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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Meu Bolso Feliz | Perfil do consumidor consciente

Meu Bolso Feliz | Perfil do consumidor consciente. Foto: Divulgação / Portal Meu Bolso Feliz
O consumidor consciente é aquele que:

- Quando vai comprar qualquer produto, leva em conta o cuidado com o meio ambiente e até com os animais.

- Planeja suas compras antes de fazê-las;

- Não compra por impulso;

- Sabe utilizar o crédito de maneira consciente e equilibrada;

- Sabe que cada ato de consumo implica escolhas importantes, que têm reflexos na vida da comunidade em que vive;

- Se preocupa com o preço e qualidade do produto e não se torna um refém das marcas;

- Sabe que o consumo não é um ato puramente individual – ele tem consequências para a vida de outras pessoas;

- Sabe que cada ato de consumo tem impactos para ele próprio, para as outras pessoas, para o meio-ambiente;

- Se preocupa em buscar o equilíbrio entre satisfação pessoal e sustentabilidade quando consome;

- Busca divulgar as práticas de consumo consciente.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

17% dos casais têm brigas freqüentes quando o assunto é dinheiro, revela SPC Brasil

De acordo com a pesquisa, o percentual de conflitos aumenta para

 23%,quando analisados os casais que têm contas em atraso

Uma pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz mostra que muitos casamentos podem acabar em briga, quando o assunto é dinheiro. O estudo ouviu 656 pessoas de todas as capitais brasileiras para analisar a relação que o consumidor tem com as finanças pessoais e revelou que 16,7% dos brasileiros casados declaram que a maneira como eles gastam o próprio dinheiro é motivo de briga dentro de casa.


De acordo com o estudo, o percentual de casos de conflitos aumenta de 16,7% para 22,7%, quando analisados somente os casais inadimplentes, ou seja, aqueles que estão com contas em atraso. Ao analisar apenas os entrevistados que estão adimplentes -- sem nenhuma conta em atraso -- o percentual cai para 10,7%.

Na avaliação do educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, os números mostram que grande parte dos problemas de relacionamento começa quando o assunto é dinheiro, mas nem sempre isso é percebido claramente pelos casais. "Na maioria dos casos, o dinheiro vem disfarçado nas discussões. Se falta dinheiro para uma saída, o problema pode ser percebido como falta de romantismo. Se não sobra dinheiro para comprar roupas novas, o problema pode serentendido como desleixo do parceiro. Se não há dinheiro para levar os filhos ao cinema, o conflito pode ser percebido como falta de carinho e atenção", afirma.


Para Vignoli, o dinheiro é o pano de fundo nas discussões e raramente se mostra de forma clara como o grande causador de conflitos. Além disso, segundo o especialista, o foco das brigas não é somente a falta de habilidade de lidar com o dinheiro ou de torná-lo suficiente: o excesso dele também pode se transformarem um problema.


"Quando a renda do casal é farta, dificilmente os dois chegam a um consenso sobre os hábitos de consumo de um e de outro e também sobre a melhor forma de administrar as finanças da família. O homem reclama dos gastos supérfluos da mulher, que por sua vez acha que as conquistas do casal estão sendo adiadas pelo desperdício ou pela 'pão durice' do outro, gerando assim mais conflitos", explica o educador.


Sendo assim, Vignoli afirma que o melhor caminho é sempre o da transparência, seguido de traçar objetivos e de fazer um bom planejamento financeiro. "A família precisa parar e sentar para conversar sobre as finanças. Uma relação franca pode revelar que o verdadeiro problema não é a falta de amor, mas sim a de dinheiro. Saber qual é a renda da casa, quem tem dívidas em atraso e principalmente quais são os sonhos e os objetivos de cada um é fundamental para o sucesso financeiro, inclusive para o sucesso do relacionamento", explica Vignoli.


O estudo mostra que a falta de transparência pode resultar em um superendividamento e acabar em inadimplência. "Um em cada dez entrevistados (10,1%) afirmam que não conseguem ceder à pressão dos filhos e acabam endividados. Os filhos também precisam ter conhecimento da situação financeira da famíliar participar das decisões de casa para poderem compreender até onde vai o limite do cartão do pai", afirma o educador.


