto.
Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a retração das vendas a prazo está sendo sentida pelos varejistas brasileiros, que no primeiro semestre de 2014, amargaram desacelerações em todas as datas comemorativas.
"Este ano a expectativa é de um crescimento de 1%. Apesar do incremento, estamos projetando um quarto do desempenho que tivemos no ano passado. Fatores como a alta dos juros, que encarece o crédito, e a inflação elevada, que corrói o salário do consumidor, são determinantes para deixar o brasileiro mais cauteloso", explica Roque Pellizzaro Junior.
Comemorado no segundo domingo do mês de agosto, o Dia dos Pais tradicionalmente movimenta os setores de vestuário, calçados, eletrônicos, bebidas e perfumaria.
Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942
guilherme.dealmeida@inpressoficina.com.br
Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181
vinicius.bruno@inpressoficina.com.br
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Copa do Mundo e cenário econômico prejudicam vendas no varejo, mostra SPC Brasil
Aumento do turismo não foi suficiente para expandir as vendas no comércio, que caíram pelo quarto mês seguido. No acumulado do semestre, baixa nas vendas chega a -1,45%
O indicador de vendas a prazo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) repetiu o comportamento de baixa verificado nos últimos quatro meses e recuou 2,06% no mês de junho, em relação ao mesmo período de 2013.
Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior, a coincidência do Dia dos Namorados – a terceira melhor data em faturamento para os comerciantes - com o dia de abertura da Copa do Mundo e os feriados decretados em função do torneio afastaram os consumidores dos estabelecimentos de compras, prejudicando o desempenho das vendas.

“Parcela considerável de trabalhadores foi dispensada pelas empresas no meio da tarde e algumas partidas foram realizadas no sábado, que é considerado um dos dias que mais movimentam o varejo. Além disso, o gasto do consumidor com bens de ticket médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista”, comenta Pellizzaro Junior.
De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado também contribuíram para o resultado. “Os dados reforçam a tendência de perda de fôlego da atividade econômica. Há queda generalizada entre os principais indicadores de confiança da economia, influenciada pelo aumento dos juros, pela inflação resistente e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirma Marcela.
Perdas no semestre
O fraco resultado das vendas a prazo também se repetiu no consolidado do ano. No acumulado do semestre, frente à igual período de 2013, as vendas parceladas acumulam queda de 1,45%. Já na comparação mensal, em geral mais volátil, as vendas caíram 3,71% sobre o mês de maio.
Metodologia
O Indicador de vendas a prazo do Serviço de Proteção ao Crédito tem abrangência nacional e é construído a partir do volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados do SPC Brasil.
Baixe o material completo e a série histórica em
Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida Ferreira
(61) 3213 2030 | (61) 8350 3942
Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181
Fonte: SPC Brasil
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Roque Pelizzaro Junior,
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SPC BRASIL,
Varejo
terça-feira, 24 de junho de 2014
Vendas do Dia dos Namorados despencam 8,63% em 2014
Segundo os varejistas, abertura da Copa no dia 12 e atual cenário de fraca atividade econômica contribuíram para o pior resultado dos últimos cinco anos
O movimento de vendas no comércio na semana que antecede o Dia dos Namorados, entre os dias 5 e 11 de junho, caiu 8,63% em relação ao mesmo período do ano passado e o setor amargou o pior resultado para a data nos últimos cinco anos. O dado é extraído do banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e divulgado pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
De acordo com as lideranças lojistas, embora os comerciantes brasileiros aguardassem um desempenho fraco, a forte queda surpreendeu até os mais pessimistas. "O comércio já tinha sofrido com resultados historicamente ruins neste ano com as vendas da Páscoa e do Dia das Mães, mas uma queda tão expressiva, de 8,63%, era algo que não estava nas nossas expectativas", disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.
Dia dos Namorados
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Ano
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Vendas
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2014
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-8,63%
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2013
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7,70%
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2012
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9,08%
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2011
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10,80%
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2010
|
7,23%
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Segundo presidente da CNDL, não há dúvidas de que o atual cenário de aperto monetário e de inflação elevada tem prejudicado as vendas a prazo. "Além de todo esse contexto econômico, a abertura da Copa do Mundo no dia 12 concorreu com o Dia dos Namorados e, de certa forma, contribuiu com esta queda. É natural que haja um redirecionamento de gastos, ou seja, parte do que ia ser investido no presente e nos encontros românticos foi gasto com comemorações em grupo para a Copa", disse Pellizzaro Junior.
