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| 15 de setembro, Dia do Cliente: uma homenagem do Sistema CNDL / CDL Surubim. |
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Recuperação de crédito cai 2,22% em junho, mostra indicador SPC Brasil
Resultado reflete a baixa capacidade de pagamento do consumidor brasileiro
O número de dívidas regularizadas, calculado a partir das exclusões dos registros de inadimplência do banco de dados do SPC Brasil, recuou 2,22% em junho de 2014, frente a junho do ano passado. É a quarta queda consecutiva. Em relação a maio deste ano, as regularizações subiram 1,13%. O dado é do Indicador Mensal de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, explica que o recuo do indicador de recuperação de crédito, analisado em conjunto com a inadimplência em alta, sugere uma diminuição da capacidade de pagamento do consumidor brasileiro. "Os indicadores refletem as condições menos favoráveis da atividade econômica tanto para o consumo quanto para a quitação de dívidas. Este cenário é impactado negativamente pela aceleração da inflação, alta dos juros e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirmou.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
terça-feira, 24 de junho de 2014
Vendas do Dia dos Namorados despencam 8,63% em 2014
Segundo os varejistas, abertura da Copa no dia 12 e atual cenário de fraca atividade econômica contribuíram para o pior resultado dos últimos cinco anos
O movimento de vendas no comércio na semana que antecede o Dia dos Namorados, entre os dias 5 e 11 de junho, caiu 8,63% em relação ao mesmo período do ano passado e o setor amargou o pior resultado para a data nos últimos cinco anos. O dado é extraído do banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e divulgado pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
De acordo com as lideranças lojistas, embora os comerciantes brasileiros aguardassem um desempenho fraco, a forte queda surpreendeu até os mais pessimistas. "O comércio já tinha sofrido com resultados historicamente ruins neste ano com as vendas da Páscoa e do Dia das Mães, mas uma queda tão expressiva, de 8,63%, era algo que não estava nas nossas expectativas", disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.
Dia dos Namorados
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Ano
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Vendas
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2014
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-8,63%
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2013
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7,70%
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2012
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9,08%
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2011
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10,80%
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2010
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7,23%
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Segundo presidente da CNDL, não há dúvidas de que o atual cenário de aperto monetário e de inflação elevada tem prejudicado as vendas a prazo. "Além de todo esse contexto econômico, a abertura da Copa do Mundo no dia 12 concorreu com o Dia dos Namorados e, de certa forma, contribuiu com esta queda. É natural que haja um redirecionamento de gastos, ou seja, parte do que ia ser investido no presente e nos encontros românticos foi gasto com comemorações em grupo para a Copa", disse Pellizzaro Junior.
O Dia dos Namorados é a terceira data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal e do Dia das Mães. Os produtos mais procurados nas lojas durante este período são itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, jóias e bijuterias.
Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942
Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181
vinicius.bruno@inpressoficina.segunda-feira, 22 de abril de 2013
Consumidores acima dos 40 anos são mais inadimplentes, revela SPC Brasil
| Levantamento mensal do SPC Brasil mostra ainda que a maior parte das dívidas supera a barreira dos R$ 500
O índice mensal de inadimplência verificado em março pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que pessoas com idade acima dos 40 anos são maioria entre os consumidores inadimplentes e representam pouco mais de 55% do total de CPFs negativados.
A inadimplência no comércio fechou março de 2013 com alta de 10,58% na comparação com igual mês do ano passado, segundo dados da base de registros do SPC Brasil. Faixa etária do inadimplentes em março
Na avaliação da economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos, a constatação mostra que mesmo as pessoas mais ativas no mercado de trabalho e com estabilidade financeira podem enfrentar problemas para honrar determinados compromissos.
“Nesta faixa etária as pessoas já são chefe de família e tem um numero maior de compromissos a pagar, como aluguel, água, luz e etc. Todos esses fatores aliados à falta de planejamento orçamentário impactam negativamente na capacidade de pagamento”, explica a especialista. Valor da dívida Em março, as dívidas mais caras e com valores acima de R$ 500 representaram quase 48% dos calotes, seguidas dos débitos entre R$ 100 e R$ 250 (17,75%). Concentração dos valores das dívidas em março
Para Ana Paula Bastos, as facilidades na concessão de crédito e reduções de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para segmentos de bens de maior valor agregado como automóveis e eletrodomésticos é uma das causas que explica o fato de a inadimplência se concentrar nas faixas de valores elevados.