Disciplina para executar o planejamento

Segundo o estudo, mais de um terço das pessoas entrevistadas (37,8%) deixam de poupar para realizar um sonho. De acordo com o Vignoli, é muito positivo o fato dessas pessoas saberem o que querem, mas também é preciso executar o planejamento para conseguirem conquistar seus sonhos. "Muitas vezes o planejamento vai justamente acusar onde a família precisa enxugar gastos para poupar. Nessa hora é preciso ter disciplina e buscar alternativas que unam a família em torno de um momento e um projeto. Por exemplo: uma ida ao cinema com os filhos, seguida de um lanche no shopping pode ser substituída por um passeio de bicicleta no parque, seguido por um piquenique, que proporcionará um momento diferente e de união familiar", orienta o educador.

Informações à imprensa:

Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Quatro em cada dez idosos passaram a gastar mais com produtos que gostam, mostra pesquisa do SPC Brasil

Apesar da maior disposição para gastar, 45% sentem dificuldades para encontrar produtos adequados para a sua idade. 64% decidem sozinhos o que fazer com o próprio dinheiro


Uma pesquisa inédita realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’ com pessoas acima de 60 anos nas 27 capitais revela que o consumidor brasileiro da terceira idade tem aumentado o seu potencial de consumo e a disposição para gastar mais. De acordo com o levantamento, que foi realizado pessoalmente, os idosos têm mudado suas prioridades de consumo com o passar do tempo e hoje, 41% deles afirmam gastar mais com produtos que desejam do que com itens relacionados às necessidades básicas da casa.


Embora representem um nicho promissor – já que a população idosa deve ultrapassar a marca de 30 milhões de indivíduos em 2025, segundo dados do IBGE - o mercado brasileiro parece não estar plenamente preparado para atender às demandas desses consumidores. Pelo menos 45% dos entrevistados afirmaram enfrentar dificuldades para encontrar produtos destinados ao público de sua idade. Essa impressão é mais notada, especificamente, pelas mulheres (47%) e pelas pessoas entre 70 e 75 anos (51%).

Entre os produtos que esses consumidores mais sentem falta estão roupas (20%), celulares com letras e 
tecladas maiores (12%), locais que sejam frequentados por pessoas da mesma idade (9%), turismo exclusivo (7%) e produtos de beleza (3%).


“Os consumidores da terceira idade constituem, um importante mercado a ser explorado pelos setores do comércio e de serviços. A pesquisa indica queque há uma demanda significativa no setor de moda e vestuário para a terceira idade. Essa parcela da população sente falta de peças não estereotipadas e que não os façam se sentir inadequados para a idade que têm”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.


Outro desafio para as empresas, mas que pode representar uma oportunidade de expansão dos negócios, é o comércio eletrônico. Pelo menos 7% dos entrevistados da terceira idade já adquiriram o costume de comprar pela internet. É um número ainda reduzido, mas em alguns extratos o percentual aparece com mais força, como entre os idosos que possuem curso superior (26%) e que pertencem as classes A e B (17%).





Mais consumistas e mais independentes

Ao mesmo tempo em que estão consumindo mais, os consumidores brasileiros da terceira idade têm demonstrado um perfil mais exigente em relação aos produtos que estão adquirindo. Exemplo disso é que mais da metade (52%) da amostra alega dar mais valor à qualidade dos produtos, mesmo que seja preciso pagar mais caro por isso. Outra constatação é que quase um quarto (23%) dos idosos incorporou a experiência de ir às compras como uma atividade de lazer do seu dia a dia.


Seis em cada dez (66%) entrevistados da terceira idade disseram que a vida financeira que levam atualmente é melhor do que há alguns anos. Além disso, 72% da amostra considera sua situação financeira estável ou boa. Em relação à fonte de renda, sete em cada dez (73%) entrevistados recebem auxilio da aposentadoria do INSS ou o pagamento de pensão, 14% se dedicam ao trabalho informal ou freelancer, 9% são trabalhadores com carteira assinada, 7% contam com os rendimentos da previdência privada, 5% recebem ajuda dos filhos e somente 4% não possuem qualquer renda.


