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quinta-feira, 24 de julho de 2014

CNDL e SPC Brasil projetam o Dia dos Pais


Varejo  espera vendas tímidas  e  consumidor  cauteloso.  Segundo  lojistas,
juro alto encarece o crédito e inflação corrói o poder de compra do brasileiro


Os comerciantes brasileiros estão pouco otimistas quanto ao resultado das vendas do Dia dos Pais, comemorado no dia 11 de agosto, e aguardam um crescimento tímido de 1% sobre as vendas do ano passado.  Nos anos anteriores, as expansões foram de 3,78% (2013), 4,75% (2012); 6,86% (2011) e 10% (2010), de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). O resultado leva em conta as vendas parceladas realizadas na semana que antecede o Dia dos Pais, entre 3 e 10 de agosto.



Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a retração das vendas a prazo está sendo sentida pelos varejistas brasileiros, que no primeiro semestre de 2014, amargaram desacelerações em todas as datas comemorativas.

"Este ano a expectativa é de um crescimento de 1%. Apesar do incremento, estamos projetando um quarto do desempenho que tivemos no ano passado. Fatores como a alta dos juros, que encarece o crédito, e a inflação elevada, que corrói o salário do consumidor, são determinantes para deixar o brasileiro mais cauteloso", explica Roque Pellizzaro Junior.

Comemorado no segundo domingo do mês de agosto, o Dia dos Pais tradicionalmente movimenta os setores de vestuário, calçados, eletrônicos, bebidas e perfumaria.

Informações à imprensa:


Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942
guilherme.dealmeida@inpressoficina.com.br

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181
vinicius.bruno@inpressoficina.com.br








segunda-feira, 7 de julho de 2014

Copa do Mundo e cenário econômico prejudicam vendas no varejo, mostra SPC Brasil

Aumento do turismo não foi suficiente para expandir as vendas no comércio, que caíram pelo quarto mês seguido. No acumulado do semestre, baixa nas vendas chega a -1,45%

O indicador de vendas a prazo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) repetiu o comportamento de baixa verificado nos últimos quatro meses e recuou 2,06% no mês de junho, em relação ao mesmo período de 2013.



Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior, a coincidência do Dia dos Namorados – a terceira melhor data em faturamento para os comerciantes - com o dia de abertura da Copa do Mundo e os feriados decretados em função do torneio afastaram os consumidores dos estabelecimentos de compras, prejudicando o desempenho das vendas.


“Parcela considerável de trabalhadores foi dispensada pelas empresas no meio da tarde e algumas partidas foram realizadas no sábado, que é considerado um dos dias que mais movimentam o varejo. Além disso, o gasto do consumidor com bens de ticket médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista”, comenta Pellizzaro Junior.


De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado também contribuíram para o resultado. “Os dados reforçam a tendência de perda de fôlego da atividade econômica. Há queda generalizada entre os principais indicadores de confiança da economia, influenciada pelo aumento dos juros, pela inflação resistente e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirma Marcela.

Perdas no semestre

O fraco resultado das vendas a prazo também se repetiu no consolidado do ano. No acumulado do semestre, frente à igual período de 2013, as vendas parceladas acumulam queda de 1,45%. Já na comparação mensal, em geral mais volátil, as vendas caíram 3,71% sobre o mês de maio.

Metodologia

O Indicador de vendas a prazo do Serviço de Proteção ao Crédito tem abrangência nacional e é construído a partir do volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados do SPC Brasil.

Baixe o material completo e a série histórica em 

Informações à imprensa:

Guilherme de Almeida Ferreira
(61) 3213 2030 | (61) 8350 3942

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181

Fonte: SPC Brasil

terça-feira, 24 de junho de 2014

Regularização de dívidas em atraso volta a cair em maio, mostra indicador SPC Brasil

Número de consumidores que 'limparam o nome'   registra terceira queda consecutiva. No acumulado do ano, a baixa é de -1,11%

O número de dívidas regularizadas, calculado a partir das exclusões dos registros de inadimplência do banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), recuou -5,73% em maio de 2014, frente a maio do ano passado. Em relação a abril deste ano, sem ajuste sazonal, o volume de quitações de dívidas teve um resultado melhor e subiu +3,84%,recuperando-se em relação a queda de -0,18% observada na comparação entre abril e março. O dado é do Indicador Mensal de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).


