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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Currículo bem feito é fundamental para tentar vaga de emprego


Na hora de procurar emprego, possuir as qualificações necessárias, ser articulado e estar apresentável são requisitos importantes para chamar a atenção do recrutador. Não adianta, porém, querer pular etapas. Antes de enfrentar uma entrevista, o candidato deve voltar a atenção para a primeira forma de contato entre a empresa e o aspirante a um cargo: o currículo. Selecionar as informações que serão mais importantes para cada empregador é imprescindível, até mesmo para manter a objetividade. Alguns erros cometidos na elaboração desse documento podem fazer o sonho do trabalho tão esperado ir por água abaixo.

A coach de carreiras do grupo Axia Coaching Iracylka Liberato conta que a seleção de currículos tem como objetivo identificar o perfil dos candidatos. Se a incompatibilidade entre empresa e profissional for identificada nessa fase, o currículo pode ser descartado logo de início. Ela explica que há dois perfis distintos de candidatos. O documento deve seguir um determinado modelo para alguém com pouca experiência e outro padrão para quem traz muita bagagem profissional a ser apresentada. "Se a pessoa estiver em início de carreira, deve dar destaque à formação. Se já é um executivo com muita experiência, o foco deverá estar nos resultados que obteve ao longo da carreira profissional", pontua a especialista.

Já Alexsandra Bentemuller, gerente de conteúdo do portal Universia Brasil, acredita que qualquer conhecimento pode ser útil, e a experiência, seja ela de vida ou profissional, precisa ser citada no currículo e atestada durante a entrevista de emprego. Além disso, as informações, é claro, precisam ser verdadeiras. "Em um mercado competitivo como o nosso, é comum vermos pessoas mentindo no currículo, achando que isso vai passar sem que o recrutador perceba. É melhor sempre ser honesto", atesta Alexsandra. A especialista, que tem experiência em recrutamento de profissionais, lembra que as informações falsas criam uma situação constrangedora quando o candidato fica cara a cara com o recrutador.

sábado, 13 de abril de 2013

Feirão Caixa da Casa Própria já tem datas prévias para o Recife

Na edição do ano passado, foram 21,5 mil imóveis disponíveis para venda e R$ 778 milhões em negócios fechados (Annaclarice Almeida/DP/D.A Press)
Na edição do ano passado, foram 21,5 mil imóveis disponíveis para venda e R$ 778 milhões em negócios fechados

Quem estava aguardando o mês de maio para realizar o sonho da casa própria em Pernambuco vai ter de esperar um pouco mais. É que o maior evento do setor imobiliário brasileiro, o Feirão Caixa da Casa Própria, neste ano vai ocorrer em junho. Segundo fontes do setor imobiliário, o feirão acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de junho. A superintendência regional da Caixa Econômica Federal no Recife ainda não confirmou o calendário do evento, mas prometeu divulgá-lo até o fim da próxima semana. 

O Feirão da Caixa, que ocupa o Centro de Convenções de Pernambuco, é um evento consolidado no mercado imobiliário pernambucano. Durante cerca de quatro dias (embora este ano as primeiras informações apontem somente três dias), os consumidores têm uma boa oportunidade de conhecer os projetos das construtoras mais conhecidas do mercado, comparar preços e dimensões dos produtos ofertados, realizar simulações de compra, obter a carta de crédito para escolher o local sonhado e até mesmo fechar negócio durante o evento.

O Feirão também se caracteriza por oferecer aos consumidores alternativas de imóveis com preços mais elevados, mas a vitrine são as opções populares inseridas dentro do programa habitacional do governo federal, o Minha Casa, Minha Vida. Para se ter uma ideia da quantidade de ofertas, em 2012 foram 21,5 mil imóveis disponíveis para compra, um dos maiores volumes desde a primeira edição do evento. Desse total, pelo menos 15 mil unidades eram novas ou na planta (em construção) e 7,1 mil fizeram parte do Minha Casa, Minha Vida.

O Feirão, inclusive, é uma ótima vitrine para os empreendedores do segmento e agrega um público variado, disposto a sair de lá com o negócio fechado. Na edição passada, foram 48 construtora e 44 imobiliárias  que tiveram seus produtos avaliados por cerca de 50 mil pessoas, segundo a Caixa. O volume de negócios gerados ultrapassou a marca dos R$ 778 milhões. 

Em relação a 2011, entre cartas de crédito emitidas e imóveis vendidos e encaminhados, o incremento foi de 27%. As construtoras e imobiliárias presentes no evento comercializaram mais de 5,7 mil imóveis, num montante de R$ 628,4 milhões. Mais de 1,8 mil famílias tiveram suas cartas de crédito aprovadas, num valor médio de R$ 82,6 mil.