O levantamento também revela que o dinheiro da terceira idade exerce um papel fundamental na vida de muitas famílias brasileiras. Sete em cada dez (74%) entrevistados conseguem satisfazer suas necessidades com os rendimentos que possuem (mesmo que para 37% o salário represente o valor exato para pagar as contas) e pelo menos 94% da população acima dos 60 anos contribuem para o sustento da casa, sendo que 54% são os únicos responsáveis pelo pagamento das despesas.


Mais independentes e com a expectativa de vida melhor do que há algumas décadas, a maior parte dos brasileiros (64%) chega à terceira idade como a único responsável por suas decisões de compras. É uma parcela considerável, que aumenta para 68% entre as mulheres entrevistas.


“Mesmo considerando as responsabilidades assumidas com o orçamento familiar, eles encontram meios de cumprir suas expectativas de consumo. Com o aumento da expectativa de vida, e a melhora na qualidade de vida dos idosos, o comportamento independente em relação às decisões de consumo será cada vez mais frequente neste grupo”, comenta a economista.





Consumo como lazer

Admitir o fato de se ter chegado à terceira idade não parece ser um problema para os consumidores entrevistados: 83% da amostra acredita pertencer a este grupo. Em média, os entrevistados consideram 63 anos como o marco para a entrada na terceira idade.


Aproveitar a vida é considerado por seis em cada dez entrevistados (66%) como a grande prioridade de suas 
vidas no atual momento. Nesse mesmo sentido, para quase metade (49%) dos idosos ouvidos, neste estágio da vida, aproveitar os momentos consumindo é mais importante do que poupar.


Os entrevistados da terceira idade estão muito bem resolvidos com relação ao modo como preferem passar seu tempo livre. Para 46%, o lazer ficou mais frequente com a chegada da terceira idade e 41% preferem sair a ficar em suas próprias casas. Exemplo disso, é que quase um quinto (18%) dos idosos afirmam gastar parte da renda com alguma atividade física e gastar mais dinheiro com viagens do que antigamente (20%).


O levantamento concluiu que alguns hábitos se tornaram mais frequentes. Mais de um terço (33%) dos idosos disseram investir mais em roupas atualmente para ficarem bonitos e manter uma boa aparência - principalmente os idosos da classe C (37%) – e outros 26% afirmam gastar mais com tratamentos estéticos ou utilizar produtos de beleza para se sentir mais jovens.


“Se antes, a velhice era sinônimo de descanso, atualmente, ela significa uma oportunidade de transformar o tempo livre para novas atividades, como lazer, socialização e até mesmo o consumo”, afirma o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz, José Vignoli.


“Uma das principais conclusões da pesquisa é que os consumidores da terceira idade, mais ativos no mercado de trabalho e com melhor qualidade de vida, estão satisfeitos com sua vida financeira. Em sua maioria são 
otimistas e começam, inclusive, a demandar produtos específicos para a sua faixa etária.”, comenta a economista Marcela Kawauti.





Metodologia

O objetivo do estudo foi mapear o perfil e o comportamento de consumo da população brasileira idosa. Para chegar às respostas, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e o portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’ entrevistaram pessoalmente 632 consumidores com idade acima de 60 anos de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,9 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%. Isso significa que em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões.



Baixe a pesquisa completa em: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas

Confira dicas de educação financeira em: http://meubolsofeliz.com.br/

Informações à imprensa:

Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Saiba como baratear seu financiamento com a portabilidade do crédito


Portal 'Meu Bolso Feliz' dá dicas de como melhorar as condições do seu atual financiamento usando a nova regulamentação do Banco Central 