O Dia dos Namorados é a terceira data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. Os produtos mais procurados nas lojas durante este período são itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, jóias e bijuterias.
Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942
Vinícius Bruno
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vinicius.bruno@inpressoficina.segunda-feira, 26 de maio de 2014
Saiba como baratear seu financiamento com a portabilidade do crédito
Portal 'Meu Bolso Feliz' dá dicas de como melhorar as condições do seu atual financiamento usando a nova regulamentação do Banco Central
Você tem uma dívida e está achando os juros muito altos? Segundo especialistas doPortal Meu Bolso Feliz -- iniciativa de Educação Financeira do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) -- a solução pode estar na nova regulamentação criada pelo Banco Central, a Portabilidade do Crédito. De acordo com as novas regras, que entraram em vigor neste mês, se você estiver nessa situação e encontrar um banco que aceite financiá-lo em condições melhores que as do seu banco atual, você pode "mudar" sua dívida de um banco para o outro, melhorar as condições de seus empréstimos, reduzir seus custos e, até, quitá-los.
Mas fique atento a um detalhe: para que a mudança aconteça, você precisa encontrar um banco que aceite "comprar" sua dívida. O banco de destino (aquele para o qual se deseja fazer a portabilidade) estará adquirindo a sua pendência financeira. Entendido isso, podemos imaginar que o novo banco não vai querer comprar, por exemplo, um débito que esteja em atraso. "A portabilidade foi criada para que as pessoas possam procurar melhores condições de custo durante a vigência de um empréstimo e não para resolver seus problemas de caixa", explica José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz.
Para entender melhor
Você tem uma dívida de R$ 10.000 no banco de origem, na modalidade "crédito pessoal não consignado", com taxa de juros de 7% ao mês e prazo de 24 meses. Nessa situação, você está pagando uma parcela de aproximadamente R$ 872. Se o banco de destino lhe oferecer uma proposta de receber o empréstimo, cobrando 5% de taxa de juros, a parcela cairá 16,9%, para R$ 725.
Para que a portabilidade aconteça, pelas novas regras, o banco de destino deverá enviar ao banco de origem um formulário com sua proposta. O banco de origem poderá fazer uma contraproposta e, se esta não for aceita pelo consumidor, a portabilidade ocorrerá sem custos ao devedor. Assim, o banco de destino pagará a dívida ao banco de origem por meio eletrônico e você passará a dever apenas para este banco de destino.
Ficou interessado? Então, atente às regras:
1 - Todas as operações de crédito são passíveis de serem transferidas para outra instituição financeira, desde o consignado (INSS, público e privado), crédito direto ao consumidor (CDC), crédito pessoal, financiamento de veículos e até o crédito imobiliário.
2 - Ao procurar outro banco para transferir sua dívida, o cliente deve estar ciente de que este não é obrigado a aceitar a troca, uma vez que o seu perfil como novo cliente pode não interessar.
3 - A regulamentação exige que a portabilidade seja feita por meio eletrônico em todos os casos.
4 - O banco pode não querer receber um cliente que venha apenas com um empréstimo, pedindo em contrapartida outras operações ou a aquisição de produtos. Não são permitidas as chamadas "operações casadas". No entanto, o banco de interesse não é obrigado a aceitar a portabilidade. "Por esse motivo, vale sempre avaliar o relacionamento que existe entre você e o seu banco atual, e as eventuais vantagens que podem ser perdidas com a realização de uma portabilidade. Não adianta ganhar de um lado e perder de outro", aconselha Vignoli.
5 - Nada além da taxa de juros e da eventual taxa de administração pode ser mudado. A intenção é que o valor de sua prestação caia por causa da taxa de juros menor. Um prazo mais longo poderia "maquiar" o valor de sua prestação. Então, não confunda portabilidade com uma nova operação.
6 - Quando solicitados, os bancos são obrigados a fornecer, em até um dia útil, as seguintes informações a respeito da sua operação de crédito:
• Número do contrato;
• Saldo devedor atualizado;
• Demonstrativo da evolução do saldo devedor;
• Modalidade;
• Taxa de juros anual, nominal e efetiva;
• Prazo total e remanescente;
• Sistema de pagamento;
• Valor de cada prestação, especificando o valor do principal e dos encargos; e
• Data do último vencimento da operação.
7 - Os funcionários das agências bancárias têm que estar preparados para dar todos os esclarecimentos de forma clara para a clientela. Porém, em caso de dificuldades, o Banco Central pode ser procurado. Também é válido visitar o site do órgão.
Dicas práticas para fazer a portabilidade
1 - Antes de qualquer ação, peça ao banco que fez o empréstimo todas as informações necessárias. Conhecendo suas intenções, uma boa negociação pode ter início.
