Páginas

Mostrando postagens com marcador Inflação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inflação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de abril de 2013

Procon-PE traz dicas sobre consumo e inflação


Normalmente, órgão se pronuncia sobre relações entre empresas e consumidores, como queixas sobre produtos defeituosos

O Procon Pernambuco (Procon-PE), de forma bastante inusitada, divulgou nesta terça (16) uma lista de "dicas para economizar durante a inflação". Normalmente, o órgão se pronuncia sobre relações entre empresas e consumidores, como reclamações sobre produtos defeituosos ou lista de fornecedores com mais queixas, ou então faz levantamento de preços.

As dicas são divulgadas em um momento em que a inflação disparou e bateu o teto da meta federal, de 6,5%, inclusive na capital pernambucana. O assunto preocupa o Planalto, porque pode dificultar a reeleição da presidente Dilma Rousseff e, ao mesmo tempo, contribuir para candidaturas alternativas, como a do próprio governador Eduardo Campos, pré-candidato à Presidência em 2014.
Leia a íntegra do texto:

PROCON-PE dá dicas para economizar durante inflação

Em tempos de inflação em alta, o PROCON Pernambuco, órgão vinculado à Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, elaborou algumas dicas ao consumidor pernambucano para economizar durante este período.
É importante tentar economizar nas despesas gerais, para que a alta em alguns produtos da cesta básica não faça a diferença no bolso do consumidor no final do mês.
Confira as dicas:
- Compre somente o que for necessário e indispensável. Reflita sobre a real necessidade em adquirir produtos ou serviços;
- Pesquise antes de fazer as compras, você poderá economizar uma boa soma;
- Use a criatividade, substituindo produtos mais caros por produtos mais em conta;
- Não se deixe levar por marcas ou produtos considerados “da moda”;
- Em caso de dívida junto aos bancos, tente renegociar. Evite atrasar pagamentos. Em caso de estar com alguma dívida, dê prioridade a saná-la;
- Negocie aluguéis, juros bancários, dívidas de cartão de crédito, para que estes gastos fiquem dentro de seu orçamento;
- Na necessidade de presentear alguém, use a criatividade, seja comprando produtos mais baratos ou fazendo você mesmo a lembrança;
- Limite seus gastos dentro de suas despesas líquidas;
- Sobrou dinheiro? Faça um investimento (poupança, CDB, CDI, etc...) para o futuro;
- Na dúvida, consulte os órgãos pertinentes ou um profissional capacitado.

Fonte: JC Online

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Comércio: “efeito Carnaval”, inflação e volta do IPI recuaram as vendas em fevereiro


A CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) atribuem o leve recuo nas vendas do comércio em fevereiro deste ano, divulgado nesta quinta-feira (11/4) pelo IBGE, ao “efeito Carnaval”, à inflação no setor de supermercados, ao aumento do preço da gasolina e à reposição gradual da alíquota de IPI para os produtos da linha branca.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o recuo de -0,4% (fev. 2013 / jan. 2013) é considerado normal neste período do ano. “O resultado já era esperado, porque fevereiro é historicamente um mês atípico para o comércio no Brasil: tem menos dias úteis que janeiro. Além disso, o mês conta com o efeito Carnaval, quando a população destina boa parte da renda para viagens e grande parte do comércio não funciona”, justificou.


Inflação, gasolina e IPI
De acordo a última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, três das quatro atividades que puxaram as vendas para baixo (base fev. 2013 / fev.2012) estão diretamente relacionadas aos recentes aumentos ou ajustes de preços: combustíveis e lubrificantes (-1,0%), supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-2,1%) e o setor de móveis e eletrodomésticos (-1,0%).

“Apesar da baixa ter se refletido em um mês historicamente atípico para o comércio, fatores como o aumento da inflação, o reajuste no preço dos combustíveis e a retirada de incentivos fiscais também contribuíram para esta retração nas vendas”, disse Pellizzaro Junior.


Próximos passos
Na avaliação da CNDL, o governo deve levar em conta de que só a política de aumento de taxa de juros não pode ser o único remédio para conter a inflação. “O simples aumento da Selic deve impactar negativamente no volume de vendas do comércio. Por isso, a continuidade nas políticas de desoneração são fundamentais neste momento.
 Fonte: Ascom CNDL