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sábado, 8 de novembro de 2014

Comércio deve contratar 138 mil temporários até o fim do ano, revela pesquisa SPC Brasil

Varejo chama atenção por concentrar cerca de 66% das vagas geradas pela economia.  Salário   pago   por  empresários,  em  média,  será   de  R$ 724

Imagem meramente ilustrativa. Foto: Blog Negócios & Informes
Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) para mapear o perfil do trabalhador temporário procurado pelo comércio no final do ano revela que o setor deve preencher cerca de 138,9 mil vagas até dezembro. De acordo com o estudo, a média de contratações é de quase três (2,98) funcionários por empresa. Para chegar a estas conclusões, o SPC Brasil ouviu 623 empresários em todo o país.

“As festas de fim de ano costumam movimentar praticamente todos os setores da economia, mas o varejo chama a atenção por concentrar cerca de 66% das vagas temporárias geradas em todo o país neste período”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Baixo crescimento

Por outro lado, a pesquisa mostra que a atividade comercial brasileira ? assim como o restante da economia ? tem sofrido os efeitos do baixo crescimento. “79,4% dos varejistas consultados acreditam que o número de contratações temporárias não deve crescer em 2014, em comparação com 2013, o que deixa explícito a baixa confiança do empresariado brasileiro”, avalia Kawauti.

Além disso, segundo a economista, 68,5% dos empresários não pretendem efetivar os temporários depois do vencimento do contrato. “Vale pontuar que para 62,2% dos entrevistados, as contratações devem durar, em média, três meses”, ressalta.

Perfil do temporário

De modo geral, 34,3% dos empresários entrevistados procuram profissionais que têm entre 25 e 34 anos, seguidos pela faixa etária de 18 a 24 anos (28,5%). Quanto à qualificação, a maioria dos comerciantes buscam funcionários que possuam ensino médio, no mínimo. 75,6% das vagas serão oferecidas para as funções de vendedor de loja e balconista. Em seguida aparecem as oportunidades para caixas 31,8%) e estoquistas e repositores (24,6%).

O estudo também procurou identificar as habilidades mais valorizadas na hora de contratar um temporário. Praticamente cinco em cada dez (48,9%) comerciantes citaram o dinamismo (48,9%), responsabilidade (37,8%) e boa comunicação (28,9%) como as características mais importantes para preencher um posto no varejo.

Carga horária e remuneração

Sete em cada dez varejistas (71,4%) procuram funcionários com disponibilidade para trabalhar entre 6 e 8 horas diárias. Já com relação à remuneração, mais da metade (57,4%) do empresariado deve pagar, em média, até um salário mínimo por mês para cada empregado, enquanto que 24,4% afirmam ter intenção de pagar dois salários mínimos. De acordo com a pesquisa, os pagamentos no comércio devem ocorrer por meio de salários e benefícios (32,8%) ou por salários e comissões (31,0%).


Informações à imprensa

Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942
guilherme.dealmeida@inpresspni.com.br


Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181
vinicius.bruno@inpressoficina.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

17% dos casais têm brigas freqüentes quando o assunto é dinheiro, revela SPC Brasil

De acordo com a pesquisa, o percentual de conflitos aumenta para

 23%,quando analisados os casais que têm contas em atraso

Uma pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz mostra que muitos casamentos podem acabar em briga, quando o assunto é dinheiro. O estudo ouviu 656 pessoas de todas as capitais brasileiras para analisar a relação que o consumidor tem com as finanças pessoais e revelou que 16,7% dos brasileiros casados declaram que a maneira como eles gastam o próprio dinheiro é motivo de briga dentro de casa.


De acordo com o estudo, o percentual de casos de conflitos aumenta de 16,7% para 22,7%, quando analisados somente os casais inadimplentes, ou seja, aqueles que estão com contas em atraso. Ao analisar apenas os entrevistados que estão adimplentes -- sem nenhuma conta em atraso -- o percentual cai para 10,7%.

Na avaliação do educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, os números mostram que grande parte dos problemas de relacionamento começa quando o assunto é dinheiro, mas nem sempre isso é percebido claramente pelos casais. "Na maioria dos casos, o dinheiro vem disfarçado nas discussões. Se falta dinheiro para uma saída, o problema pode ser percebido como falta de romantismo. Se não sobra dinheiro para comprar roupas novas, o problema pode serentendido como desleixo do parceiro. Se não há dinheiro para levar os filhos ao cinema, o conflito pode ser percebido como falta de carinho e atenção", afirma.


