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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Meu Bolso Feliz | Perfil do consumidor consciente

Meu Bolso Feliz | Perfil do consumidor consciente. Foto: Divulgação / Portal Meu Bolso Feliz
O consumidor consciente é aquele que:

- Quando vai comprar qualquer produto, leva em conta o cuidado com o meio ambiente e até com os animais.

- Planeja suas compras antes de fazê-las;

- Não compra por impulso;

- Sabe utilizar o crédito de maneira consciente e equilibrada;

- Sabe que cada ato de consumo implica escolhas importantes, que têm reflexos na vida da comunidade em que vive;

- Se preocupa com o preço e qualidade do produto e não se torna um refém das marcas;

- Sabe que o consumo não é um ato puramente individual – ele tem consequências para a vida de outras pessoas;

- Sabe que cada ato de consumo tem impactos para ele próprio, para as outras pessoas, para o meio-ambiente;

- Se preocupa em buscar o equilíbrio entre satisfação pessoal e sustentabilidade quando consome;

- Busca divulgar as práticas de consumo consciente.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

17% dos casais têm brigas freqüentes quando o assunto é dinheiro, revela SPC Brasil

De acordo com a pesquisa, o percentual de conflitos aumenta para

 23%,quando analisados os casais que têm contas em atraso

Uma pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz mostra que muitos casamentos podem acabar em briga, quando o assunto é dinheiro. O estudo ouviu 656 pessoas de todas as capitais brasileiras para analisar a relação que o consumidor tem com as finanças pessoais e revelou que 16,7% dos brasileiros casados declaram que a maneira como eles gastam o próprio dinheiro é motivo de briga dentro de casa.


De acordo com o estudo, o percentual de casos de conflitos aumenta de 16,7% para 22,7%, quando analisados somente os casais inadimplentes, ou seja, aqueles que estão com contas em atraso. Ao analisar apenas os entrevistados que estão adimplentes -- sem nenhuma conta em atraso -- o percentual cai para 10,7%.

Na avaliação do educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, os números mostram que grande parte dos problemas de relacionamento começa quando o assunto é dinheiro, mas nem sempre isso é percebido claramente pelos casais. "Na maioria dos casos, o dinheiro vem disfarçado nas discussões. Se falta dinheiro para uma saída, o problema pode ser percebido como falta de romantismo. Se não sobra dinheiro para comprar roupas novas, o problema pode serentendido como desleixo do parceiro. Se não há dinheiro para levar os filhos ao cinema, o conflito pode ser percebido como falta de carinho e atenção", afirma.


Para Vignoli, o dinheiro é o pano de fundo nas discussões e raramente se mostra de forma clara como o grande causador de conflitos. Além disso, segundo o especialista, o foco das brigas não é somente a falta de habilidade de lidar com o dinheiro ou de torná-lo suficiente: o excesso dele também pode se transformarem um problema.


"Quando a renda do casal é farta, dificilmente os dois chegam a um consenso sobre os hábitos de consumo de um e de outro e também sobre a melhor forma de administrar as finanças da família. O homem reclama dos gastos supérfluos da mulher, que por sua vez acha que as conquistas do casal estão sendo adiadas pelo desperdício ou pela 'pão durice' do outro, gerando assim mais conflitos", explica o educador.


Sendo assim, Vignoli afirma que o melhor caminho é sempre o da transparência, seguido de traçar objetivos e de fazer um bom planejamento financeiro. "A família precisa parar e sentar para conversar sobre as finanças. Uma relação franca pode revelar que o verdadeiro problema não é a falta de amor, mas sim a de dinheiro. Saber qual é a renda da casa, quem tem dívidas em atraso e principalmente quais são os sonhos e os objetivos de cada um é fundamental para o sucesso financeiro, inclusive para o sucesso do relacionamento", explica Vignoli.


O estudo mostra que a falta de transparência pode resultar em um superendividamento e acabar em inadimplência. "Um em cada dez entrevistados (10,1%) afirmam que não conseguem ceder à pressão dos filhos e acabam endividados. Os filhos também precisam ter conhecimento da situação financeira da famíliar participar das decisões de casa para poderem compreender até onde vai o limite do cartão do pai", afirma o educador.


Disciplina para executar o planejamento

Segundo o estudo, mais de um terço das pessoas entrevistadas (37,8%) deixam de poupar para realizar um sonho. De acordo com o Vignoli, é muito positivo o fato dessas pessoas saberem o que querem, mas também é preciso executar o planejamento para conseguirem conquistar seus sonhos. "Muitas vezes o planejamento vai justamente acusar onde a família precisa enxugar gastos para poupar. Nessa hora é preciso ter disciplina e buscar alternativas que unam a família em torno de um momento e um projeto. Por exemplo: uma ida ao cinema com os filhos, seguida de um lanche no shopping pode ser substituída por um passeio de bicicleta no parque, seguido por um piquenique, que proporcionará um momento diferente e de união familiar", orienta o educador.