Você tem uma dívida e está achando os juros muito altos? Segundo especialistas doPortal Meu Bolso Feliz -- iniciativa de Educação Financeira do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) -- a solução pode estar na nova regulamentação criada pelo Banco Central, a Portabilidade do Crédito. De acordo com as novas regras, que entraram em vigor neste mês, se você estiver nessa situação e encontrar um banco que aceite financiá-lo em condições melhores que as do seu banco atual, você pode "mudar" sua dívida de um banco para o outro, melhorar as condições de seus empréstimos, reduzir seus custos e, até, quitá-los.
Mas fique atento a um detalhe: para que a mudança aconteça, você precisa encontrar um banco que aceite "comprar" sua dívida. O banco de destino (aquele para o qual se deseja fazer a portabilidade) estará adquirindo a sua pendência financeira. Entendido isso, podemos imaginar que o novo banco não vai querer comprar, por exemplo, um débito que esteja em atraso. "A portabilidade foi criada para que as pessoas possam procurar melhores condições de custo durante a vigência de um empréstimo e não para resolver seus problemas de caixa", explica José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz. 


Para entender melhor

Você tem uma dívida de R$ 10.000 no banco de origem, na modalidade "crédito pessoal não consignado", com taxa de juros de 7% ao mês e prazo de 24 meses. Nessa situação, você está pagando uma parcela de aproximadamente R$ 872. Se o banco de destino lhe oferecer uma proposta de receber o empréstimo, cobrando 5% de taxa de juros, a parcela cairá 16,9%, para R$ 725.

Para que a portabilidade aconteça, pelas novas regras, o banco de destino deverá enviar ao banco de origem um formulário com sua proposta. O banco de origem poderá fazer uma contraproposta e, se esta não for aceita pelo consumidor, a portabilidade ocorrerá sem custos ao devedor. Assim, o banco de destino pagará a dívida ao banco de origem por meio eletrônico e você passará a dever apenas para este banco de destino.


Ficou interessado? Então, atente às regras:

1 - Todas as operações de crédito são passíveis de serem transferidas para outra instituição financeira, desde o consignado (INSS, público e privado), crédito direto ao consumidor (CDC), crédito pessoal, financiamento de veículos e até o crédito imobiliário.

2 - Ao procurar outro banco para transferir sua dívida, o cliente deve estar ciente de que este não é obrigado a aceitar a troca, uma vez que o seu perfil como novo cliente pode não interessar.

3 - A regulamentação exige que a portabilidade seja feita por meio eletrônico em todos os casos.

4 - O banco pode não querer receber um cliente que venha apenas com um empréstimo, pedindo em contrapartida outras operações ou a aquisição de produtos. Não são permitidas as chamadas "operações casadas". No entanto, o banco de interesse não é obrigado a aceitar a portabilidade.  "Por esse motivo, vale sempre avaliar o relacionamento que existe entre você e o seu banco atual, e as eventuais vantagens que podem ser perdidas com a realização de uma portabilidade. Não adianta ganhar de um lado e perder de outro", aconselha Vignoli.

5 - Nada além da taxa de juros e da eventual taxa de administração pode ser mudado. A intenção é que o valor de sua prestação caia por causa da taxa de juros menor. Um prazo mais longo poderia "maquiar" o valor de sua prestação. Então, não confunda portabilidade com uma nova operação.

6 - Quando solicitados, os bancos são obrigados a fornecer, em até um dia útil, as seguintes informações a respeito da sua operação de crédito:

         •        Número do contrato;
         •        Saldo devedor atualizado;
         •        Demonstrativo da evolução do saldo devedor;
         •        Modalidade;
         •        Taxa de juros anual, nominal e efetiva;
         •        Prazo total e remanescente;
         •        Sistema de pagamento;
         •        Valor de cada prestação, especificando o valor do principal e dos encargos; e
         •        Data do último vencimento da operação.
7 - Os funcionários das agências bancárias têm que estar preparados para dar todos os esclarecimentos de forma clara para a clientela. Porém, em caso de dificuldades, o Banco Central pode ser procurado. Também é válido visitar o site do órgão.


Dicas práticas para fazer a portabilidade

1 - Antes de qualquer ação, peça ao banco que fez o empréstimo todas as informações necessárias. Conhecendo suas intenções, uma boa negociação pode ter início.

2 - Procure mais de um banco para estudar e comparar as condições oferecidas para a troca. Para começar, pesquise as taxas de juros no site do banco central e depois procure os bancos mais interessantes para ver se as taxas informadas se aplicam ao seu perfil.