“Em 2012 houve um grande incentivo para o consumo de produtos da linha branca e financiamento de automóveis, de maneira que ainda há um reflexo de quem realizou as compras e está tendo dificuldades para honrá-las no começo do novo ano”, esclarece a especialista. Para a economista, embora as políticas de estímulo ao consumo tragam impacto positivo para o comércio, elas também acabam contribuindo para o crescimento das compras não planejadas, uma vez que nem todos estão preparados para lidar com o próprio orçamento. Vendas Principal representante do atual modelo brasileiro de desenvolvimento econômico, o consumo interno se manteve forte em março de 2013 e teve crescimento de 12,38% se comparado ao mesmo período de 2013. Na liderança dos que mais realizaram compras a prazo em março estão as pessoas com idade entre 30 e 39 anos (25%) ao lado das mulheres, que representam 57% desses consumidores. A Pesquisa O SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) divulgam, desde janeiro deste ano, informações segmentadas sobre o indicador mensal de inadimplência no comércio brasileiro. O aprofundamento da pesquisa informa o percentual da concentração de consumidores inadimplentes por três cortes específicos: sexo, idade e valor da dívida registrada no banco de dados. O sistema de consultas envolve mais de 150 milhões de cadastros de pessoas físicas (CPFs) em 800 mil pontos de vendas credenciados. Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL |
terça-feira, 12 de março de 2013
Mulheres fazem mais compras emocionais do que homens, aponta estudo do SPC Brasil
Três em cada dez mulheres admitem gastar excessivamente quando estão na TPM. Já a insatisfação com o trabalho é uma das razões que mais influenciam homens
Mulheres tendem a fazer mais compras motivadas por impulsos emocionais do que homens. A conclusão é de um estudo inédito encomendado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para testar as práticas e o grau de conhecimento do brasileiro sobre educação financeira.
De acordo com os dados, 47% das mulheres entrevistadas já realizaram compras por impulso em momentos de tristeza, angústia ou ansiedade. Já entre os homens, este percentual cai para 37% dos casos.

Quando os consumidores admitem comprar movidos por algum impulso, a razão mais prepoderante entre as mulheres é a baixa autoestima (49%) como problemas relacionados à vaidade e insegurança com a própria aparência. Já o público masculino se descontrola nas compras por conta da ansiedade com algum evento que se aproxima como viagens, férias ou festas (45%). Outros pretextos citados por ambos os sexos são tensão pré-menstrual — citado pelas mulheres em 32% dos casos — e situações de crise que envolvem o trabalho — segunda razão mais mencionada pela parcela masculina dos entrevistados (38%).

“Embora os fatores emocionais estejam mais associados às mulheres, a pesquisa detecta que o percentual de homens que faz compras por impulso também é elevado”, afirma a economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos.
Na avaliação da especialista, o gradual processo de inserção de mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, com um maior poder aquisitivo, fez com que elas passassem a consumir não somente para atender as necessidades básicas, mas inclusive, para saciar desejos, fato que sinaliza a necessidade de um aprendizado maior para lidar com o próprio dinheiro.
Como lidam com dinheiro:
De acordo com o levantamento, 43% das mulheres e 41% dos homens chegam ao final do mês sem conseguir guardar nada de seus rendimentos. Dentre os que conseguem poupar, 70% das mulheres e 76% dos homens juntam dinheiro para garantir uma reserva financeira para ser usada em momentos de emergência.
O percentual dos que guardam dinheiro para aplicar em poupança ou comprar bens de consumo duráveis, como casas e automóveis, é maior entre os homens: 41% e 34%, respectivamente, contra 35% e 29% das mulheres.
“Ainda que a participação das mulheres no mercado de consumo tenha aumentado e tomado uma importância cada vez maior, a posição de ambos os sexos no ambiente de trabalho persiste de maneira desigual. Como em média a mulher recebe menos, é natural que ela poupe em razões de emergência, caso fique desempregada ou doente, em detrimento de outros tipos de investimentos mais caros”, explica Ana Paula Bastos.
Planejamento
Quando perguntados se realizam algum planejamento orçamentário, a maioria dos homens afirmou fazer apenas o planejamento pessoal (34%), enquanto a maior parte das mulheres afirmou não fazer qualquer tipo de planejamento (35%).