2 - Procure mais de um banco para estudar e comparar as condições oferecidas para a troca. Para começar, pesquise as taxas de juros no site do banco central e depois procure os bancos mais interessantes para ver se as taxas informadas se aplicam ao seu perfil.
3 - Estude bem em que ponto está sua operação de crédito. Se ela estiver próxima do fim, é possível que a mudança não compense.
4 - Lembre-se de que ao fazer a portabilidade, você estará abrindo uma nova conta. Dificilmente será econômico manter duas ou mais contas correntes que hoje geram custos mensais de manutenção. Neste caso, negocie com o banco que aceitou a portabilidade outras vantagens para passar a operar com ele e encerre a conta com o banco antigo.
Crédito imobiliário
Todas as suas operações de crédito em andamento podem ser revistas, mas uma em especial merece mais atenção: a do crédito imobiliário. Essa modalidade geralmente envolve valores mais elevados e prazos mais longos. Além disso, a operação pode não ter sido feita por meio de seu banco, mas sim pelo banco que financiou a obra para a construtora. Nessa situação, em que não estão envolvidos outros vínculos com o agente financeiro (banco) a ser substituído, fica mais interessante fazer a portabilidade para o seu banco.
"Pode ser uma boa oportunidade de aumentar o relacionamento com o seu banco e conseguir boas condições em outros produtos com os quais ele opere. Mas não devemos esquecer outros custos que podem inviabilizar a operação do ponto de vista financeiro, tais como o custo de vistoria e avaliação pelo banco que está assumindo a dívida, além das taxas de registro da operação em cartório", alerta Vignoli. Nestes casos, devemos ter em mente alguns cuidados:
Dicas práticas para fazer a portabilidade
1 - Antes de qualquer ação, peça ao banco que fez o empréstimo todas as informações necessárias. Conhecendo suas intenções, uma boa negociação pode ter início.
2 - Procure mais de um banco para estudar e comparar as condições oferecidas para a troca. Para começar, pesquise as taxas de juros no site do banco central e depois procure os bancos mais interessantes para ver se as taxas informadas se aplicam ao seu perfil.
3 - Estude bem em que ponto está sua operação de crédito. Se ela estiver próxima do fim, é possível que a mudança não compense.
4 - Lembre-se de que ao fazer a portabilidade, você estará abrindo uma nova conta. Dificilmente será econômico manter duas ou mais contas correntes que hoje geram custos mensais de manutenção. Neste caso, negocie com o banco que aceitou a portabilidade outras vantagens para passar a operar com ele e encerre a conta com o banco antigo.
Crédito imobiliário
Todas as suas operações de crédito em andamento podem ser revistas, mas uma em especial merece mais atenção: a do crédito imobiliário. Essa modalidade geralmente envolve valores mais elevados e prazos mais longos. Além disso, a operação pode não ter sido feita por meio de seu banco, mas sim pelo banco que financiou a obra para a construtora. Nessa situação, em que não estão envolvidos outros vínculos com o agente financeiro (banco) a ser substituído, fica mais interessante fazer a portabilidade para o seu banco.
"Pode ser uma boa oportunidade de aumentar o relacionamento com o seu banco e conseguir boas condições em outros produtos com os quais ele opere. Mas não devemos esquecer outros custos que podem inviabilizar a operação do ponto de vista financeiro, tais como o custo de vistoria e avaliação pelo banco que está assumindo a dívida, além das taxas de registro da operação em cartório", alerta Vignoli. Nestes casos, devemos ter em mente alguns cuidados:
• As taxas de cadastro para o setor imobiliário podem ser mais caras.
• Procure saber antecipadamente os custos de vistoria e avaliação do imóvel.
• Podem existir outros custos legais, tais como taxas de registro em cartório.
• Lembre-se de que estamos falando de uma operação de longo prazo. Estude com atenção, compare opções de diferentes bancos e não faça nada apressadamente.
O que é o "Meu Bolso Feliz"?
Para contribuir com o aprendizado da educação financeira e despertar o interesse de jovens e crianças, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) lançou o portal Meu Bolso Feliz. A página oferece serviços gratuitos como calculadoras financeiras, simuladores de compras, investimentos, previdências e poupança, além de consultorias individualizadas ao internauta fornecidas pelos economistas e educadores do SPC Brasil.