3 - Estude bem em que ponto está sua operação de crédito.  Se ela estiver próxima do fim, é possível que a mudança não compense.

4 - Lembre-se de que ao fazer a portabilidade, você estará abrindo uma nova conta. Dificilmente será econômico manter duas ou mais contas correntes que hoje geram custos mensais de manutenção. Neste caso, negocie com o banco que aceitou a portabilidade outras vantagens para passar a operar com ele e encerre a conta com o banco antigo.



Crédito imobiliário

Todas as suas operações de crédito em andamento podem ser revistas, mas uma em especial merece mais atenção: a do crédito imobiliário. Essa modalidade geralmente envolve valores mais elevados e prazos mais longos. Além disso, a operação pode não ter sido feita por meio de seu banco, mas sim pelo banco que financiou a obra para a construtora.  Nessa situação, em que não estão envolvidos outros vínculos com o agente financeiro (banco) a ser substituído, fica mais interessante fazer a portabilidade para o seu banco.

"Pode ser uma boa oportunidade de aumentar o relacionamento com o seu banco e conseguir boas condições em outros produtos com os quais ele opere. Mas não devemos esquecer outros custos que podem inviabilizar a operação do ponto de vista financeiro, tais como o custo de vistoria e avaliação pelo banco que está assumindo a dívida, além das taxas de registro da operação em cartório", alerta Vignoli. Nestes casos, devemos ter em mente alguns cuidados:

         •        As taxas de cadastro para o setor imobiliário podem ser mais caras.
         •        Procure saber antecipadamente os custos de vistoria e avaliação do imóvel.
         •        Podem existir outros custos legais, tais como taxas de registro em cartório.
         •        Lembre-se de que estamos falando de uma operação de longo prazo. Estude com atenção, compare opções de diferentes bancos e não faça nada apressadamente.

O que é o "Meu Bolso Feliz"?


Para contribuir com o aprendizado da educação financeira e despertar o interesse de jovens e crianças, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) lançou o portal Meu Bolso Feliz. A página oferece serviços gratuitos como calculadoras financeiras, simuladores de compras, investimentos, previdências e poupança, além de consultorias individualizadas ao internauta fornecidas pelos economistas e educadores do SPC Brasil.



Fonte: Assessoria de Imprensa do SPC Brasil

sábado, 12 de abril de 2014

Economize na Páscoa com presentes alternativos

O feriado mais doce do ano está chegando e as crianças não veem a hora de ganhar ovos de Páscoa.  O problema é que este produto tão esperado pelos pequenos pode pesar no bolso dos pais e familiares.

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os ovos de Páscoa estão 7,9% mais caros em 2014, além de custarem até seis vezes mais do que barras de chocolate tradicionais. Ou seja, com R$23,00, média de preço de um ovo de 215 gramas, você consegue comprar quase seis barras da mesma marca, que custa R$4.

7,9% mais caro, os ovos de chocolate podem atrapalhar o controle financeiro.
Invista em ideias criativas para adoçar a Semana Santa da família.


Pensando nisso, o Portal Meu Bolso Feliz reuniu quatro ideias criativas para você alegrar a vida das crianças sem desestabilizar suas finanças:

1 – “Desde sempre eu penso em presentes alternativos para minha sobrinha. Já dei saquinhos de confete colorido ou brinquedos simples como cartelas de adesivos ou canetas coloridas. E mais: ela adora a surpresa, afinal, o presente nunca se repete”, Isabel Armesto, 30 anos, dentista.

2 – “Como meu filho não pode comer chocolate ao leite, comecei a pensar em alternativas criativas. Ano passado, por exemplo, eu espalhei saquinhos cheios de bala pela casa. E descobri que o que mais as crianças curtem é a busca pelo prêmio. Por isso, faço pegadas de coelho com talco por todo lado. É o sucesso do domingo de Páscoa”, diz Danielle Cabral Atkins, fisioterapeuta do Rio de Janeiro.