A queda na base anual, embora menor do que a contração observada em abril deste ano (-6,53%) dá continuidade à tendência de piora do indicador verificada desde o início de 2014. De acordo com o SPC Brasil, é o terceiro mês consecutivo que cai o número de pessoas que 'limparam' seus nomes.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, apesar dos números mais positivos do mês quando comparados ao observado em abril, ainda não é possível afirmar que os dados sinalizam uma reversão da tendência de melhora no indicador de recuperação de crédito. A comparação do dado acumulado nos cinco primeiros meses de 2014 com o mesmo período do ano passado revela queda de -1,11%.


"Os indicadores refletem as condições menos favoráveis da atividade econômica tanto para o consumo quanto para o pagamento de dívidas. Com o rendimento dos trabalhadores crescendo menos e a inflação e juros em alta, o consumidor vê a sua capacidade de pagamento se deteriorar, o que torna ainda mais difícil quitar ou renegociar as dívidas em atraso", afirma Pellizzaro Junior.


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terça-feira, 18 de março de 2014

Qual é a importância do fim da substituição tributária para o Brasil?

Durante muitos anos a taxa de sobrevivência das pequenas empresas brasileiras era assustadora. Segundo um estudo do Sebrae sobre o tema, no começo dos anos 2000, nem 30% dos negócios sobreviviam aos primeiros dois anos. Por outro lado, um relatório mais recente, também do Sebrae, mostra que essa realidade mudou drasticamente.

Hoje em dia, quase 15 anos depois, a taxa de sobrevivência das empresas é de 80%. Apesar de a sobrevivência ser apenas um dos indicadores de sucesso para pequenas empresas, esta taxa indica que os empresários brasileiros têm superado os dois primeiros anos mais duros do negócio, quando geralmente não se tem clientela formada e nem muita expertise no negócio.

Muitas dessas conquistas para o setor varejista só foram possíveis graças ao Simples Nacional, um sistema de tributação diferenciado e simplificado, que consolida uma série de tributos (federais, estaduais e municipais) em um único recolhimento, facilitando a vida dos pequenos empresários. Atualmente este sistema é usado por 86% das empresas de pequeno porte. Apesar deste modelo ter trazido muitos benefícios, ele pode melhorar ainda mais.

É que no pacote do Simples elas levam junto a substituição tributária, aplicada ao Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o principal tributo pago pelos varejistas. Acontece que todo benefício do Simples Nacional é rasgado no momento que há a substituição tributária, já que o ICMS é quitado no ato da compra, e não no momento da venda, o que gera transtorno no fluxo de caixa. Em papelarias, por exemplo, 99% dos produtos têm a substituição.

O empresário perde muito em competitividade. As micro e pequenas empresas fazem parte do segmento da economia que mais emprega, o que consequentemente traz mais investimentos, gera renda e mais desenvolvimento para o Brasil. No entanto, em vez de serem desoneradas, essas empresas estão pagando ainda mais impostos.

O projeto que propõe o fim do mecanismo da substituição tributária para essas empresas foi aprovado em dezembro pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados e deve ir à votação em Plenário até o mês de março. A CNDL, com a ajuda de importantes nomes do Poder Executivo e do movimento lojista, está confiante e espera aprovar o fim da substituição tributária junto ao Congresso Nacional. Se aprovado, este novo modelo só irá contribuir para o fortalecimento do comércio varejista, que tem se mostrado a principal mola propulsora da economia brasileira.