Para contribuir com o aprendizado da educação financeira e despertar o interesse de jovens e crianças, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) lançou o portal Meu Bolso Feliz. A página oferece serviços gratuitos como calculadoras financeiras, simuladores de compras, investimentos, previdências e poupança, além de consultorias individualizadas ao internauta fornecidas pelos economistas e educadores do SPC Brasil.
Fonte: Assessoria de Imprensa do SPC Brasil
Brasileiro prefere parcelar e não controla gastos
12% dos brasileiros acreditam que só conseguem comprar tudo o que querem porque parcelam
e fazem empréstimos. O Meu Bolso Feliz dá dicas para comprar sem comprometer a renda
Um estudo feito pelo portal Meu Bolso Feliz, uma iniciativa de Educação Financeira do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), mostrou que 45% dos brasileiros não veriam problema em viver sem crédito e ter de pagar tudo à vista. Porém, 12% acreditam que só conseguem comprar tudo que precisam com a ajuda de parcelamentos e empréstimos. E mais: 35% da população não consulta seu extrato antes de ir às compras.
Comprar à vista ou a prazo é uma dúvida bem comum, mas nem deveria ser, garante Luiza Rodrigues, economista do SPC Brasil. "Pagar algo à vista sempre vale a pena porque a pessoa não pagará juros, pode ter algum desconto e garante maior controle de seus gastos", avalia. Então, por lógica, o consumidor deveria pesquisar o preço do que deseja adquirir, juntar o dinheiro necessário, negociar na hora de efetuar o pagamento no ato e pronto! Seria simples assim se o brasileiro não fosse tão apaixonado por prestações, como concluiu a pesquisa realizada pelo SPC Brasil.
Mas, junto com o desejo de compra e o alto número de produtos parcelados, vem a falta de organização financeira. O estudo ainda concluiu que grande parte dos brasileiros conta com o crédito oferecido pelo banco como parte da renda mensal, não sabem quanto tem de despesas e ainda sobrepõe parcelas de compras diversas, o que, muitas vezes, suja o nome da pessoa. A prova disso é a base de registros do SPC Brasil que apresentou um aumento de 8,60% no número de pessoas inadimplentes em abril deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. A partir desse dado, o SPC Brasil e CNDL estimam que, ao fim do mesmo mês, havia cerca de 53,8 milhões de inadimplentes no Brasil.
A enfermeira Luciana Coutinho fazia parte do time dos fissurados por crédito e se viu encrencada. "Me perdi entre as prestações dos meus dois cartões e tive que negociar a dívida com o banco. Foi um período em que todo dinheiro que ganhava era utilizado para amortizar as prestações", conta. O drama de Luciana durou exatos 13 meses. Depois disso, ela promoveu uma verdadeira revolução na sua maneira de lidar com o dinheiro e as compras. "Cancelei um dos cartões, agora só faço compras à vista!" Só compro algo em diversas vezes quando é necessário., sentencia.
QUANDO FAZER (OU NÃO!) COMPRAS A PRAZO
1. Abra os olhos com compras na internet e passagens de avião. Em muitos casos, pagar pelo boleto pode sair mais barato do que pelo cartão de crédito. Você ainda pode conseguir até 10% de desconto.
2. Parcele apenas compras grandes, como um sofá, uma TV, um carro. Faça isso de maneira cuidadosa sempre com perfeito controle de suas finanças e a certeza de que terá dinheiro para quitar todas as prestações. Mesmo assim, pense antes se você realmente precisa do produto agora; se não, considere esperar um pouco para comprar à vista ou dar uma entrada maior.
3. Utilize o parcelamento, também, em situações emergenciais. Digamos que você trabalha com computador, ele quebrou e não tem dinheiro para consertá-lo. Nesse caso, vale arriscar o pagamento em parcelas. No entanto, lembre-se: evite acumular mais de três prestações ao mesmo tempo. Se você já está com muitas prestações acumuladas, pode se ver em apuros no caso de situações emergenciais, porque pode não ter mais limite para parcelar. Use as parcelas para as emergências, não para comprar tudo o que vê na frente.
Fonte: SPC Brasil
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Comércio projeta tímido crescimento de 1% para o Dia dos Namorados
Na visão dos lojistas, cenário
econômico desfavorável e estreia da seleção brasileira no dia 12 de
junho devem contribuir para desaceleração
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
Depois
de amargar resultados desanimadores nas vendas de Páscoa e do Dia das
Mães, o comércio varejista se prepara para mais um fraco resultado no
Dia dos Namorados. A projeção dos lojistas é de um tímido crescimento de
1% para a data, em relação ao mesmo período do ano passado. Caso essa
previsão se confirme, será o resultado mais fraco dos últimos cinco
anos. A pesquisa é da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas
(CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
|
Dia dos Namorados
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Ano
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Vendas
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|
2013
|
7,70%
|
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2012
|
9,08%
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2011
|
10,80%
|
|
2010
|
7,23%
|
Para
o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o atual cenário de
aperto monetário e de inflação elevada prejudica as vendas a prazo.
