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segunda-feira, 2 de junho de 2014

CNDL e SPC Brasil reprovam manutenção da taxa Selic em 11%

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a taxa básica de juros já está alta e encarecendo o crédito

Apesar de a decisão já ser aguardada pelo movimento varejista, a Confederação Nacional de Dirigentes Loijstas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) reprovaram a manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 11% ao ano. O anúncio foi feito da noite de quarta-feira (28), após o término da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a taxa básica de juros já se encontra em um patamar alto, o que tem encarecido o crédito e não tem aquecido a atividade econômica como um todo, sobretudo a comercial. "A edição da taxa Selic já se mostrou uma ferramenta ineficiente para, sozinha, conter a inflação no Brasil, que persiste em ficar acima do centro da meta estipulada pelo governo", disse Pellizzaro Junior.

Para a CNDL, o controle inflacionário precisa ser realizado, prioritariamente, por meio de um amplo ajuste fiscal na máquina pública, com cortes de gastos de custeio do governo e com mais desonerações dos setores produtivos.


Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Banco Central lança as moedas comemorativas da Copa do Mundo

Demorou, mas finalmente o Banco Central lançou nesta quarta-feira (29) as moedas comemorativas oficiais da Copa do Mundo de futebol. Elas chegam em três tipos e valores de face: ouro (R$ 10), prata (R$ 5) e cuproníquel, que é uma liga metálica de cobre e níquel. Esta terá valor de face de R$ 2.
Lembrando que o valor de face não tem nada a ver com o preço que ela será vendida. A moeda de ouro, com valor de face de R$ 10, vai custar R$ 1.180. Ela faz alusão à taça da Copa do Mundo e ao momento do gol. A tiragem inicial será de 2.720 unidades, podendo chegar a, no máximo, 5 mil moedas.
São duas moedas de prata. Uma traz o Fuleco, mascote oficial do campeonato. A outra homenageia as 12 cidades-sede da competição. Segundo o Banco Central, cada uma será vendida por R$ 190. A tiragem inicial é de 12 mil. No máximo, serão produzidas 20 mil moedas.
A moeda mais em conta é de cuproníquel, que custará R$ 30 e virá com seis opções, que remetem às jogadas do futebol: a defesa do goleiro, a cabeçada, a matada no peito, o passe, o drible e, claro, o gol. A tiragem inicial será 7.400, podendo chegar a 20 mil moedas.
Quem quiser comprar as seis moedas de cuproníquel de uma só vez – nem é tão caro assim – poderá fazer isso março, quando deverá ser comercializada uma cartela com o conjunto de moedas.
Agora que o lançamento foi feito, as moedas poderão ser compradas de duas maneiras. A primeira pela internet, no site do Banco do Brasil. Correntistas podem pagar no débito em conta. Se não tiver conta no BB, o pagamento será por boleto.
A outra opção é ir até uma das representações regionais do Banco Central. Aqui no Recife, o Banco Central fica na Rua da Aurora, nº 1259.
Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Banco Central: inadimplência fica mais moderada em 2014

Em novembro, a inadimplência das famílias, no crédito com recursos livres, ficou em 6,7%, o menor patamar desde maio de 2011 (6,6%)

Da Agência Brasil

Brasília – A inadimplência deve continuar a apresentar “quadro benigno” nos próximos meses, de acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.
Em novembro, a inadimplência das famílias, no crédito com recursos livres, ficou em 6,7%, o menor patamar desde maio de 2011 (6,6%). No caso das empresas, a taxa do crédito com recursos livres ficou em 3,3%. 
Segundo Maciel, a inadimplência menor é explicada pelo aumento da renda e também pelo maior destaque que a educação financeira tem alcançado no país. Ele citou também que fase de altas taxas de inadimplência, principalmente no financiamento de veículos, em 2011 foi superada. “Há tanto por parte das famílias quanto dos bancos maior cautela ou conscientização”, acrescentou.

Foto: Confirme Online

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Comércio aposta em manutenção da taxa Selic na reunião do Copom desta quarta-feira


Presidente da CNDL defende “sacrifício político” e redução do gasto público para conter a inflação no Brasil: “Aumento da taxa de juros deve ser usado em último caso”
A expectativa dos líderes da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é de que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decida, nesta quarta-feira (17/4), manter a taxa básica de juros no atual patamar de 7,25%.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o aumento da taxa Selic é um recurso válido para conter a alta dos preços no Brasil, no entanto, esta decisão, que é ruim para o comércio, pode ser adiada, já que o recuo no preço dos alimentos medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) nas primeiras semanas de abril já mostra que a inflação vem dando sinais de trégua por si só.
“Os números mostram que o custo de vida das famílias diminuiu no começo de abril. Além disso, o recente atentado em Boston, nos Estados Unidos, fez o preço das commodities passar por um resfriamento. Dessa forma, a inflação vai recuando automaticamente e a decisão de aumentar os juros pode ser adiada”, avalia Pellizzaro Junior.


Fonte: JC Online