Para Vignoli, o dinheiro é o pano de fundo nas discussões e raramente se mostra de forma clara como o grande causador de conflitos. Além disso, segundo o especialista, o foco das brigas não é somente a falta de habilidade de lidar com o dinheiro ou de torná-lo suficiente: o excesso dele também pode se transformarem um problema.


"Quando a renda do casal é farta, dificilmente os dois chegam a um consenso sobre os hábitos de consumo de um e de outro e também sobre a melhor forma de administrar as finanças da família. O homem reclama dos gastos supérfluos da mulher, que por sua vez acha que as conquistas do casal estão sendo adiadas pelo desperdício ou pela 'pão durice' do outro, gerando assim mais conflitos", explica o educador.


Sendo assim, Vignoli afirma que o melhor caminho é sempre o da transparência, seguido de traçar objetivos e de fazer um bom planejamento financeiro. "A família precisa parar e sentar para conversar sobre as finanças. Uma relação franca pode revelar que o verdadeiro problema não é a falta de amor, mas sim a de dinheiro. Saber qual é a renda da casa, quem tem dívidas em atraso e principalmente quais são os sonhos e os objetivos de cada um é fundamental para o sucesso financeiro, inclusive para o sucesso do relacionamento", explica Vignoli.


O estudo mostra que a falta de transparência pode resultar em um superendividamento e acabar em inadimplência. "Um em cada dez entrevistados (10,1%) afirmam que não conseguem ceder à pressão dos filhos e acabam endividados. Os filhos também precisam ter conhecimento da situação financeira da famíliar participar das decisões de casa para poderem compreender até onde vai o limite do cartão do pai", afirma o educador.


Disciplina para executar o planejamento

Segundo o estudo, mais de um terço das pessoas entrevistadas (37,8%) deixam de poupar para realizar um sonho. De acordo com o Vignoli, é muito positivo o fato dessas pessoas saberem o que querem, mas também é preciso executar o planejamento para conseguirem conquistar seus sonhos. "Muitas vezes o planejamento vai justamente acusar onde a família precisa enxugar gastos para poupar. Nessa hora é preciso ter disciplina e buscar alternativas que unam a família em torno de um momento e um projeto. Por exemplo: uma ida ao cinema com os filhos, seguida de um lanche no shopping pode ser substituída por um passeio de bicicleta no parque, seguido por um piquenique, que proporcionará um momento diferente e de união familiar", orienta o educador.

Informações à imprensa:

Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942

Vinícius Bruno
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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Copa do Mundo e cenário econômico prejudicam vendas no varejo, mostra SPC Brasil

Aumento do turismo não foi suficiente para expandir as vendas no comércio, que caíram pelo quarto mês seguido. No acumulado do semestre, baixa nas vendas chega a -1,45%

O indicador de vendas a prazo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) repetiu o comportamento de baixa verificado nos últimos quatro meses e recuou 2,06% no mês de junho, em relação ao mesmo período de 2013.



Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior, a coincidência do Dia dos Namorados – a terceira melhor data em faturamento para os comerciantes - com o dia de abertura da Copa do Mundo e os feriados decretados em função do torneio afastaram os consumidores dos estabelecimentos de compras, prejudicando o desempenho das vendas.


“Parcela considerável de trabalhadores foi dispensada pelas empresas no meio da tarde e algumas partidas foram realizadas no sábado, que é considerado um dos dias que mais movimentam o varejo. Além disso, o gasto do consumidor com bens de ticket médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista”, comenta Pellizzaro Junior.


De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado também contribuíram para o resultado. “Os dados reforçam a tendência de perda de fôlego da atividade econômica. Há queda generalizada entre os principais indicadores de confiança da economia, influenciada pelo aumento dos juros, pela inflação resistente e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirma Marcela.

Perdas no semestre

O fraco resultado das vendas a prazo também se repetiu no consolidado do ano. No acumulado do semestre, frente à igual período de 2013, as vendas parceladas acumulam queda de 1,45%. Já na comparação mensal, em geral mais volátil, as vendas caíram 3,71% sobre o mês de maio.

