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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Banco Central: inadimplência fica mais moderada em 2014

Em novembro, a inadimplência das famílias, no crédito com recursos livres, ficou em 6,7%, o menor patamar desde maio de 2011 (6,6%)

Da Agência Brasil

Brasília – A inadimplência deve continuar a apresentar “quadro benigno” nos próximos meses, de acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.
Em novembro, a inadimplência das famílias, no crédito com recursos livres, ficou em 6,7%, o menor patamar desde maio de 2011 (6,6%). No caso das empresas, a taxa do crédito com recursos livres ficou em 3,3%. 
Segundo Maciel, a inadimplência menor é explicada pelo aumento da renda e também pelo maior destaque que a educação financeira tem alcançado no país. Ele citou também que fase de altas taxas de inadimplência, principalmente no financiamento de veículos, em 2011 foi superada. “Há tanto por parte das famílias quanto dos bancos maior cautela ou conscientização”, acrescentou.

Foto: Confirme Online

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Novas cédulas de R$ 5 e R$ 2 entram em circulação no 2º semestre, diz BC

Notas da nova família do real têm mais itens de segurança.
Lançamento segue cronograma anunciado no ano passado.

economia; cédulas (Foto: Divulgação)Cédulas da nova família do real
(Foto: Divulgação/Banco Central)
Começam a circular, no segundo semestre deste ano, as novas cédulas de R$ 5 e R$ 2, confirmou nesta terça-feira (4), ao G1, o Banco Central. O lançamento das novas notas segue o cronograma já anunciado pelo BC no ano passado.
As novas cédulas do real têm tamanhos diferenciados, marcas táteis em relevo e novos itens de segurança.
Em julho de 2012, o BC colocou em circulação as novas cédulas de R$ 10 e R$ 20 – que deverão substituir as notas antigas, destes valores, até meados de 2014 – antes da Copa do Mundo. As cédulas de R$ 50 e R$ 100 da nova família do real já estão em circulação, e espera-se que as notas antigas, destes valores, sejam trocadas até o fim de 2013.
Fonte: G1 (adaptado)

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Comércio aposta em manutenção da taxa Selic na reunião do Copom desta quarta-feira


Presidente da CNDL defende “sacrifício político” e redução do gasto público para conter a inflação no Brasil: “Aumento da taxa de juros deve ser usado em último caso”
A expectativa dos líderes da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é de que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decida, nesta quarta-feira (17/4), manter a taxa básica de juros no atual patamar de 7,25%.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o aumento da taxa Selic é um recurso válido para conter a alta dos preços no Brasil, no entanto, esta decisão, que é ruim para o comércio, pode ser adiada, já que o recuo no preço dos alimentos medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) nas primeiras semanas de abril já mostra que a inflação vem dando sinais de trégua por si só.
“Os números mostram que o custo de vida das famílias diminuiu no começo de abril. Além disso, o recente atentado em Boston, nos Estados Unidos, fez o preço das commodities passar por um resfriamento. Dessa forma, a inflação vai recuando automaticamente e a decisão de aumentar os juros pode ser adiada”, avalia Pellizzaro Junior.


Fonte: JC Online