3 – “Minha família é grande e eu adoro presentear meus filhos e sobrinhos. Mas com o preços dos ovos, começou a ficar complicado. Ano passado comprei quatro barras de chocolate sortidos para cada um e embrulhei cada quarteto com celofane colorido. Eles adoraram”, diz Renato Macedo, 42 anos, publicitário de São Paulo.

4 – Doces caseiros costumam ser mais baratos do que os ovos de Páscoa vendidos em supermercados. Bolinhos coloridos, por exemplo, são deliciosos, divertidos e as crianças adoram. “Meu cupcake custa R$6 e, para Páscoa, eu faço uma decoração especial”, diz Márcia Anunziato, dona da doceria É dia de Bolo.

Alguns blogs listam ideias  para divertir os pequenos no próximo feriado. Aqui, escolhemos três deles:

Cryopraxis  

Assim, entre fantasias de coelho, brincadeiras divertidas e algumas lembranças é possível garantir uma Páscoa cheia de novidades para família toda e, claro, sem gastar muito.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

terça-feira, 25 de março de 2014

Dicas para ampliar o diálogo sobre finanças com os filhos

Os conceitos da educação financeira devem ser inicializados desde cedo e praticados dentro de casa. As crianças, jovens e adolescentes precisam ter noção do valor do dinheiro, para que possam ter uma vida financeira mais sustentável e equilibrada. Saber lidar com o dinheiro é uma habilidade essencial para todos os momentos da vida, pessoal e profissional, mas é dentro de casa que se semeia os grandes valores.

Confira as dicas do Portal “Meu Bolso Feliz” para ampliar diálogo entre pais e filhos sobre dinheiro em casa:

  1. 1.   Diálogo em casa:

Em primeiro lugar é preciso fazer com que os filhos entendam que dinheiro “não dá em árvore”, que as coisas são compradas com o dinheiro que é recebido como resultado do trabalho dos pais.
Viver de modo compatível com sua renda também ajuda os filhos a entenderem que é possível viver bem, desde que exista planejamento e controle e que os sonhos podem ser realizados no tempo certo e sem apertar a família.

  1. 2.   Hora das compras

A hora das compras é um bom momento para mostrar que não se pode ter tudo, que as coisas têm preços diferentes e que existe o momento certo para comprá-las.
A ansiedade é um grande inimigo das finanças familiares, pois, muitas vezes, a compra é feita por impulso, para resolver um problema de relacionamento, ou uma birra dos filhos; troca-se uma boa conversa por um presente. Conversar com os filhos sobre finanças pode ser uma boa oportunidade para você mesmo refletir sobre sua organização e controles. O exemplo vem da atitude dos pais. A família só tem a ganhar, no presente e no futuro.

  1. 3.   Momento de certo para falar do assunto

Cada idade vai requerer uma forma diferente de tratar o assunto dinheiro, mas o momento em que já existe a mesada, por exemplo, é quando se deve conversar sobre o controle, uma vez que a mesada mal utilizada vai acabar, e aí é que estaremos num momento de decisão, já que cobrir o “buraco” fará com que os filhos se acostumem com o fato de que alguém sempre cobre a falta de dinheiro. Estaremos criando um futuro usuário do cheque especial
Sempre é possível encontrar a oportunidade de se falar de dinheiro, mas de uma forma leve e não numa reunião familiar para tratar desse assunto no cotidiano. Como quando temos decisões importantes a serem tomadas, como a compra da casa, que podem ser discutidas especificamente para que todos possam não só sentir a importância da conquista, mas também saber que por trás dela existe uma grande responsabilidade.

  1. 4.   Pensando no futuro dos filhos

Previdência Privada é o nome que se dá a uma reserva para o futuro, e esta pode ser feita de várias maneiras, inclusive através da Caderneta de Poupança, caso a família não tenha recursos suficientes para contratar uma Previdência. O importante é poupar sempre, não desprezar os pequenos valores e ter regularidade. Fazer uma poupança para os filhos desde pequenos e mostrar que o dinheiro está crescendo é outra forma de ensinar o valor do dinheiro. Que tal colocar sempre um pedacinho da mesada na poupança?


Fonte: Meu Bolso Feliz - Uma iniciativa do SPC Brasil