Informações à imprensa:

Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Saiba como baratear seu financiamento com a portabilidade do crédito


Portal 'Meu Bolso Feliz' dá dicas de como melhorar as condições do seu atual financiamento usando a nova regulamentação do Banco Central 


Você tem uma dívida e está achando os juros muito altos? Segundo especialistas doPortal Meu Bolso Feliz -- iniciativa de Educação Financeira do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) -- a solução pode estar na nova regulamentação criada pelo Banco Central, a Portabilidade do Crédito. De acordo com as novas regras, que entraram em vigor neste mês, se você estiver nessa situação e encontrar um banco que aceite financiá-lo em condições melhores que as do seu banco atual, você pode "mudar" sua dívida de um banco para o outro, melhorar as condições de seus empréstimos, reduzir seus custos e, até, quitá-los.
Mas fique atento a um detalhe: para que a mudança aconteça, você precisa encontrar um banco que aceite "comprar" sua dívida. O banco de destino (aquele para o qual se deseja fazer a portabilidade) estará adquirindo a sua pendência financeira. Entendido isso, podemos imaginar que o novo banco não vai querer comprar, por exemplo, um débito que esteja em atraso. "A portabilidade foi criada para que as pessoas possam procurar melhores condições de custo durante a vigência de um empréstimo e não para resolver seus problemas de caixa", explica José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz. 


Para entender melhor

Você tem uma dívida de R$ 10.000 no banco de origem, na modalidade "crédito pessoal não consignado", com taxa de juros de 7% ao mês e prazo de 24 meses. Nessa situação, você está pagando uma parcela de aproximadamente R$ 872. Se o banco de destino lhe oferecer uma proposta de receber o empréstimo, cobrando 5% de taxa de juros, a parcela cairá 16,9%, para R$ 725.

Para que a portabilidade aconteça, pelas novas regras, o banco de destino deverá enviar ao banco de origem um formulário com sua proposta. O banco de origem poderá fazer uma contraproposta e, se esta não for aceita pelo consumidor, a portabilidade ocorrerá sem custos ao devedor. Assim, o banco de destino pagará a dívida ao banco de origem por meio eletrônico e você passará a dever apenas para este banco de destino.


Ficou interessado? Então, atente às regras:

1 - Todas as operações de crédito são passíveis de serem transferidas para outra instituição financeira, desde o consignado (INSS, público e privado), crédito direto ao consumidor (CDC), crédito pessoal, financiamento de veículos e até o crédito imobiliário.

2 - Ao procurar outro banco para transferir sua dívida, o cliente deve estar ciente de que este não é obrigado a aceitar a troca, uma vez que o seu perfil como novo cliente pode não interessar.

3 - A regulamentação exige que a portabilidade seja feita por meio eletrônico em todos os casos.

4 - O banco pode não querer receber um cliente que venha apenas com um empréstimo, pedindo em contrapartida outras operações ou a aquisição de produtos. Não são permitidas as chamadas "operações casadas". No entanto, o banco de interesse não é obrigado a aceitar a portabilidade.  "Por esse motivo, vale sempre avaliar o relacionamento que existe entre você e o seu banco atual, e as eventuais vantagens que podem ser perdidas com a realização de uma portabilidade. Não adianta ganhar de um lado e perder de outro", aconselha Vignoli.

5 - Nada além da taxa de juros e da eventual taxa de administração pode ser mudado. A intenção é que o valor de sua prestação caia por causa da taxa de juros menor. Um prazo mais longo poderia "maquiar" o valor de sua prestação. Então, não confunda portabilidade com uma nova operação.

6 - Quando solicitados, os bancos são obrigados a fornecer, em até um dia útil, as seguintes informações a respeito da sua operação de crédito:

         •        Número do contrato;
         •        Saldo devedor atualizado;
         •        Demonstrativo da evolução do saldo devedor;
         •        Modalidade;
         •        Taxa de juros anual, nominal e efetiva;
         •        Prazo total e remanescente;
         •        Sistema de pagamento;
         •        Valor de cada prestação, especificando o valor do principal e dos encargos; e
         •        Data do último vencimento da operação.
7 - Os funcionários das agências bancárias têm que estar preparados para dar todos os esclarecimentos de forma clara para a clientela. Porém, em caso de dificuldades, o Banco Central pode ser procurado. Também é válido visitar o site do órgão.


Dicas práticas para fazer a portabilidade

1 - Antes de qualquer ação, peça ao banco que fez o empréstimo todas as informações necessárias. Conhecendo suas intenções, uma boa negociação pode ter início.

2 - Procure mais de um banco para estudar e comparar as condições oferecidas para a troca. Para começar, pesquise as taxas de juros no site do banco central e depois procure os bancos mais interessantes para ver se as taxas informadas se aplicam ao seu perfil.

3 - Estude bem em que ponto está sua operação de crédito.  Se ela estiver próxima do fim, é possível que a mudança não compense.