Fonte: Diário

Cursos online crescem e são opção de capacitação


Com a facilidade de acesso à internet, treinamentos grátis na web se multiplicaram. As aulas abrangem diversas áreas, como idiomas, finanças, sustentabilidade e até medicina

Para Ana Carla, alunos devem colocar em prática o que aprenderam na tela. Foto: Arthur de Souza/Esp.DP/D.A Press
Para Ana Carla, alunos devem colocar em prática o que aprenderam na tela. Foto: Arthur de Souza/Esp.DP/D.A Press
Há pouco mais de uma semana, o jovem Jandielson Ferreira, 20, começou a fazer um curso de inglês pela internet. A capacitação, que é gratuita, chamou a atenção dele, que está em busca do primeiro emprego. "Passei três meses pesquisando algum curso bom e decidi fazer este. Espero que tenha um peso grande no meu currículo", diz. Assim como ele, milhares de pessoas estão buscando na internet formas gratuitas de se capacitar.


Opções não faltam. Com o crescimento da rede, a quantidade de cursos online grátis se multiplicou. São capacitações de curta duração que abrangem diversas áreas, como idiomas, finanças, sustentabilidade e até medicina. Boas alternativas para quem está em busca de aperfeiçoamento em temáticas específicas.


"No primeiro mês de funcionamento do curso, tivemos mais de 70 mil acessos", diz Stavros Xanthopoylos. Foto: Divulgação

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) é uma das instituições que disponibilizam cursos gratuitos para os internautas. São mais de 40 capacitações (com carga horária que varia entre 5h e 30h) nas áreas de tecnologia, filosofia, gestão, entre outras. "Fizemos uma experiência e, no primeiro mês de funcionamento, tivemos mais de 70 mil acessos", informa o diretor executivo do FGV Online Stavros Xanthopoylos. 



Segundo ele, a ideia é atender à demanda da crescente classe C, que cada vez mais tem procurado se aperfeiçoar. "A maioria dos nossos alunos têm uma renda de até R$ 2 mil, estão com idade entre 25 e 35 anos", informa o diretor. E as mulheres são maioria: cerca de 57% dos alunos são composto pelo público feminino. Atualmente são registrados cerca de 800 mil acessos a cada mês "O conteúdo das aulas é composto por compilações das nossas capacitações tradicionais, que são pagas", explica Stavros. Apesar da alta procura, apenas 15% das pessoas que se inscrevem conseguem imprimir o certificado.



Com mais de 500 opções de cursos, o grupo iPED atua no mercado desde 2001. "Percebemos que a internet estava crescendo e decidimos apostar no ramo", lembra o diretor da instituição, Fábio Neves. Além das capacitações gratuitas, que têm carga horária de 20h, há cursos pagos. "Nos dois últimos anos dobramos a quantidade de capacitações, e hoje temos cerca de 1,3 milhão de alunos em todo o país", diz Fábio. As opções contemplam áreas como enfermagem, turismo, odontologia, veterinária, entre outras.  



O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) também oferece cursos, que são voltados para a área de empreendedorismo. "Para este ano, já temos mais de 80 mil inscritos", informa a gerente de Educação e Orientação do Sebrae-PE, Izabel Noblat. Segundo ela, os cursos atingem não apenas os empreendedores, mas estudantes que ainda estão na faculdade e desejam saber mais sobre o mundo do empreendedorismo. "A procura é muito grande, e temos a previsão de ampliar alguns de nossos cursos", diz. 



Com quatro cursos online sobre mercado de ações, finanças pessoais e investimentos, a Bovespa também atua no segmento desde 2010. "Cerca de 7 mil pessoas fazem as capacitações todos os meses", garante a gerente do Instituto Educacional Educacional BM&FBOVESPA. Para ela, as aulas ajudam os alunos a compreenderem melhor o mercado financeiro, além de mudar a forma como eles lidam com o dinheiro.




Cursos nem sempre são diferenciais



"Quem faz uma capacitação pela internet não pode se apegar apenas a isso. Elas são importantes, mas sozinhas não têm tanto peso no currículo", alerta a diretora de projetos especiais da Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Pernambuco (ABRH-PE), Ana Carla Cantarelli. Segundo ela, é imprescindível que os alunos tenham como colocar em prática aquilo que aprenderam na tela.



O ideal, de acordo com a diretora, é que os profissionais escolham cursos que estejam relacionados a sua área de atuação. "Não adianta fazer milhares de capacitações se você não vai ter como aplicar aquilo no seu dia a dia", diz. Nesse sentido, é bom pensar duas vezes antes de fazer a escolha.