Metodologia

O Indicador de vendas a prazo do Serviço de Proteção ao Crédito tem abrangência nacional e é construído a partir do volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados do SPC Brasil.

Baixe o material completo e a série histórica em 

Informações à imprensa:

Guilherme de Almeida Ferreira
(61) 3213 2030 | (61) 8350 3942

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181

Fonte: SPC Brasil

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Associativismo! Loja Planeta Fashion em Surubim é inaugurada e se torna mais uma associada CDL Surubim

Em Surubim, no último dia 30 de junho a loja Planeta Fashion abriu suas portas. Direcionado com o foco maior para o público infanto juvenil, atende também o público: adulto feminino (íntimos e pijamas). O endereço é na Av. Agamenon Magalhães, 49, centro, Surubim-PE, fone: (81) 3634.4546 

 Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Blog Negócios e Informes.
 Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Reprodução.

Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Reprodução.

Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Reprodução.
Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Reprodução.

Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Reprodução.

Loja Planeta Fashion em Surubim. Foto: Reprodução.

PS: A CDL Surubim oferece esse serviço de divulgação para seus associados, nos envie notícias / matérias para o e-mail: cdlsurubim@hotmail.com e divulgue através de nosso blog e redes sociais. 




quarta-feira, 21 de maio de 2014

Maranhão e Amapá lideram a alta da inadimplência em abril, aponta SPC Brasil

Pesquisa mostra que em 18 estados o aumento da inadimplência foi maior que a média nacional

No mês de abril, os estados do Maranhão e do Amapá se destacaram como as regiões em que houve a maior variação do número de consumidores inadimplentes em todo país. A alta foi de 13,21% e de 13,20%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador mensal de inadimplência regional calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Dentre os cinco estados que registraram o maior crescimento da inadimplência, dois são da região Nordeste - Maranhão (13,21%) e Rio Grande do Norte (11,70%) - dois são da região Norte - Amapá (13,20%) e Acre (12,42%) ,- e um é da região Sul - Paraná (12,74%).

Apenas nove Estados apresentaram avanço menor do que a média nacional (8,60%) de consumidores inadimplentes. São eles: Paraíba (8,57%), Alagoas (8,04%), Rio Grande do Sul (7,92%), Rio de Janeiro (7,70%), Mato Grosso (7,58%), Pará (7,11%), São Paulo (6,96%), Amazonas (5,66%) e Espírito Santo (5,46%).

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, os dados sobre a inadimplência do último mês continuam refletindo as condições menos favoráveis da atividade econômica nacional, impactada negativamente pela elevação da inflação, pelo aperto monetário e pelo crescimento moderado da massa salarial.

Em uma análise mais regionalizada, a economista explica que há vários fatores e peculiaridades regionais que podem, em conjunto, levar um estado a apresentar variações maiores ou menores no número de consumidores inadimplentes. Para o SPC Brasil, fatores como a renda per capta, analisados isoladamente, não são suficientes para chegar a uma justificativa plausível para o crescimento da inadimplência em cada estado. "Por outro lado, notamos condições menos favoráveis ao consumo e ao pagamento de dívidas que são comuns a todas as regiões brasileiras. Nesse sentido, percebe-se que nos estados de regiões onde houve um processo recente de aumento do acesso ao crédito, como Norte e Nordeste, a alta foi mais significativa", avalia a economista.



Média regional de dívidas por consumidor

O indicador do SPC Brasil mostrou queda do número médio de dívidas nas cinco regiões analisadas. Essa tendência de queda reflete o crescimento mais acelerado do número de pessoas inadimplentes em comparação com o avanço do total de dívidas em atraso.

"O cenário atual é de mais critério para concessão de crédito. Por isso, as empresas estão menos dispostas a conceder crédito a quem já tem uma dívida em atraso. Com isso, o número médio de dívidas por pessoa inadimplente está caindo em todas as regiões.", pondera a economista.

O Sul do país continuou a apresentar o maior número médio, 2,242 dívidas por pessoa inadimplente, enquanto a região Norte registrou o menor número médio, 1,930 dívidas por inadimplente.