4 - Lembre-se de que ao fazer a portabilidade, você estará abrindo uma nova conta. Dificilmente será econômico manter duas ou mais contas correntes que hoje geram custos mensais de manutenção. Neste caso, negocie com o banco que aceitou a portabilidade outras vantagens para passar a operar com ele e encerre a conta com o banco antigo.



Crédito imobiliário

Todas as suas operações de crédito em andamento podem ser revistas, mas uma em especial merece mais atenção: a do crédito imobiliário. Essa modalidade geralmente envolve valores mais elevados e prazos mais longos. Além disso, a operação pode não ter sido feita por meio de seu banco, mas sim pelo banco que financiou a obra para a construtora.  Nessa situação, em que não estão envolvidos outros vínculos com o agente financeiro (banco) a ser substituído, fica mais interessante fazer a portabilidade para o seu banco.

"Pode ser uma boa oportunidade de aumentar o relacionamento com o seu banco e conseguir boas condições em outros produtos com os quais ele opere. Mas não devemos esquecer outros custos que podem inviabilizar a operação do ponto de vista financeiro, tais como o custo de vistoria e avaliação pelo banco que está assumindo a dívida, além das taxas de registro da operação em cartório", alerta Vignoli. Nestes casos, devemos ter em mente alguns cuidados:

         •        As taxas de cadastro para o setor imobiliário podem ser mais caras.
         •        Procure saber antecipadamente os custos de vistoria e avaliação do imóvel.
         •        Podem existir outros custos legais, tais como taxas de registro em cartório.
         •        Lembre-se de que estamos falando de uma operação de longo prazo. Estude com atenção, compare opções de diferentes bancos e não faça nada apressadamente.

O que é o "Meu Bolso Feliz"?


Para contribuir com o aprendizado da educação financeira e despertar o interesse de jovens e crianças, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) lançou o portal Meu Bolso Feliz. A página oferece serviços gratuitos como calculadoras financeiras, simuladores de compras, investimentos, previdências e poupança, além de consultorias individualizadas ao internauta fornecidas pelos economistas e educadores do SPC Brasil.



Fonte: Assessoria de Imprensa do SPC Brasil

Brasileiro prefere parcelar e não controla gastos

12% dos brasileiros acreditam que só conseguem comprar tudo o que querem porque parcelam

e  fazem  empréstimos. O  Meu  Bolso  Feliz  dá  dicas  para  comprar sem comprometer a renda



Um estudo feito pelo portal Meu Bolso Feliz, uma iniciativa de Educação Financeira do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), mostrou que 45% dos brasileiros não veriam problema em viver sem crédito e ter de pagar tudo à vista. Porém, 12% acreditam que só conseguem comprar tudo que precisam com a ajuda de parcelamentos e empréstimos. E mais: 35% da população não consulta seu extrato antes de ir às compras.



Comprar à vista ou a prazo é uma dúvida bem comum, mas nem deveria ser, garante Luiza Rodrigues, economista do SPC Brasil. "Pagar algo à vista sempre vale a pena porque a pessoa não pagará juros, pode ter algum desconto e garante maior controle de seus gastos", avalia. Então, por lógica, o consumidor deveria pesquisar o preço do que deseja adquirir, juntar o dinheiro necessário, negociar na hora de efetuar o pagamento no ato e pronto! Seria simples assim se o brasileiro não fosse tão apaixonado por prestações, como concluiu a pesquisa realizada pelo SPC Brasil.



Mas, junto com o desejo de compra e o alto número de produtos parcelados, vem a falta de organização financeira. O estudo ainda concluiu que grande parte dos brasileiros conta com o crédito oferecido pelo banco como parte da renda mensal, não sabem quanto tem de despesas e ainda sobrepõe parcelas de compras diversas, o que, muitas vezes, suja o nome da pessoa. A prova disso é a base de registros do SPC Brasil que apresentou um aumento de 8,60% no número de pessoas inadimplentes em abril deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. A partir desse dado, o SPC Brasil e CNDL estimam que, ao fim do mesmo mês, havia cerca de 53,8 milhões de inadimplentes no Brasil.



A enfermeira Luciana Coutinho fazia parte do time dos fissurados por crédito e se viu encrencada. "Me perdi entre as prestações dos meus dois cartões e tive que negociar a dívida com o banco.  Foi um período em que todo dinheiro que ganhava era utilizado para amortizar as prestações", conta. O drama de Luciana durou exatos 13 meses. Depois disso, ela promoveu uma verdadeira revolução na sua maneira de lidar com o dinheiro e as compras. "Cancelei um dos cartões, agora só faço compras à vista!" Só compro algo em diversas vezes quando é necessário., sentencia.







QUANDO FAZER (OU NÃO!) COMPRAS A PRAZO



1. Abra os olhos com compras na internet e passagens de avião. Em muitos casos, pagar pelo boleto pode sair mais barato do que pelo cartão de crédito. Você ainda pode conseguir até 10% de desconto.