Foi o que fez a auxiliar administrativa Alexsandra Silva, 28. "Desde janeiro, já fiz três cursos que estão ligados a minha área de atuação", afirma. Segundo ela, depois das capacitações, o comportamento no ambiente de trabalho melhorou. "Agora, consigo expor minhas ideias de forma mais embasada e, principalmente, tenho consciência das tomadas de decisões feitas pela empresa", comemora.



"Cursos de instituições reconhecidas nacionalmente sempre agregam valor ao currículo", diz a professora de gestão de pessoas da Faculdade Boa Viagem (FBV), Simone Costa. Para ela, é importante que os alunos prestem atenção na entidade que está promovendo aquela capacitação e, principalmente, se há emissão de certificados. "É preciso que as pessoas estejam focadas na qualidade dessa modalidade de ensino", finaliza.

Fonte:Diário de Pernambuco

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Comércio: “efeito Carnaval”, inflação e volta do IPI recuaram as vendas em fevereiro


A CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) atribuem o leve recuo nas vendas do comércio em fevereiro deste ano, divulgado nesta quinta-feira (11/4) pelo IBGE, ao “efeito Carnaval”, à inflação no setor de supermercados, ao aumento do preço da gasolina e à reposição gradual da alíquota de IPI para os produtos da linha branca.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o recuo de -0,4% (fev. 2013 / jan. 2013) é considerado normal neste período do ano. “O resultado já era esperado, porque fevereiro é historicamente um mês atípico para o comércio no Brasil: tem menos dias úteis que janeiro. Além disso, o mês conta com o efeito Carnaval, quando a população destina boa parte da renda para viagens e grande parte do comércio não funciona”, justificou.


Inflação, gasolina e IPI
De acordo a última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, três das quatro atividades que puxaram as vendas para baixo (base fev. 2013 / fev.2012) estão diretamente relacionadas aos recentes aumentos ou ajustes de preços: combustíveis e lubrificantes (-1,0%), supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-2,1%) e o setor de móveis e eletrodomésticos (-1,0%).

“Apesar da baixa ter se refletido em um mês historicamente atípico para o comércio, fatores como o aumento da inflação, o reajuste no preço dos combustíveis e a retirada de incentivos fiscais também contribuíram para esta retração nas vendas”, disse Pellizzaro Junior.


Próximos passos
Na avaliação da CNDL, o governo deve levar em conta de que só a política de aumento de taxa de juros não pode ser o único remédio para conter a inflação. “O simples aumento da Selic deve impactar negativamente no volume de vendas do comércio. Por isso, a continuidade nas políticas de desoneração são fundamentais neste momento.
 Fonte: Ascom CNDL

quinta-feira, 11 de abril de 2013

CONVITE: Palestra AMICRO SURUBIM


AMICRO promove palestra em Surubim



Nesta quinta feira(11), a AMICRO Surubim, realizará uma palestra intitulada de “Comportamentos de liderança para o sucesso empresarial”, proferida pela consultora da FEMICRO, COMICRO e SEBRAE, Cynthia Tschá. O evento acontecerá no auditório da escola técnica estadual de Surubim ás 19:30h. A entrada é franca e todos os participantes ganharão certificado de participação.  

Fonte: ISurubim

terça-feira, 9 de abril de 2013

Inadimplência no varejo cresce 10,58% em março


Valor OnLine

A taxa de inadimplência no varejo cresceu 10,58% em março deste ano ante o mesmo mês de 2012, apontou nesta terça-feira a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), com base em dados do SPC Brasil. Ante fevereiro, o indicador avançou 3,61%.
O resultado representa uma aceleração ante fevereiro, quando a inadimplência no varejo estava 6,65% quando comparada com o segundo mês de 2012. A inadimplência no primeiro trimestre de 2013 é, no varejo, 9,68% maior do que entre janeiro e março de 2012.
O resultado era aguardado pela CNDL e é considerado aceitável. 'Ele reflete o aumento das compras não planejadas e contraídas em forma de parcela no fim do ano passado', destaca a economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos. Além disso, 'março é historicamente um mês que registra pico no número de contas em atraso'.
O indicador de vendas, que mede a atividade no varejo, cresceu 12,38% em março deste ano sobre mesmo mês de 2012 e 10,22% na comparação com fevereiro. Este é o maior crescimento nos últimos 12 meses, aponta a CNDL.
Este resultado 'demonstra a continuidade dos impactos positivos das melhores condições do crédito na economia', apontou, em nota, Ana Paula. O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, afirmou que espera que o varejo 'manterá grande força ao longo de 2013'. 'O consumo dos brasileiros se mantém forte, acima das nossas expectativas', completou. Ele pede atenção, porém, para a possibilidade do Banco Central aumentar a taxa básica de juros, a Selic, como forma de combater a inflação. Hoje, a Selic está em 7,25%. 'Se o BC decidir interromper a manutenção dos juros baixos, as vendas podem sofrer o efeito', disse.