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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Comércio: vendas do Dia das Mães devem aumentar 4% neste ano


A CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) estima aumento de 4% nas vendas do comércio varejista para o Dia das Mães de 2013, em relação ao mesmo período do ano passado. O número é calculado com base na estimativa de consultas feitas ao banco de dados do SPC Brasil, o Serviço de Proteção ao Crédito, para compras pagas no cheque ou crediário.

“Haverá, sim, um crescimento, mas não tão forte, uma vez que todos os índices de confiança do consumidor se apresentam em patamares relativamente baixos. Além disso, o nível de endividamento do brasileiro inibe o poder de compra por meio do crédito”, disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior. Apesar de não ser um crescimento extremamente alto, o número (4%) é considerado bom pela CNDL.

Gasto médio
Comemorado no segundo domingo do mês de maio, o Dia das Mães é a segunda data mais lucrativa para o comércio, ficando atrás somente do Natal. De acordo com a CNDL, o gasto médio do consumidor brasileiro deve ser de R$ 80.

Entre os produtos mais procurados nas lojas durantes as compras estão os itens de vestuário, calçados, bijuterias e acessórios, flores, perfumes, artigos para o lar, além de celulares, CDs e DVDs.

Fonte: Ascom CNDL

Feliz Páscoa - Mensagem da CDL Surubim


quinta-feira, 21 de março de 2013

Em nota, SPC Brasil esclarece que não tem relação com dívida de aluguel da Câmara de Dirigentes Lojistas


Nota de esclarecimento do SPC Brasil:
Em relação à reportagem “SPC deve R$ 300 mil em aluguel, condomínio e IPTU” publicada pelo “Jornal Extra” (18/03), o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) esclarece publicamente que não faz parte do processo citado.
Na posição de fomentador de produtos e de funcionalidades para as Câmaras de Dirigentes Lojistas, o SPC Brasil não responde financeiramente por compromissos assumidos pelas CDLs.
As Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) são provedoras dos serviços do SPC e como entidades associativas de direito privado, possuem organograma, estatuto e corpo diretivo próprios de funcionamento.
É importante destacar ainda que a marca SPC é de propriedade da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que é a responsável exclusiva pela concessão do direito de seu uso pelas CDLs. Dessa forma, a marca SPC não pode ser confundida com a CDL Rio de Janeiro.
Lamentamos que a reportagem não tenha procurado a assessoria de imprensa do SPC Brasil para comentar a matéria uma vez que a construção do texto leva o leitor, equivocadamente, a entender que a entidade devedora é o SPC e não a CDL Rio de Janeiro.
Ficamos à disposição para eventuais esclarecimentos e aguardamos que o erro publicado seja devidamente corrigido.
Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 9536 9800 | (61) 3049-9550
guilherme.dealmeida@inpressoficina.com.br
Vinícius Bruno
(11) 3549-6800 Ramal: 6908 | (11) 9-9821-6181
vinicius.bruno@inpressoficina.com.br
Fonte: SPC Brasil

Vendas do comércio devem subir entre 5% e 6% em 2013, estima CNDL


No ano passado, crescimento das vendas foi de 6,75%, lembra entidade. Para o PIB do comércio, previsão é de expansão de 5% neste ano


O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior, informou nesta quarta-feira (20) que prevê uma taxa de crescimento de 5% a 6% para as vendas do comércio varejista neste ano. Em 2012, a alta foi de 6,75%.

"O nosso volume de vendas espelha muito setores que têm de baixo e médio valor agregado. Considero a expansão da venda a prazo. Não tenho a venda a vista. O crédito, outro fator que influenciou muito nos últimos anos, deve crescer menos em 2013 do que nos últimos quatro anos anteriores. O nível de comprometimento da renda [com empréstimos] permanece em patamar bastante elevado", declarou.

Para o Produto Interno Bruto (PIB) do comércio, a estimativa da CNDL é de um crescimento de 5% neste ano, contra uma elevação de 8,4% em 2012 - segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Vai ser um crescimento positivo, mas não tão bom quanto nos anos anteriores. O empregador não consegue dar aumento real de salário sem aumento de produtividade. Além disso, a mobilidade social diminuiu muito e a inflação continua corroendo o salário do trabalhador e não apresenta nenhum sinal de arrefecimento", avaliou o presidente da CNDL.

Roque Pellizzaro Junior declarou que a inflação "não está dando trégua" e pediu aumento dos juros por parte do Banco Central. "O problema todo está na politização disso [da condução da política de juros]. Sou contra aumento de juros, mas tem horas que o remédio, mesmo um pouco amargo, precisa ser tomado para não ter problemas lá na frente. Em certas ocasiões, é necessário que o BC faça isso", concluiu.

Fonte: G1

quinta-feira, 14 de março de 2013

Desempenho do comércio em janeiro fica abaixo das expectativas, dizem CNDL e SPC Brasil


Líderes do setor varejista esperam resultados melhores em fevereiro deste ano, tendo  em  vista  a entrada  do  novo  salário  mínimo na  economia  brasileira

Embora dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira (14/3) indiquem que o comércio varejista em janeiro tenha apresentado crescimento anual de 5,9%, representantes da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) acreditam que o desempenho do setor ficou abaixo das expectativas, tendo em vista o crescimento do varejo nos anos anteriores.