2. Parcele apenas compras grandes, como um sofá, uma TV, um carro.  Faça isso de maneira cuidadosa sempre com perfeito controle de suas finanças e a certeza de que terá dinheiro para quitar todas as prestações. Mesmo assim, pense antes se você realmente precisa do produto agora; se não, considere esperar um pouco para comprar à vista ou dar uma entrada maior.



3. Utilize o parcelamento, também, em situações emergenciais. Digamos que você trabalha com computador, ele quebrou e não tem dinheiro para consertá-lo. Nesse caso, vale arriscar o pagamento em parcelas. No entanto, lembre-se: evite acumular mais de três prestações ao mesmo tempo. Se você já está com muitas prestações acumuladas, pode se ver em apuros no caso de situações emergenciais, porque pode não ter mais limite para parcelar. Use as parcelas para as emergências, não para comprar tudo o que vê na frente.


Fonte: SPC Brasil

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Maranhão e Amapá lideram a alta da inadimplência em abril, aponta SPC Brasil

Pesquisa mostra que em 18 estados o aumento da inadimplência foi maior que a média nacional

No mês de abril, os estados do Maranhão e do Amapá se destacaram como as regiões em que houve a maior variação do número de consumidores inadimplentes em todo país. A alta foi de 13,21% e de 13,20%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador mensal de inadimplência regional calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Dentre os cinco estados que registraram o maior crescimento da inadimplência, dois são da região Nordeste - Maranhão (13,21%) e Rio Grande do Norte (11,70%) - dois são da região Norte - Amapá (13,20%) e Acre (12,42%) ,- e um é da região Sul - Paraná (12,74%).

Apenas nove Estados apresentaram avanço menor do que a média nacional (8,60%) de consumidores inadimplentes. São eles: Paraíba (8,57%), Alagoas (8,04%), Rio Grande do Sul (7,92%), Rio de Janeiro (7,70%), Mato Grosso (7,58%), Pará (7,11%), São Paulo (6,96%), Amazonas (5,66%) e Espírito Santo (5,46%).

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, os dados sobre a inadimplência do último mês continuam refletindo as condições menos favoráveis da atividade econômica nacional, impactada negativamente pela elevação da inflação, pelo aperto monetário e pelo crescimento moderado da massa salarial.

Em uma análise mais regionalizada, a economista explica que há vários fatores e peculiaridades regionais que podem, em conjunto, levar um estado a apresentar variações maiores ou menores no número de consumidores inadimplentes. Para o SPC Brasil, fatores como a renda per capta, analisados isoladamente, não são suficientes para chegar a uma justificativa plausível para o crescimento da inadimplência em cada estado. "Por outro lado, notamos condições menos favoráveis ao consumo e ao pagamento de dívidas que são comuns a todas as regiões brasileiras. Nesse sentido, percebe-se que nos estados de regiões onde houve um processo recente de aumento do acesso ao crédito, como Norte e Nordeste, a alta foi mais significativa", avalia a economista.



Média regional de dívidas por consumidor

O indicador do SPC Brasil mostrou queda do número médio de dívidas nas cinco regiões analisadas. Essa tendência de queda reflete o crescimento mais acelerado do número de pessoas inadimplentes em comparação com o avanço do total de dívidas em atraso.

"O cenário atual é de mais critério para concessão de crédito. Por isso, as empresas estão menos dispostas a conceder crédito a quem já tem uma dívida em atraso. Com isso, o número médio de dívidas por pessoa inadimplente está caindo em todas as regiões.", pondera a economista.

O Sul do país continuou a apresentar o maior número médio, 2,242 dívidas por pessoa inadimplente, enquanto a região Norte registrou o menor número médio, 1,930 dívidas por inadimplente.

Santa Catarina (2,50), Sergipe (2,21) e Goiás (2,20) lideram como os Estados em que cada consumidor inadimplente possui o maior número de dívidas atrasadas. Já os estados do Maranhão (1,83), Roraima (1,85) e Mato Grosso do Sul (1,81) apresentam as menores médias nacionais.

A economista explica que, independentemente da tendência de queda do número médio, observa-se que estados mais bancarizados e com maior renda per capita apresentam normalmente maior número médio de dívidas por pessoa, porque ao longo dos últimos anos os moradores dessas regiões tiveram mais oportunidades de endividamento, provenientes justamente do maior acesso ao crédito.



Inadimplência por setor

Os dados mostram que as dívidas bancárias são mais representativas na Região Sudeste (54%), enquanto que, no Norte, a participação dessa categoria de inadimplemento representa 31%. "Os dados confirmam uma maior bancarização nas regiões Norte, onde o setor que concentra a maior parte das dívidas é o comércio", afirma Luiza Rodrigues.

A análise setorial mostra que as dívidas com o setor de bancos mostraram crescimento em todas as regiões, com a maior alta de 7,51% no Nordeste, seguida pela região Norte (6,97%). O crescimento das dívidas de comércio também foi generalizado entre as regiões, com destaque para o Sul do país, onde as dívidas dessa categoria cresceram 5,07%. As dívidas cujos credores são segmentos de comunicação também avançaram em todas as regiões, com destaque para a região Norte, com alta de 15,18%.