"Além de todo esse contexto econômico, os lojistas não estão otimistas,
já que não tiveram bons resultados na Páscoa e nem no Dia das Mães",
disse.
Estreia do Brasil na Copa
A data é comemorada no dia 12 de junho, dia de estreia da seleção brasileira na Copa, o que na avaliação dos varejistas, traz impactos negativos para o faturamento do comércio. "A abertura da Copa de certa forma vai concorrer com o Dia dos Namorados. Sem contar que a maioria das cidades brasileiras funcionará em regime de meio expediente e, em São Paulo, será decretado feriado", explica Pellizzaro Junior.
O Dia dos Namorados é a terceira data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. Os produtos mais procurados nas lojas durante o período são itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, jóias e bijuterias.
A data é comemorada no dia 12 de junho, dia de estreia da seleção brasileira na Copa, o que na avaliação dos varejistas, traz impactos negativos para o faturamento do comércio. "A abertura da Copa de certa forma vai concorrer com o Dia dos Namorados. Sem contar que a maioria das cidades brasileiras funcionará em regime de meio expediente e, em São Paulo, será decretado feriado", explica Pellizzaro Junior.
O Dia dos Namorados é a terceira data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. Os produtos mais procurados nas lojas durante o período são itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, jóias e bijuterias.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
terça-feira, 13 de maio de 2014
Comércio amarga queda de 3,55% nas vendas do Dia das Mães
| Com o fraco resultado, CNDL e SPC Brasil estudam reduzir novamente a projeção do acumulado de vendas no varejo para o ano de 2014 O volume de vendas a prazo na semana do Dia das Mães, entre os dias 4 e 10 de maio deste ano, caiu 3,55% em relação a mesmo período de 2013. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Com o desempenho, o comércio amargou o resultado mais fraco dos últimos cinco anos.
Para as lideranças do movimento varejista, o resultado foi decepcionante, principalmente por se tratar da segunda data mais importante para o comércio, ficando atrás somente para o Natal. "Por conta do atual cenário de baixa atividade econômica, juros altos e de alta dos preços, já esperávamos um desempenho fraco. Mas uma queda tão acentuada assim [-3,55%] conseguiu surpreender até os mais pessimistas", disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.
O Dia das Mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio, momento que coincide com o alívio financeiro sentido pelos consumidores com a quitação de impostos de início de ano e com o pagamento das despesas de férias e volta às aulas. Dessa forma, na visão dos lojistas, a data expressa o real poder de compra do consumidor e a confiança dos comerciantes nos rumos da economia. Diante desse resultado e do desempenho da Páscoa 2014 -- também o mais fraco dos últimos cinco anos -- a CNDL e o SPC Brasil estudam revisar novamente para baixo a projeção do acumulado de vendas no comércio para 2014, atualmente em 3%.
Neste período do ano, artigos do vestuário, calçados, flores, cosméticos, perfumaria, eletrodomésticos da linha branca e smartphones são os itens que mais movimentam o varejo.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL | |||||||||||||||
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Congresso Nacional aprova projeto que põe fim a Substituição Tributária! Mais uma vitória do Movimento Lojista!
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terça-feira, 6 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Comércio prevê desaceleração nas vendas para o Dia das Mães 2014
O volume de vendas na semana da páscoa deste ano (entre 13 e 19 de abril) cresceu 2,55% em relação à mesma semana do ano passado (entre 24 e 30 de março). Os dados são do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Este foi o resultado mais fraco dos últimos cinco anos.
Vendas Páscoa Ano Variação
Vendas Páscoa
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Ano
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Variação
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2014
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2,55%
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2013
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5,31%
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2012
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4,84%
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2011
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7,26%
|
2010
|
4,50%
|
Para o líder do movimento varejista, a páscoa representa a primeira grande festa do ano para o comércio e pode funcionar como uma prévia não só para o Dia das Mães, como para o desempenho da atividade comercial ao longo de 2014. “Pelo que não só este resultado representa, mas pelo que todos os indicadores de confiança do empresário e do consumidor também apontam, 2014 será um ano de fraquíssimo crescimento para o varejo”, avalia Pellizzaro Junior.
