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segunda-feira, 2 de junho de 2014

CNDL e SPC Brasil reprovam manutenção da taxa Selic em 11%

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a taxa básica de juros já está alta e encarecendo o crédito

Apesar de a decisão já ser aguardada pelo movimento varejista, a Confederação Nacional de Dirigentes Loijstas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) reprovaram a manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 11% ao ano. O anúncio foi feito da noite de quarta-feira (28), após o término da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a taxa básica de juros já se encontra em um patamar alto, o que tem encarecido o crédito e não tem aquecido a atividade econômica como um todo, sobretudo a comercial. "A edição da taxa Selic já se mostrou uma ferramenta ineficiente para, sozinha, conter a inflação no Brasil, que persiste em ficar acima do centro da meta estipulada pelo governo", disse Pellizzaro Junior.

Para a CNDL, o controle inflacionário precisa ser realizado, prioritariamente, por meio de um amplo ajuste fiscal na máquina pública, com cortes de gastos de custeio do governo e com mais desonerações dos setores produtivos.


Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

CNDL e SPC Brasil reprovam novo aumento da taxa de juros

Entidades defendem redução do gasto público para conter a inflação. Aumento da Selic reduzirá ainda mais a capacidade de crescimento do Brasil



AA CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) reprovam o novo aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, o que leva a Selic ao patamar de 10,5% ao ano, o mais alto desde janeiro de 2012. A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (15/01) pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central.



Na avaliação da CNDL e do SPC Brasil, a decisão é prejudicial para o comércio. Algumas das razões é que o aumento dos juros freia a expansão do crédito no país, reduz o consumo e inibe a criação de novos postos de trabalho, justamente no momento em que com uma menor expansão da massa salarial, as vendas no varejo dão sinais de desaceleração – indicador do SPC Brasil divulgado ontem (14/1) mostrou que as vendas a prazo cresceram 4,12% em 2013 ante 7,16% em 2012. 

Presidente da CNDL - Roque Pellizzaro Jr.
Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a elevação dos juros não é capaz de resolver sozinha a escalada dos preços. Para isso, o controle inflacionário precisa ser realizado, prioritariamente, por meio de um amplo ajuste fiscal na máquina pública, com cortes de gastos do governo e desoneração dos setores produtivos.


“O sucessivo aumento da Selic é um sinal de que o governo não quer fazer seu dever de casa. O combate à inflação deve ser realizado a partir de uma política de corte dos gastos do governo. Sem essa contenção, o simples aumento da Selic não será suficiente para resolver o problema. Exemplo disso é que mesmo após seis altas consecutivas, a inflação encerrou 2013 ainda muito acima do centro da meta oficial”, defende Pellizzaro Junior.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Comércio aposta em manutenção da taxa Selic na reunião do Copom desta quarta-feira


Presidente da CNDL defende “sacrifício político” e redução do gasto público para conter a inflação no Brasil: “Aumento da taxa de juros deve ser usado em último caso”
A expectativa dos líderes da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é de que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decida, nesta quarta-feira (17/4), manter a taxa básica de juros no atual patamar de 7,25%.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o aumento da taxa Selic é um recurso válido para conter a alta dos preços no Brasil, no entanto, esta decisão, que é ruim para o comércio, pode ser adiada, já que o recuo no preço dos alimentos medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) nas primeiras semanas de abril já mostra que a inflação vem dando sinais de trégua por si só.
“Os números mostram que o custo de vida das famílias diminuiu no começo de abril. Além disso, o recente atentado em Boston, nos Estados Unidos, fez o preço das commodities passar por um resfriamento. Dessa forma, a inflação vai recuando automaticamente e a decisão de aumentar os juros pode ser adiada”, avalia Pellizzaro Junior.


Fonte: JC Online