No caso das dívidas cujos credores são empresas de água e luz, houve alta em todas as regiões, com exceção do Norte, onde foi registrada uma queda de 6,79% na comparação entre abril de 2014 e abril 2013, e na região Sudeste, que registrou queda de -4,52%.



Metodologia

O novo indicador SPC Brasil e CNDL de inadimplência do consumidor tem abrangência nacional e calcula tanto o número de brasileiros inadimplentes quanto o de dívidas atrasadas.

Baixe o material completo por cada Estado da federação e a série histórica emhttps://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos 

Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Proteção aos superendividados pode virar lei

Legislação é avaliada para disciplinar a oferta de crédito ao consumidor e previnir o superendividamento

Projeto prevê educação financeira para os endividados (Foto: Divulgacão)

A preocupação com o superendividamento dos brasileiros pode levar à criação de uma lei de proteção ao consumidor. O Projeto de Lei do Senado 283/12, que disciplina a oferta de crédito ao consumidor e previne o superendividamento, pode ser votado no plenário da Casa ainda este mês. O projeto faz parte da reforma do Código de Defesa do Consumidor, que também inclui proposta que regulamenta as compras pela internet.
O projeto prevê a garantia do crédito responsável, a educação financeira e a prevenção e tratamento das situações de superendividamento. Estabelece ainda o conceito do “mínimo existencial” de renda, que deve ser garantido por meio de revisão e repactuação de dívidas. De acordo com o projeto, a soma das parcelas reservadas para pagamento de dívidas não poderá ser superior a 30% da remuneração mensal líquida e, assim, será preservado o “mínimo existencial”.
O projeto também prevê que, a pedido do consumidor, o juiz poderá instaurar processo de repactuação de dívidas, com realização de audiência conciliatória. Nessa audiência, o consumidor apresentará uma proposta de plano de pagamento, com prazo máximo de cinco anos, sempre preservando o mínimo existencial.
A asssessora do Procon-SP Vera Remedi considera que o mais preocupante, atualmente, são os consumidores que pagam as contas todos os meses, mas têm endividamento acima da renda. Ela lembra que muitos usam o crédito caro, como rotativo do cartão de crédito e cheque especial para rolar suas dívidas.
“O que mais me preocupa são os superendividados adimplentes. Não existem muitas propostas para renegociar dívidas. As pessoas, às vezes, têm só 20% da renda para o pagamento de despesas básicas de alimentação, transporte e moradia, daí usam cartão de crédito e cheque especial e ficam sem saída. A pessoa assume muitos contratos que não são adequados à sua situação financeira”, explica.
Para Vera, há uma irresponsabilidade na concessão de crédito no país. “Os consumidores cobrem uma dívida com juros muito altos. Ainda contribui para isso a venda casada de seguro, o crédito com troco, as ofertas de crédito por telefone ou caixa eletrônico. Tudo o que é mais fácil, tem juros mais altos. Todas são contrações feitas na base da emoção do consumidor”, ressalta.
Procon-SP tem um programa para ajudar os superendividados. É o Núcleo de Tratamento do Superendividamento, que atende consumidores insolventes e ajuda na tomada de medidas preventivas e corretivas. Segundo Vera, 2.822 consumidores já foram a palestras sobre o assunto e 1.142 superendividados receberam orientação individualmente.
Pela internet é possível encontrar algumas ferramentas de apoio aos superendividados. O Banco Central, por exemplo, oferece em seu site uma cartilha com orientações sobre como sair do superendividamento. E na página da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o consumidor encontra uma ferramenta para organizar as receitas e despesas, o Jimbo.
Segundo a superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian, Maria Zanforlin, pode ser considerado como superendividado o consumidor que tem mais de quatro dívidas. “Ocorre quando a pessoa fez mais compras do que pode pagar e precisa de crédito”, explica.
“O consumo estimula a economia, mas é preciso haver um consumo consciente. Só comprar o que realmente precisa. A felicidade com uma compra é muito curta”, alerta Maria Zanforlin. Segundo ela, uma boa dica é anotar tudo o que se compra para saber quanto consumiu ao final de um dia.
“No Brasil, a questão do consumo é nova. São 20 anos do Plano Real. Não tivemos educação financeira necessária”, disse.

Fonte: Agência Brasil


sábado, 12 de abril de 2014

Economize na Páscoa com presentes alternativos

O feriado mais doce do ano está chegando e as crianças não veem a hora de ganhar ovos de Páscoa.  O problema é que este produto tão esperado pelos pequenos pode pesar no bolso dos pais e familiares.

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), os ovos de Páscoa estão 7,9% mais caros em 2014, além de custarem até seis vezes mais do que barras de chocolate tradicionais. Ou seja, com R$23,00, média de preço de um ovo de 215 gramas, você consegue comprar quase seis barras da mesma marca, que custa R$4.

7,9% mais caro, os ovos de chocolate podem atrapalhar o controle financeiro.
Invista em ideias criativas para adoçar a Semana Santa da família.