* Roque Pellizzaro Junior
Presidente da CNDL 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Presidente da CNDL, leva pleitos do Movimento Lojista para ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti

Com cobertura da Agência Adjori, em Brasília, presidente da CNDL pede à ministra apoio para mudar Lei Geral da Micro e Pequena Empresa


Encontro entre a ministra e o presidente da CNDL
ocorreu no Palácio do Planalto
O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, o catarinense Roque Pellizzaro Júnior, levou nesta sexta-feira (7) as reivindicações do Movimento Lojista à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, em audiência no Palácio do Planalto, com a cobertura da Agência Adjori de Jornalismo. Roque solicitou também à ministra uma audiência com a presidente Dilma Rousseff, não só para pedir apoio às mudanças da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, como também para convidar a presidente para a abertura do 54ª. Convenção Nacional do Comércio Lojista, a ser realizada de 17 a 20 de setembro na Costa do Sauipe, na Bahia.

Na audiência, Roque Pellizzaro Júnior discutiu com a ministra a tramitação das mudanças da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, cujas alterações foram aprovadas na comissão especial da Câmara dos Deputados, em dezembro do ano passado. “Esperamos que até maio a proposta possa ser votada no plenário”, disse o presidente da CNDL à ministra, que por sua vez colocou que “essas mudanças provocam desonerações que precisam ser bem calculadas num ano econômico como este e precisamos saber se o Governo Federal tem condições de arcar com essa desoneração”.

A ministra lembrou ainda que as alterações derrubam a chamada “substituição tributária” instituída pelos Estados para ampliar a arrecadação “e assim nós estamos mexendo também com os 27 entes federativos, os Estados, que também sofreriam queda de arrecadação”, disse a ministra. O presidente da CNDL contrapôs que o fim da substituição tributária para todas as empresas optantes do Simples é a única solução para acabar com “falências e desemprego na área do varejo, que em 86% é constituído de pequenas e micro empresas”. Mas concordou com a ministra, que disse ser preciso ampliar a mesa de negociação, “trazendo também os governadores”, sem esquecer “que o Governo Federal tem a clareza de que as pequenas e micro empresas são as grandes propulsoras do emprego no país”.

A ministra Ideli gostou da proposta apresentada pelo presidente da CNDL de uma “implantação gradual, a prazo, como aliás os comerciantes estão acostumados a fazer com seu próprio negócio”. Roque disse que as alterações são fundamentais para a sobrevivência do setor lojista, mas afirmou que não tira “as razões do Governo Federal e até dos Estados sobre a dificuldade de uma desoneração de uma vez só”. Lembrou ainda que a CNDL reúne 1.700 Câmaras de Dirigentes Lojistas em todo o país e que o setor cresceu 4,2% no ano passado (“bem acima do PIB nacional”) e que “vai crescer da mesma maneira agora em 2014”.

O presidente da CNDL pediu à ministra que transmitisse os parabéns e os agradecimentos da CNDL e do Movimento Lojista à presidente Dilma “por uma série de medidas tomadas que beneficiam o nosso setor”. E fez questão de destacar o papel do ministro Afif Domingos, da Micro e Pequena Empresa, “que tem liderado as lutas do nosso Movimento e tem trabalhado incansavelmente para ver aprovadas as mudanças que ele próprio propôs para o Simples, em nome do Governo Federal”. 

Fonte: Agência Adjori de Jornalismo. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Presidente da CNDL participa de reunião com o Ministro da MPE

O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, esteve reunido na tarde desta quinta-feira, 23 de janeiro, com o Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos. Entre os assuntos em pauta estiverem a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, bem como a Substituição Tributária, além dos próximos passos a serem dados a respeito do assunto.

Outro assunto em pauta foi o programa e-social do Governo Federal, que visa unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus associados. O presidente da CNDL lembrou que o programa pode trazer uma série de dificuldades para as Micro e Pequenas Empresas, principalmente com relação a tecnologia e internet. O Ministro afirmou estar atento e vai acompanhar junto com a Confederação esta questão.


Participaram ainda do encontro o presidente da Conbral, Ennius Muniz; a presidente da Associação Brasileira de Perfumaria Seletiva e Multimarcas, Adriana Carina.


















Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Confira os presentes que serão mais vendidos no Natal

Segundo Roque Pellizzaro Jr., presidente da CNDL, o consumidor brasileiro este ano deve gastar mais com presentes e alimentação.

O cenário está positivo para o comércio varejista. Segundo Roque Pellizzaro Jr., presidente da CNDL -- Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, o consumidor brasileiro este ano deve gastar mais com presentes e alimentação. "A intenção de gasto médio por compra também aumentou: passou de R$ 86,59 em 2012, para R$ 111,39 em 2013", explica. Para o presidente, os segmentos que ganham mais destaque são os de vestuário e calçados. Já o varejo alimentar, deve receber uma demanda muito grande de itens que fazem parte do cardápio de festas familiares e corporativas, como, panetones, carnes, peixes, nozes e bebidas.



Segundo levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e CNDL, um dos motivos para o crescimento, é a melhora da situação financeira dos brasileiros. Na avaliação, 57% dos entrevistados afirmaram que a renda pessoal aumentou de 2012 pra cá. Já as formas de pagamento mais utilizadas, segundo os entrevistados, serão o dinheiro (57%), cartão de crédito parcelado (16%), cartão de débito (12%) e cartão de crédito à vista (9%). Os locais preferidos para as compras devem ser os shoppings (44%), seguidos pelo comércio de rua (26%), lojas de departamento (11%) e lojas online (9%).


Fonte: Giro News Online / Foto: Os Mais.com

sábado, 11 de maio de 2013

Presidente da CNDL participa de posse no Palácio do Planalto

O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, foi empossado pela presidente da República, Dilma Rousseff. O evento contou com a presença de diversos ministros do Governo, parlamentares e empresários, como o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.

Durante discurso, o novo ministro falou sobre os desafios ao assumir a Pasta. Um deles está relacionado à abertura e encerramento de empresas, o que hoje ele considera uma ‘má burocratização’. “Excesso de burocracia é um grande biombo da corrupção. É como o colesterol, tem o bom e tem o ruim. E nós vamos combater a burocracia”, finalizou.

A presidente Dilma Rousseff ressaltou a importância do setor para o país, afirmando que a microempresa é essencial para a sociedade. A presidente lembrou ainda que a pasta foi criada, principalmente, para combater a burocratização. “Todo mundo sofre com a burocracia, mas quem mais sofre são as pequenas e médias empresas. Há a péssima burocracia, que em vez de dar suporte, ou ajudar a desenvolver, trava”, disse.

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, não tinha melhor nome entre os indicados e a criação desta Pasta, vai beneficiar ainda mais o varejo. “Existem alguns pontos que precisam de uma representatividade maior para que as conquistas do varejo sejam atingidas”, complementou.

A posse aconteceu nesta quinta-feira, 09 de maio, no Palácio do Planalto, em Brasília.


Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Comércio aposta em manutenção da taxa Selic na reunião do Copom desta quarta-feira


Presidente da CNDL defende “sacrifício político” e redução do gasto público para conter a inflação no Brasil: “Aumento da taxa de juros deve ser usado em último caso”
A expectativa dos líderes da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é de que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decida, nesta quarta-feira (17/4), manter a taxa básica de juros no atual patamar de 7,25%.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o aumento da taxa Selic é um recurso válido para conter a alta dos preços no Brasil, no entanto, esta decisão, que é ruim para o comércio, pode ser adiada, já que o recuo no preço dos alimentos medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) nas primeiras semanas de abril já mostra que a inflação vem dando sinais de trégua por si só.
“Os números mostram que o custo de vida das famílias diminuiu no começo de abril. Além disso, o recente atentado em Boston, nos Estados Unidos, fez o preço das commodities passar por um resfriamento. Dessa forma, a inflação vai recuando automaticamente e a decisão de aumentar os juros pode ser adiada”, avalia Pellizzaro Junior.


Fonte: JC Online