Os economistas do SPC Brasil atribuem o resultado ao menor crescimento da massa salarial, à alta dos juros e, principalmente, à inflação elevada. “Mesmo indicando estar sob controle, a inflação ainda é alta e diminui o poder de compra do consumidor, o que impacta nas vendas”, explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.
Metodologia
O índice é calculado com base nas consultas para vendas nos sete dias que
antecedem o início do feriado de Páscoa, entre o Domingo de Ramos e o
Sábado de Aleluia (em 2014, de 13 a 19 de abril).
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Vendas na Páscoa têm pior resultado em 5 anos, diz CNDL
As vendas cresceram 2,55% em relação a igual período do ano passado
| Páscoa: para a CNDL, o desempenho reflete o baixo crescimento da atividade econômica brasileira. Foto: Getty Images |
Brasília - As vendas a prazo neste último período de Páscoa (entre 13 e 19 de abril) cresceram 2,55% em relação a igual período do ano passado (entre 24 e 30 de março de 2013), informou a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).O resultado, no entanto, não foi nada animador para o setor. "Este foi o resultado mais fraco dos últimos cinco anos", resume a CNDL, em nota sobre os resultados da Páscoa 2014.
Para a CNDL, o desempenho reflete o baixo crescimento da atividade econômica brasileira e, de certa forma, já era esperado pelos comerciantes.
"Projetávamos o pior crescimento dos últimos cinco anos, por volta de 3,5%. Mas essa variação de 2,55% veio aquém do esperado e frustrou ainda mais os lojistas", avalia o presidente da confederação, Roque Pellizzaro Junior.
O presidente do CNDL destaca que a Páscoa representa a primeira grande festa do ano para o comércio e pode funcionar como um termômetro para o desempenho da atividade comercial ao longo de 2014.
"Não só pelo que este resultado representa, mas pelo que todos os indicadores de confiança do empresário e do consumidor também apontam, 2014 será um ano de fraquíssimo crescimento para o varejo", avalia Pellizzaro Junior.
O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) atribui o resultado ao menor crescimento da massa salarial, à alta dos juros e, principalmente, à inflação elevada.
"Mesmo indicando estar sob controle, a inflação ainda é alta e diminui o poder de compra do consumidor, o que impacta nas vendas", explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.
segunda-feira, 31 de março de 2014
SPC Brasil aponta que 54% dos consumidores já foram vítimas de fraude
Um alerta aos consumidores: mais da metade deles já foi vítima de alguma fraude nos últimos 12 meses. É o que mostra uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Entre os principais golpes estão a propaganda enganosa, o serviço diferente do contratado e o uso de senhas bancárias.
Os 54% dos consumidores entrevistados já foram vítimas de fraudes. As mais frequentes são: propaganda enganosa, serviço diferente do contratado, empréstimos, clonagem de cheques e uso de senhas bancárias, garantia que não existe, combustível adulterado, fraude com cartão de crédito e o golpe da pirâmide financeira.
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Segundo pesquisa do SPC, principal fraude é propaganda enganosa.Metade das vítimas não identifica a ação como fraude./ foto: G1 |
“A pessoa que está mais sujeita a ser vítima de golpe é aquela que não muda suas senhas, é aquela que informa seus dados pessoais de cartão de crédito em qualquer ambiente, seja por telefone ou virtual, é aquela pessoa que não lê os contratos assina”, diz o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges.
Então, atenção: sempre altere as senhas do banco e dos cartões de crédito ou débito e confira as faturas; pegue informações da loja ou do fornecedor e leia o contrato; desconfie de preços baixos e exija a nota fiscal e jamais informe seus dados pessoais para desconhecidos; e a compra for feita na internet, tenha antivírus no computador.
O que chamou a atenção dos pesquisadores, é que metade das vítimas não identificou a ação como fraude e uma outra parte - 1/4 dos entrevistados - se sentiu culpada por ter sido ingênua.
Segundo os pesquisadores, o consumidor tem que tomar precauções, mas não pode se converter de vítima em culpado.
"É importante que esteja claro que o culpado pela fraude é sempre o fraudador. A pessoa deve ter atenção para não ser ingênua, para tomar os devidos cuidados, para que ela não seja vitima de fraude", completa Flávio.