Pensando nisso, o Portal Meu Bolso Feliz reuniu quatro ideias criativas para você alegrar a vida das crianças sem desestabilizar suas finanças:

1 – “Desde sempre eu penso em presentes alternativos para minha sobrinha. Já dei saquinhos de confete colorido ou brinquedos simples como cartelas de adesivos ou canetas coloridas. E mais: ela adora a surpresa, afinal, o presente nunca se repete”, Isabel Armesto, 30 anos, dentista.

2 – “Como meu filho não pode comer chocolate ao leite, comecei a pensar em alternativas criativas. Ano passado, por exemplo, eu espalhei saquinhos cheios de bala pela casa. E descobri que o que mais as crianças curtem é a busca pelo prêmio. Por isso, faço pegadas de coelho com talco por todo lado. É o sucesso do domingo de Páscoa”, diz Danielle Cabral Atkins, fisioterapeuta do Rio de Janeiro.

3 – “Minha família é grande e eu adoro presentear meus filhos e sobrinhos. Mas com o preços dos ovos, começou a ficar complicado. Ano passado comprei quatro barras de chocolate sortidos para cada um e embrulhei cada quarteto com celofane colorido. Eles adoraram”, diz Renato Macedo, 42 anos, publicitário de São Paulo.

4 – Doces caseiros costumam ser mais baratos do que os ovos de Páscoa vendidos em supermercados. Bolinhos coloridos, por exemplo, são deliciosos, divertidos e as crianças adoram. “Meu cupcake custa R$6 e, para Páscoa, eu faço uma decoração especial”, diz Márcia Anunziato, dona da doceria É dia de Bolo.

Alguns blogs listam ideias  para divertir os pequenos no próximo feriado. Aqui, escolhemos três deles:

Cryopraxis  

Assim, entre fantasias de coelho, brincadeiras divertidas e algumas lembranças é possível garantir uma Páscoa cheia de novidades para família toda e, claro, sem gastar muito.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

terça-feira, 25 de março de 2014

Dicas para ampliar o diálogo sobre finanças com os filhos

Os conceitos da educação financeira devem ser inicializados desde cedo e praticados dentro de casa. As crianças, jovens e adolescentes precisam ter noção do valor do dinheiro, para que possam ter uma vida financeira mais sustentável e equilibrada. Saber lidar com o dinheiro é uma habilidade essencial para todos os momentos da vida, pessoal e profissional, mas é dentro de casa que se semeia os grandes valores.

Confira as dicas do Portal “Meu Bolso Feliz” para ampliar diálogo entre pais e filhos sobre dinheiro em casa:

  1. 1.   Diálogo em casa:

Em primeiro lugar é preciso fazer com que os filhos entendam que dinheiro “não dá em árvore”, que as coisas são compradas com o dinheiro que é recebido como resultado do trabalho dos pais.
Viver de modo compatível com sua renda também ajuda os filhos a entenderem que é possível viver bem, desde que exista planejamento e controle e que os sonhos podem ser realizados no tempo certo e sem apertar a família.

  1. 2.   Hora das compras

A hora das compras é um bom momento para mostrar que não se pode ter tudo, que as coisas têm preços diferentes e que existe o momento certo para comprá-las.
A ansiedade é um grande inimigo das finanças familiares, pois, muitas vezes, a compra é feita por impulso, para resolver um problema de relacionamento, ou uma birra dos filhos; troca-se uma boa conversa por um presente. Conversar com os filhos sobre finanças pode ser uma boa oportunidade para você mesmo refletir sobre sua organização e controles. O exemplo vem da atitude dos pais. A família só tem a ganhar, no presente e no futuro.

  1. 3.   Momento de certo para falar do assunto

Cada idade vai requerer uma forma diferente de tratar o assunto dinheiro, mas o momento em que já existe a mesada, por exemplo, é quando se deve conversar sobre o controle, uma vez que a mesada mal utilizada vai acabar, e aí é que estaremos num momento de decisão, já que cobrir o “buraco” fará com que os filhos se acostumem com o fato de que alguém sempre cobre a falta de dinheiro. Estaremos criando um futuro usuário do cheque especial
Sempre é possível encontrar a oportunidade de se falar de dinheiro, mas de uma forma leve e não numa reunião familiar para tratar desse assunto no cotidiano. Como quando temos decisões importantes a serem tomadas, como a compra da casa, que podem ser discutidas especificamente para que todos possam não só sentir a importância da conquista, mas também saber que por trás dela existe uma grande responsabilidade.

  1. 4.   Pensando no futuro dos filhos

Previdência Privada é o nome que se dá a uma reserva para o futuro, e esta pode ser feita de várias maneiras, inclusive através da Caderneta de Poupança, caso a família não tenha recursos suficientes para contratar uma Previdência. O importante é poupar sempre, não desprezar os pequenos valores e ter regularidade. Fazer uma poupança para os filhos desde pequenos e mostrar que o dinheiro está crescendo é outra forma de ensinar o valor do dinheiro. Que tal colocar sempre um pedacinho da mesada na poupança?