Santa Catarina (2,50), Sergipe (2,21) e Goiás (2,20) lideram como os Estados em que cada consumidor inadimplente possui o maior número de dívidas atrasadas. Já os estados do Maranhão (1,83), Roraima (1,85) e Mato Grosso do Sul (1,81) apresentam as menores médias nacionais.

A economista explica que, independentemente da tendência de queda do número médio, observa-se que estados mais bancarizados e com maior renda per capita apresentam normalmente maior número médio de dívidas por pessoa, porque ao longo dos últimos anos os moradores dessas regiões tiveram mais oportunidades de endividamento, provenientes justamente do maior acesso ao crédito.



Inadimplência por setor

Os dados mostram que as dívidas bancárias são mais representativas na Região Sudeste (54%), enquanto que, no Norte, a participação dessa categoria de inadimplemento representa 31%. "Os dados confirmam uma maior bancarização nas regiões Norte, onde o setor que concentra a maior parte das dívidas é o comércio", afirma Luiza Rodrigues.

A análise setorial mostra que as dívidas com o setor de bancos mostraram crescimento em todas as regiões, com a maior alta de 7,51% no Nordeste, seguida pela região Norte (6,97%). O crescimento das dívidas de comércio também foi generalizado entre as regiões, com destaque para o Sul do país, onde as dívidas dessa categoria cresceram 5,07%. As dívidas cujos credores são segmentos de comunicação também avançaram em todas as regiões, com destaque para a região Norte, com alta de 15,18%.

No caso das dívidas cujos credores são empresas de água e luz, houve alta em todas as regiões, com exceção do Norte, onde foi registrada uma queda de 6,79% na comparação entre abril de 2014 e abril 2013, e na região Sudeste, que registrou queda de -4,52%.



Metodologia

O novo indicador SPC Brasil e CNDL de inadimplência do consumidor tem abrangência nacional e calcula tanto o número de brasileiros inadimplentes quanto o de dívidas atrasadas.

Baixe o material completo por cada Estado da federação e a série histórica emhttps://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos 

Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

terça-feira, 6 de maio de 2014

Surubim ganha blog com foco em Economia, Negócios e Atualidades

Economia, Negócios,  e Atualidades ganham foco especial no mais novo blog de Surubim. 

Blog Negócios e Informes


Surubim tem o primeiro blog com foco em economia, negócios e atualidades do Agreste Setentrional, o "Negócios & Informes", criado e editado por Luís Fernando Germano (foto).

Luís Fernando Germano é o criador e
editor do blog "Negócios & Informes".
O blog tem como objetivo a divulgação das principais notícias do setor econômico do município de Surubim e cidades circunvizinhas. "Minha ideia é fazer com que o blog sirva como vitrine principalmente para as notícias mais positivas do setor em nossa região, para os empreendimentos de sucesso, enfim, pra tentar preencher essa lacuna na mídia local que, verdade seja dita, tem dado muito pouca visibilidade ao assunto. O leitor será informado sobre os mais diversos fatos e acontecimentos que influenciam nossas vidas", explica Germano.

O blog deve passar por alterações no seu visual nos próximos dias, apresentando um layout ainda mais dinâmico e atrativo, além de outras novidades, mas já vale a pena dar uma conferida por lá: http://negocioseinformes.blogspot.com.br/

Fonte: Mais Casinhas

terça-feira, 7 de maio de 2013

Expo Money terá edição focada no mercado imobiliário

Nos dias 22 e 23 de maio, o Recife Palace Hotel receberá mais de 20 palestras com consultores financeiros, economistas e especialistas em empreendedorismo

Educação financeira, investimentos, carreira e empreendedorismo. Estes e outros temas estarão em evidência durante a sexta edição da Expo Money, o maior evento de educação financeira e investimento da América Latina. Nos dias 22 e 23 de maio, o Recife Palace Hotel receberá mais de 20 palestras com consultores financeiros, economistas e especialistas em empreendedorismo, além de um evento formado por grandes empresas do mercado nacional. 

Neste ano, o tema central do evento, que passará por nove cidades e já existe há mais de uma década, será o mercado imobiliário. Como adquirir a casa própria? O mercado passa por uma bolha imobiliária? Vale a pena investir em fundos imobiliários? Estas serão algumas das questões tratadas pelos experts em suas palestras. A jornalista Mara Luquet, do Jornal da Globo, está entre as convidadas deste ano.