Fonte: G 1
Fonte: G 1
quarta-feira, 26 de março de 2014
Regiões Norte e Sudeste lideram inadimplência em fevereiro, mostra SPC Brasil
Levantamento mostra também que moradores das regiões Sul e Norte são os que possuem em média mais dívidas atrasadas por pessoa física
No mês de fevereiro, o número de dívidas em atraso nas regiões Norte e Sudeste cresceu 1,30% e 1,08%, respectivamente, em relação a janeiro deste ano, segundo apurou o Indicador Mensal de Inadimplência do Serviço de Proteção ao Crédito e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, o aumento é considerado expressivo se comparado com as outras regiões do país — Sul, Centro-Oeste e Nordeste —, que na mesma base de comparação, apresentaram respectivamente altas de 0,88%, 0,77% e 0,44%.
Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, o aumento é considerado expressivo se comparado com as outras regiões do país — Sul, Centro-Oeste e Nordeste —, que na mesma base de comparação, apresentaram respectivamente altas de 0,88%, 0,77% e 0,44%.
Segundo especialistas da entidade, o aumento mais significativo do número de dívidas de moradores das regiões Norte e Sudeste está relacionado ao ritmo de atividade econômica mais fraca nessas áreas. De acordo dados divulgados pelo Banco Central, o PIB regional vem crescendo à taxa de 1,7% na região Norte e 1,3% na região Sudeste – ritmo bem inferior ao das demais regiões do país. “A inadimplência reflete, de certa forma, o aquecimento econômico da área a qual está atrelada e não necessariamente a renda per capta dos moradores dessas regiões”, explica Luiza.
Na comparação com fevereiro de 2013, a região Norte apresentou a maior alta no número de dívidas em atraso (6,75%), seguida pela região Nordeste (5,07%). A região Sul apresentou crescimento de 3,13%, o Centro-Oeste, 3,04% e a Sudeste, 2,18%.
Consumidores inadimplentes e número médio de dívidas
De acordo com o indicador, 40% das dívidas em atraso estão concentradas na região Sudeste, seguido pela região Nordeste (23,5%), Sul (14,4%), Norte (9,8%) e Centro-Oeste (8,13%). A justificativa, segundo os economistas do SPC Brasil é que como a região Sudeste detém a maior parte da população economicamente ativa, é natural que a região também concentra um maior número de dívidas atrasadas.
Em fevereiro de 2014, as regiões Sul e Norte apresentaram o maior número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente (2,28 dívidas). O Nordeste foi a região que apresentou a menor média (1,84 dívidas). O número médio no Brasil nesse mesmo mês foi de 2,04 dívidas por cada pessoa inadimplente.
Na comparação com fevereiro de 2013, a região Norte apresentou a maior alta no número de dívidas em atraso (6,75%), seguida pela região Nordeste (5,07%). A região Sul apresentou crescimento de 3,13%, o Centro-Oeste, 3,04% e a Sudeste, 2,18%.
Consumidores inadimplentes e número médio de dívidas
De acordo com o indicador, 40% das dívidas em atraso estão concentradas na região Sudeste, seguido pela região Nordeste (23,5%), Sul (14,4%), Norte (9,8%) e Centro-Oeste (8,13%). A justificativa, segundo os economistas do SPC Brasil é que como a região Sudeste detém a maior parte da população economicamente ativa, é natural que a região também concentra um maior número de dívidas atrasadas.
Em fevereiro de 2014, as regiões Sul e Norte apresentaram o maior número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente (2,28 dívidas). O Nordeste foi a região que apresentou a menor média (1,84 dívidas). O número médio no Brasil nesse mesmo mês foi de 2,04 dívidas por cada pessoa inadimplente.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas manifesta-se sobre o "Rolezinho"
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
CNDL e SPC Brasil reprovam novo aumento da taxa de juros
Entidades defendem redução do gasto público para conter a inflação. Aumento da Selic reduzirá ainda mais a capacidade de crescimento do Brasil


AA CNDL (Confederação Nacional de
Dirigentes Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) reprovam o
novo aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, o que leva a
Selic ao patamar de 10,5% ao ano, o mais alto desde janeiro de 2012. A decisão
foi tomada na noite desta quarta-feira (15/01) pelo Copom (Comitê de Política
Monetária) do Banco Central.
Na avaliação da CNDL e do SPC
Brasil, a decisão é prejudicial para o comércio. Algumas das razões é que o
aumento dos juros freia a expansão do crédito no país, reduz o consumo e inibe
a criação de novos postos de trabalho, justamente no momento em que com uma
menor expansão da massa salarial, as vendas no varejo dão sinais de
desaceleração – indicador do SPC Brasil divulgado ontem (14/1) mostrou que as
vendas a prazo cresceram 4,12% em 2013 ante 7,16% em 2012.