Fonte: Meu Bolso Feliz - Uma iniciativa do SPC Brasil

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Saiba quanto custa financiar seu carro zero quilômetro

A Proteste levantou o Custo Efetivo Total (CET) do empréstimo nos seis maiores bancos do país para quatro modelos de veículos 1.0, com entrada de 40%



A orientação da entidade é simular o financiamento no máximo possível de concessionárias e anotar os CETs. Esse valor pode variar bastante de bairro para bairro. Foto: Monique Renne/Esp. CB/D.A Press
A orientação da entidade é simular o financiamento no máximo possível de concessionárias e anotar os CETs. Esse valor pode variar bastante de bairro para bairro. Foto: Monique Renne/Esp. CB/D.A Press
Você, que está pensando em financiar a compra do carro zero, já calculou quanto pode economizar ao pesquisar as taxas praticadas pelos bancos e montadoras? Não? A Proteste Associação de Consumidores fez as contas e constatou que é possível poupar até R$ 6 mil ao comparar as condições de financiamento existentes no mercado. Isto sem ter de aumentar o valor da entrada, encurtar o prazo de pagamento ou abrir mão de algum recurso do veículo.

A entidade levantou o Custo Efetivo Total (CET) do empréstimo nos seis maiores bancos do país para quatro modelos de veículos 1.0. Em todos os casos, foi considerada uma entrada de 40%, mais o financiamento em 24 ou 48 meses. O CET inclui a taxa de juros, a tarifa de cadastro, o registro de gravame e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), entre outras despesas, conforme esclarece a Proteste.

Um Uno Vivace 1.0, que sai por R$ 30,7 mil à vista, se for financiado pela Caixa Econômica Federal em 48 meses terá um CET de 15,11% ao ano, de modo que cada parcela fica em R$ 504. No Bradesco, o custo é de 30,64% ao ano, com parcelas de R$ 631 mensais. Com isso, o consumidor pagará, pela Caixa, um valor total de R$ 36,5 mil ao final de quatro anos. Já pelo Bradesco, o carro custará R$ 42,6 mil, uma diferença de R$ 6,1 mil.

De acordo com a pesquisa, a Caixa apresentou o melhor custo final para financiamento, tanto no parcelamento em 24 como em 48 vezes. Com exceção da compra do Fiesta, que saía mais em conta se feita no banco da montadora Ford.

A orientação da Proteste é simular o financiamento no máximo possível de concessionárias e anotar os CETs. Esse valor pode variar bastante de bairro para bairro. Mas como fazer?

Ao chegar na concessionária, pegue o preço do carro à vista (pergunte por desconto no valor total). Depois, vá a instituições bancárias com o orçamento para simular o crédito. Por fim, anote o Custo Efetivo Total do financiamento.

O problema é que nem sempre é fácil obter informações sobre o CET nas concessionárias. Muitas vezes, os vendedores dizem não saber informar sobre esses valores. “Em toda operação de crédito é obrigatório fornecer todos estes dados”, destaca a associação de consumidores em nota à imprensa.
 
Sem despachante
Para economizar, também é possível providenciar o licenciamento, o IPVA e o seguro obrigatório, dispensando o serviço de despachante oferecido e cobrado pelas concessionárias. O procedimento é simples. Basta ir ao Detran e pagar os documentos.

Fonte: Diário de Pernambuco

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Já praticou educação financeira para você e para sua empresa?


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*José Edson Monteiro

Em países desenvolvidos, a educação financeira é parte integrante da educação cívica e consta da grade curricular de todas as escolas, públicas e privadas.
No Brasil nunca nos preocupamos com isso e, no máximo, a população tem visto o planejamento e a educação financeira como algo exclusivo dos ricos e das grandes empresas. Poucos consideram que ela poderia ser para pessoas comuns e para micro e pequenas empresas.
Por falta de educação financeira domestica, não temos em casa, geralmente, nenhum tipo de controle de gastos e despesas. Ora, como não estamos acostumados a fazer este tipo de controle financeiro em nossa vida pessoal, levamos para nossas empresas os erros e vícios adquiridos.
Em toda palestra que apresento, sempre faço a seguinte pergunta: Quantos de vocês têm e executam orçamento familiar? Menos de 10 por cento dos presentes respondem que sim. A gestão financeira é a maior causa da morte das micro e pequenas empresas no Brasil, pois habilidade de produzir e comercializar a maioria tem, mas peca por não dar a devida importância ao planejamento e controle empresarial.
Na maioria das vezes, o empresário retira do seu empreendimento mais do que ele (o empreendimento) pode suportar. Como ele não anota os seus gastos pessoais fica retirando o que precisa do caixa da empresa e quando mistura dinheiro pessoal com dinheiro da empresa é o começo do fim.
Então, nossa orientação é: Antes de pensar no orçamento da empresa, primeiro faça o orçamento pessoal. Quanto você precisa para viver? Se você não tem outra fonte de renda e vai viver do trabalho na sua empresa, tem que pensar bem de quanto vai ser a sua retirada, para saber se ela é capaz de pagar a importância que você precisa para sobreviver.
Muitos empresários não anotam o que retiram em mercadorias e em dinheiro do seu negócio. Como não anotam não têm a devida noção de quanto estão gastando. É muito comum encontrarmos casos em que o empresário diz que retira pouco ou quase nada e que não sabe para onde está indo o dinheiro.
Quando começamos a colocar todas as despesas pessoais no papel é que ele começa a ver o quanto está tirando sem perceber e que está tendo dificuldades na empresa por estar gastando mais do está ganhando.
O empresário tem que estipular um valor e não retirar mais do que isso. E, principalmente, não pagar com dinheiro e/ou cartão da empresa despesas pessoais e familiares. Ele tem que raciocinar como se empregado fosse e viver da sua retirada como viveria do seu salário.
Se qualquer pessoa gastar mais do que ganha, vai usar o limite do cheque especial, ficar “pendurado” em cartão de crédito etc.