De acordo com dados da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, o crescimento anual de janeiro nos anos de 2012, 2011 e 2010 foi de 7,3%, 8,3% e de 10,4%, respectivamente. “O comércio em janeiro de 2013 apresentou o menor desempenho anual dos últimos três anos. Não é um bom resultado, levando em consideração que o Brasil atualmente caminha sobre os menores índices históricos de desemprego. Esperamos resultados melhores em fevereiro, tendo em vista a entrada do novo salário mínimo na economia brasileira”, avalia o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.

Para o líder do setor varejista, o fraco crescimento apresentado em janeiro deste ano mostra a perversidade do poder corrosivo da inflação nas relações comerciais. “A inflação diminui o poder de compra do consumidor, o que impacta negativamente no volume de vendas do comércio”, afirma Pellizzaro Junior. 
Fonte: Ascom CNDL

terça-feira, 12 de março de 2013

Mulheres fazem mais compras emocionais do que homens, aponta estudo do SPC Brasil


Três em cada dez mulheres admitem gastar excessivamente quando estão na TPM. Já a insatisfação  com o  trabalho é uma das razões que mais influenciam homens

Mulheres tendem a fazer mais compras motivadas por impulsos emocionais do que homens. A conclusão é de um estudo inédito encomendado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para testar as práticas e o grau de conhecimento do brasileiro sobre educação financeira.

De acordo com os dados, 47% das mulheres entrevistadas já realizaram compras por impulso em momentos de tristeza, angústia ou ansiedade. Já entre os homens, este percentual cai para 37% dos casos.

Quando os consumidores admitem comprar movidos por algum impulso, a razão mais prepoderante entre as mulheres é a baixa autoestima (49%) como problemas relacionados à vaidade e insegurança com a própria aparência. Já o público masculino se descontrola nas compras por conta da ansiedade com algum evento que se aproxima como viagens, férias ou festas (45%). Outros pretextos citados por ambos os sexos são tensão pré-menstrual — citado pelas mulheres em 32% dos casos — e situações de crise que envolvem o trabalho 
 segunda razão mais mencionada pela parcela masculina dos entrevistados (38%).

“Embora os fatores emocionais estejam mais associados às mulheres, a pesquisa detecta que o percentual de homens que faz compras por impulso também é elevado”, afirma a economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos.

Na avaliação da especialista, o gradual processo de inserção de mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, com um maior poder aquisitivo, fez com que elas passassem a consumir não somente para atender as necessidades básicas, mas inclusive, para saciar desejos, fato que sinaliza a necessidade de um aprendizado maior para lidar com o próprio dinheiro.


Como lidam com dinheiro:
De acordo com o levantamento, 43% das mulheres e 41% dos homens chegam ao final do mês sem conseguir guardar nada de seus rendimentos. Dentre os que conseguem poupar, 70% das mulheres e 76% dos homens juntam dinheiro para garantir uma reserva financeira para ser usada em momentos de emergência.

O percentual dos que guardam dinheiro para aplicar em poupança ou comprar bens de consumo duráveis, como casas e automóveis, é maior entre os homens: 41% e 34%, respectivamente, contra 35% e 29% das mulheres.

Ainda que a participação das mulheres no mercado de consumo tenha aumentado e tomado uma importância cada vez maior, a posição de ambos os sexos no ambiente de trabalho persiste de maneira desigual. Como em média a mulher recebe menos, é natural que ela poupe em razões de emergência, caso fique desempregada ou doente, em detrimento de outros tipos de investimentos mais caros”, explica Ana Paula Bastos.

Planejamento
Quando perguntados se realizam algum planejamento or­çamentário, a maioria dos homens afirmou fazer apenas o planejamento pessoal (34%), enquanto a maior parte das mu­lheres afirmou não fazer qualquer tipo de planejamento (35%).
Uma das principais diferenças constatadas pela pesquisa é a maneira com que homens e mulheres controlam suas despesas. 45% dos homens afirmam utilizar uma planilha eletrônica para computar gastos e custos contra apenas 23% do público feminino. As mulheres optam na maior parte dos casos pelo tradicional caderno de anotações (64%), que conta somente com 34% da preferência masculina.

Como os homens estão inseridos no mercado de trabalho há mais tempo e, por consequência, estão mais habituados ao ambiente dos negócios, eles tendem a utilizar meios de pagamento ou controle de gastos digitais com mais frequência que as mulheres”, esclarece a economista.

Controle financeiro
Na avaliação de Ana Paula Bastos, estabelecer um controle orçamentário ajuda o consumidor a ter uma visão mais ampla das pendências financeiras, além de evitar que o dinheiro comprometido com gastos fixos e inadiáveis seja gasto impulsivamente em compras momentâneas.

Um dos principais problemas associados ao comportamento compulsivo é o risco de endividamento excessivo. Quando as dívidas vão se acumulando e comprometem o dinheiro destinado aos gastos imprescindíveis, como despesas da casa e contas de primeira necessidade, é hora de o consumidor procurar ajuda porque ele pode cair na inadimplência”, alerta a especialista.   

Metodologia
Foram ouvidos 646 entrevistados (57% de mulheres e 43% de homens) em todas as capitais brasileiras com alocação em cada capital proporcional ao tamanho da população economicamente ativa (PEA). A margem de erro é de 3,9%.
Fonte: SPC Brasil