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| Presidente da CNDL - Roque Pellizzaro Jr. |
Para o presidente da CNDL, Roque
Pellizzaro Junior, a elevação dos juros não é capaz de resolver sozinha a
escalada dos preços. Para isso, o controle inflacionário precisa ser realizado,
prioritariamente, por meio de um amplo ajuste fiscal na máquina pública, com
cortes de gastos do governo e desoneração dos setores produtivos.
“O sucessivo aumento da Selic é
um sinal de que o governo não quer fazer seu dever de casa. O combate à
inflação deve ser realizado a partir de uma política de corte dos gastos do governo.
Sem essa contenção, o simples aumento da Selic não será suficiente para
resolver o problema. Exemplo disso é que mesmo após seis altas consecutivas, a
inflação encerrou 2013 ainda muito acima do centro da meta oficial”, defende
Pellizzaro Junior.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Varejo volta a financiar o consumidor
| As lojas voltaram a financiar as compras do consumidor por meio de cartões próprios, carnês e boletosGetty Images |
As lojas voltaram a financiar as compras do consumidor por meio de cartões próprios, carnês e boletos, depois do fim de muitas parcerias com bancos nos últimos anos.
Com a ascensão das classes de menor renda, o cadastro dos clientes que compravam a prazo nas redes de lojas chegou a ser a noiva mais cobiçada pelos bancos, que assediaram o varejo para financiar as carteiras de crédito.
Mas, com a alta do calote do consumidor e o achatamento dos spreads (diferença entre o custo de captação e o do empréstimo), esse filão ficou desinteressante para as instituições bancárias. Elas ficaram sem margem para bancar esse crédito.
Segundo o Banco Central, a inadimplência nesse segmento atingiu em maio do ano passado o pico de 9,4% dos créditos a receber. O que se vê agora é um movimento em sentido contrário dos últimos anos.
Pressionados pela necessidade de vender, muitos varejistas voltaram a assumir o risco de conceder crédito para os clientes, que tinha sido terceirizado para os bancos.
Sinais da retomada do duplo papel do varejo — emprestar dinheiro para poder vender — já aparecem nos dados de crédito do BC (Banco Central). Desde o terceiro trimestre de 2012, as concessões de crédito para empresas com recursos livres — que envolve desconto de duplicatas, cheques e cartão de crédito —, são crescentes ante igual período do ano anterior. Isso significa que o varejista está buscando recursos no mercado para bancar a venda a prazo.
No terceiro trimestre deste ano, o acréscimo dessas linhas atingiu 16,62% em relação ao mesmo período de 2012, com destaque para antecipação para o cartão de crédito (50%), aponta levantamento feito com base em dados do BC pela economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.
Ritmo menor
Em contrapartida, o ritmo de alta das concessões de financiamentos para o consumidor comprar "outros bens", que inclui eletrodomésticos e eletrônicos, por exemplo, exceto carros, e representa o crédito dos bancos dado nas lojas, perdeu fôlego.
No terceiro trimestre de 2012, os financiamentos aprovados pelos bancos para a compra desses itens crescia 11,22% ante mesmo período de 2011. No terceiro trimestre deste ano essa taxa desacelerou para 5,82% na comparação anual. A variação é praticamente igual à inflação do período. Isso significa que não houve avanço real na linha de crédito.
"A maior evidência de que os bancos estão preferindo emprestar às empresas e não tomar o risco do consumidor é que o desconto de pagamento parcelado subiu fortemente nos últimos meses", diz Luiza.
O presidente da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas), Roque Pellizzaro Jr., explica que o casamento não funcionou porque a inadimplência aumentou. "Os bancos perceberam que precisavam também da margem gorda do varejo para que a conta fechasse. Só a margem financeira não era suficiente."
Com o aumento do calote, as lojas perderam vendas. É que, no caso das parcerias que foram mantidas, os bancos apertaram os critérios de aprovação de novos créditos de tal forma que tornaram os negócios inviáveis.
Na varejista de materiais de construção C&C, por exemplo, houve nos últimos meses um avanço na participação do cartão de crédito comum nas vendas, conta o diretor-geral da rede, Osvaldo Leivas.
O aumento da fatia do cartão ocorreu para bancar as vendas financiadas por bancos. Por três anos, a rede tinha parceria com o Itaú, rompida em meados de 2012.
Na avaliação de um varejista que prefere não ser identificado, o grande perdedor da saída dos bancos do crédito para compras dentro das lojas é o consumidor. É que o custo para o próprio varejista buscar crédito no mercado para repassar aos clientes é maior que o dos bancos.
Isso significa juros maiores na ponta. Além disso, sem o banco, a capacidade da loja de alongar prazos é menor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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