O mesmo acontece com a empresa se sair mais dinheiro do que entra. Algumas pessoas dizem: mas eu ganho tão pouco como vou poupar?
Certamente, vocês devem conhecer dentro do circulo de amizades, ou dentro da própria família, dois tipos de pessoas: Uma que ganha pouco, mas vive sem grandes preocupações financeiras. Outra que ganha mais e só vive “aperreado”, inclusive, pedindo a toda hora dinheiro emprestado. É tudo uma questão de controle, disciplina e organização.
Finalizando, todas as pessoas Físicas ou Jurídicas têm que ter controle dos seus gastos, o grande segredo estar em gastar menos do que ganha e guardar a diferença.
É muito salutar ter uma poupança por pequena que for. Para a empresa, a melhor poupança é o famoso Capital de Giro, muito falado e pouco compreendido. Assunto que iremos tratar em outro artigo.

José Edson Monteiro é administrador e analista de Orientação Empresarial do Sebrae em Pernambuco

terça-feira, 7 de maio de 2013

Expo Money terá edição focada no mercado imobiliário

Nos dias 22 e 23 de maio, o Recife Palace Hotel receberá mais de 20 palestras com consultores financeiros, economistas e especialistas em empreendedorismo

Educação financeira, investimentos, carreira e empreendedorismo. Estes e outros temas estarão em evidência durante a sexta edição da Expo Money, o maior evento de educação financeira e investimento da América Latina. Nos dias 22 e 23 de maio, o Recife Palace Hotel receberá mais de 20 palestras com consultores financeiros, economistas e especialistas em empreendedorismo, além de um evento formado por grandes empresas do mercado nacional. 

Neste ano, o tema central do evento, que passará por nove cidades e já existe há mais de uma década, será o mercado imobiliário. Como adquirir a casa própria? O mercado passa por uma bolha imobiliária? Vale a pena investir em fundos imobiliários? Estas serão algumas das questões tratadas pelos experts em suas palestras. A jornalista Mara Luquet, do Jornal da Globo, está entre as convidadas deste ano.




A jornalista Mara Luquet, do Jornal da Globo, está entre as convidadas deste ano



As inscrições para a Expo Money Recife são gratuitas e já podem ser feitas pelo site: www.expomoney.com.br.

Confira algumas das palestras já confirmadas:

22/05 (quarta-feira)

“Você tem mais dinheiro do que imagina. Gestão de orçamento pessoal”
Fábio de Almeida Lopes Araújo, Banco Central

 “O Mapa do Tesouro Direto. Como ser credor do Governo”
Paulo Valle, Tesouro Nacional
 

“Me aposentei, e agora?”
Marinete Veloso, primeira executiva da Renault do Brasil a se aposentar

“Um craque no seu time – como o cartão BNDES pode ajudar a realizar o sonho do pequeno e micro empresário”
(Palestrante a definir)
 

“O caminho para casa. Está na hora de comprar seu imóvel? Vivemos uma bolha? Quais os financiamentos disponíveis?”
Mara Luquet e Luis Gustavo Medina

23/05 (quinta-feira)

“Quem quer ser um milionário? A educação financeira como estratégia para conquistar seus sonhos”
Manoel Horácio da Silva, membro do Conselho do Banco Fator

 
“Cidadão Financeiro – Conheça o Banco Central e veja como ele pode ajudá-lo no seu relacionamento bancário”
Luiz Edson Feltrim, Banco Central

  “Fraudes e Golpes Financeiros, como evitá-los”
Luiz Felipe Lobianco, CVM

  “O que vem por aí. Ações, renda fixa e imóveis, o que está caro e o que está barato”
Luis Gustavo Medina e Mara Luquet entrevistam gestores

“Bate-bola financeiro – Aposentadoria dos craques”
Luis Gustavo Medina e Mara Luquet entrevistam William e Henning Sandtfoss



Fonte: Diário de Pernambuco