Na avaliação da especialista, o gradual processo de inserção de mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, com um maior poder aquisitivo, fez com que elas passassem a consumir não somente para atender as necessidades básicas, mas inclusive, para saciar desejos, fato que sinaliza a necessidade de um aprendizado maior para lidar com o próprio dinheiro.
Como lidam com dinheiro:
De acordo com o levantamento, 43% das mulheres e 41% dos homens chegam ao final do mês sem conseguir guardar nada de seus rendimentos. Dentre os que conseguem poupar, 70% das mulheres e 76% dos homens juntam dinheiro para garantir uma reserva financeira para ser usada em momentos de emergência.
O percentual dos que guardam dinheiro para aplicar em poupança ou comprar bens de consumo duráveis, como casas e automóveis, é maior entre os homens: 41% e 34%, respectivamente, contra 35% e 29% das mulheres.
“Ainda que a participação das mulheres no mercado de consumo tenha aumentado e tomado uma importância cada vez maior, a posição de ambos os sexos no ambiente de trabalho persiste de maneira desigual. Como em média a mulher recebe menos, é natural que ela poupe em razões de emergência, caso fique desempregada ou doente, em detrimento de outros tipos de investimentos mais caros”, explica Ana Paula Bastos.
Planejamento
Quando perguntados se realizam algum planejamento orçamentário, a maioria dos homens afirmou fazer apenas o planejamento pessoal (34%), enquanto a maior parte das mulheres afirmou não fazer qualquer tipo de planejamento (35%).

Uma das principais diferenças constatadas pela pesquisa é a maneira com que homens e mulheres controlam suas despesas. 45% dos homens afirmam utilizar uma planilha eletrônica para computar gastos e custos contra apenas 23% do público feminino. As mulheres optam na maior parte dos casos pelo tradicional caderno de anotações (64%), que conta somente com 34% da preferência masculina.
“Como os homens estão inseridos no mercado de trabalho há mais tempo e, por consequência, estão mais habituados ao ambiente dos negócios, eles tendem a utilizar meios de pagamento ou controle de gastos digitais com mais frequência que as mulheres”, esclarece a economista.
“Como os homens estão inseridos no mercado de trabalho há mais tempo e, por consequência, estão mais habituados ao ambiente dos negócios, eles tendem a utilizar meios de pagamento ou controle de gastos digitais com mais frequência que as mulheres”, esclarece a economista.

Controle financeiro
Na avaliação de Ana Paula Bastos, estabelecer um controle orçamentário ajuda o consumidor a ter uma visão mais ampla das pendências financeiras, além de evitar que o dinheiro comprometido com gastos fixos e inadiáveis seja gasto impulsivamente em compras momentâneas.
“Um dos principais problemas associados ao comportamento compulsivo é o risco de endividamento excessivo. Quando as dívidas vão se acumulando e comprometem o dinheiro destinado aos gastos imprescindíveis, como despesas da casa e contas de primeira necessidade, é hora de o consumidor procurar ajuda porque ele pode cair na inadimplência”, alerta a especialista.
Metodologia
Foram ouvidos 646 entrevistados (57% de mulheres e 43% de homens) em todas as capitais brasileiras com alocação em cada capital proporcional ao tamanho da população economicamente ativa (PEA). A margem de erro é de 3,9%.
Na avaliação de Ana Paula Bastos, estabelecer um controle orçamentário ajuda o consumidor a ter uma visão mais ampla das pendências financeiras, além de evitar que o dinheiro comprometido com gastos fixos e inadiáveis seja gasto impulsivamente em compras momentâneas.
“Um dos principais problemas associados ao comportamento compulsivo é o risco de endividamento excessivo. Quando as dívidas vão se acumulando e comprometem o dinheiro destinado aos gastos imprescindíveis, como despesas da casa e contas de primeira necessidade, é hora de o consumidor procurar ajuda porque ele pode cair na inadimplência”, alerta a especialista.
Metodologia
Foram ouvidos 646 entrevistados (57% de mulheres e 43% de homens) em todas as capitais brasileiras com alocação em cada capital proporcional ao tamanho da população economicamente ativa (PEA). A margem de erro é de 3,9%.
Fonte: SPC Brasil
Marcadores:
CNDL,
Compras,
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas,
Estudo do SPC Brasil,
Insatisfação com o trabalho,
Mulheres,
Pesquisa do SPC Brasil,
TPM
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
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