A jornalista Mara Luquet, do Jornal da Globo, está entre as convidadas deste ano



As inscrições para a Expo Money Recife são gratuitas e já podem ser feitas pelo site: www.expomoney.com.br.

Confira algumas das palestras já confirmadas:

22/05 (quarta-feira)

“Você tem mais dinheiro do que imagina. Gestão de orçamento pessoal”
Fábio de Almeida Lopes Araújo, Banco Central

 “O Mapa do Tesouro Direto. Como ser credor do Governo”
Paulo Valle, Tesouro Nacional
 

“Me aposentei, e agora?”
Marinete Veloso, primeira executiva da Renault do Brasil a se aposentar

“Um craque no seu time – como o cartão BNDES pode ajudar a realizar o sonho do pequeno e micro empresário”
(Palestrante a definir)
 

“O caminho para casa. Está na hora de comprar seu imóvel? Vivemos uma bolha? Quais os financiamentos disponíveis?”
Mara Luquet e Luis Gustavo Medina

23/05 (quinta-feira)

“Quem quer ser um milionário? A educação financeira como estratégia para conquistar seus sonhos”
Manoel Horácio da Silva, membro do Conselho do Banco Fator

 
“Cidadão Financeiro – Conheça o Banco Central e veja como ele pode ajudá-lo no seu relacionamento bancário”
Luiz Edson Feltrim, Banco Central

  “Fraudes e Golpes Financeiros, como evitá-los”
Luiz Felipe Lobianco, CVM

  “O que vem por aí. Ações, renda fixa e imóveis, o que está caro e o que está barato”
Luis Gustavo Medina e Mara Luquet entrevistam gestores

“Bate-bola financeiro – Aposentadoria dos craques”
Luis Gustavo Medina e Mara Luquet entrevistam William e Henning Sandtfoss



Fonte: Diário de Pernambuco

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PIB do Brasil cresceu 1,64%, aponta prévia


Percentual foi calculado no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta quarta-feira pela instituição.

Da Agência Brasil

No último mês do ano, a economia estava em ritmo de crescimento menor do que em novembro. De acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), em dezembro, na comparação com o mês anterior, a atividade econômica cresceu 0,26%. Em novembro, a expansão, segundo os dados revisados, ficou em 0,57%. Na comparação entre dezembro de 2012 e o mesmo mês do ano anterior, o crescimento ficou em 1,19%, de acordo com o índice sem ajustes para o período, considerado o mais adequado para esse tipo de comparação.
Os dados trimestrais também mostram desaceleração da economia. No último trimestre do ano passado, comparado com o período anterior de três meses, a expansão ficou em 0,62%, de acordo com os dados ajustados para o período. No terceiro trimestre em relação ao segundo, houve crescimento de 1,12%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar a evolução da atividade econômica brasileira. O acompanhamento do IBC-Br é considerado importante pelo BC para que haja maior compreensão da atividade econômica. Esse acompanhamento também contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, atualmente, em 7,25% ao ano.
Em 2012, o governo adotou uma série de medidas para tentar aquecer a economia, como concessões de rodovias e ferrovias, aumento no limite de contratação de operação de crédito para estados, redução de impostos, entre outras. Além disso, o Copom reduziu a Selic até outubro, ao menor patamar já registrado. Em novembro, decidiu manter a Selic em 7,25% ao ano, o que também ocorreu em janeiro deste ano.

Clima econômico piora no Brasil


Indicadores também caíram na Bolívia, Equador e Venezuela

Da Agência Estado

O clima econômico no Brasil piorou no trimestre encerrado em janeiro de 2013 em comparação ao período de três meses de agosto a outubro do ano passado. Mesmo assim, o ambiente permanece com avaliações favoráveis, segundo o Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE-AL). A sondagem é elaborada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) em parceria com o Instituto alemão Ifo. No Brasil, pioraram tanto as avaliações sobre o presente quanto ao futuro.

O Índice de Situação Atual (ISA) passou de 4,9 pontos, na média do trimestre até outubro de 2012, para 4,6 pontos, na média do trimestre até janeiro de 2013. Na mesma base de comparação, o Índice de Expectativas (IE) passou de 7,3 pontos para 7,2 pontos. "A piora na avaliação da situação atual esteve associada ao consumo, enquanto nas expectativas esteve associada à ligeira piora na avaliação dos investimentos", explica o Ibre/FGV, em comunicado.

Em condição semelhante à do Brasil estão a Bolívia, o Equador e a Venezuela, que apresentaram queda nos seus indicadores de clima econômico, embora a Bolívia e o Brasil tenham permanecido com avaliações favoráveis.

A sondagem mostra ainda que, na Argentina, o sinal é de melhora, liderada pelas expectativas, mas a avaliação da situação atual continua ruim. Os destaques positivos da pesquisa, entre os países da América Latina, foram o Chile, o México, o Uruguai, o Peru e o Paraguai, que demonstraram melhora no indicador.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Brasil é o 4º mais intervencionista no câmbio, diz HSBC


Além de medidas tradicionais de política monetária como corte de juros, estudo diz que ?a regulamentação tornou-se a tática adicional favorita dos emergentes?

Da Agência Estado

O Brasil deixou de ser um dos países mais ativos na proteção de sua moeda. A constatação é de um estudo divulgado na quarta-feira (13): o Ranking da Guerra Cambial. Produzido pela equipe de pesquisa global do banco britânico HSBC, o levantamento compara 36 moedas e a ação desses países no mercado. De zero a dez, o Brasil ficou com sete pontos na contagem dos mais intervencionistas no câmbio - o que lhe rendeu o quarto lugar da lista. Com dez pontos, Japão e Suíça dividem o título de mais ativos na defesa de suas moedas.

No estudo, economistas do HSBC compararam o comportamento de 35 países e também da União Europeia nos últimos 12 meses. Levaram em conta desde aspectos subjetivos, como os discursos e a retórica dos líderes econômicos, até itens comparáveis, como taxa de juro, volume de intervenções diretas, medidas regulamentares e programas de relaxamento quantitativo.

Feita a comparação, o Brasil recebeu sete pontos em uma escala que varia de zero - o menos intervencionista - até dez - o mais ativo possível. Além de medidas tradicionais de política monetária como corte de juros, o estudo diz que “a regulamentação tornou-se a tática adicional favorita dos emergentes”. O HSBC dá como exemplos a mudança de alíquotas de impostos ou novas regras para o mercado. “O Brasil é um exemplo notável disso, onde novas alíquotas passaram a ser cobradas em operações financeiras que estavam pressionando o real.”

Com sete pontos, o Brasil divide o 4º lugar no ranking com o Peru e Taiwan. À frente estão Colômbia, Venezuela e Turquia, com oito pontos, e Argentina, com nove pontos, além dos líderes Japão e Suíça, que têm a pontuação máxima.
QUEDA - No ano passado, o Brasil era mais intervencionista e estava em segundo lugar, atrás apenas da Suíça. “Um ano atrás, a intervenção era maior e visava enfraquecer o real. Agora, há uma ação de duas vias para manter a relação entre o dólar e o real em um intervalo”, diz o estudo, que sinaliza que o menor esforço brasileiro tem a ver com a cotação do dólar no Brasil que, nos últimos meses, tem oscilado entre R$ 1,95 e R$ 2,05.

Outro fator que explica o Brasil menos ativo é o custo dessa intervenção. “Uma moeda mais fraca pode aumentar a inflação. O Brasil usou sua moeda para estimular o crescimento, mas recentemente reconheceu que o impacto negativo disso é ter mais inflação”, diz o relatório. Diante desse custo para a economia, o HSBC prevê que o governo brasileiro passará a agir de maneira “mais suave”.

Atrás do Brasil no ranking estão todos os outros grandes emergentes e também as economias maduras: os Estados Unidos têm seis pontos, China e Reino Unido têm quatro pontos, Rússia e Chile fizeram três pontos e a Índia tem apenas um ponto. Na lanterna, Canadá, México e África do Sul têm zero ponto e recebem o título de menos intervencionistas no mercado cambial.

As perspectivas de curto prazo para a guerra cambial não são muito otimistas. Para o banco, atualmente são maiores as chances de um recrudescimento da disputa de moedas nos próximos meses, especialmente com uma possível reação do Banco Central Europeu e de países produtores de commodities. O estudo, porém, não cita quais os países produtores de produtos básicos poderiam reagir.