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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Recuperação de crédito cai 2,22% em junho, mostra indicador SPC Brasil

Resultado reflete a baixa capacidade de pagamento do consumidor brasileiro

O número de dívidas regularizadas, calculado a partir das exclusões dos registros de inadimplência do banco de dados do SPC Brasil, recuou 2,22% em junho de 2014, frente a junho do ano passado. É a quarta queda consecutiva. Em relação a maio deste ano, as regularizações subiram 1,13%. O dado é do Indicador Mensal de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, explica que o recuo do indicador de recuperação de crédito, analisado em conjunto com a inadimplência em alta, sugere uma diminuição da capacidade de pagamento do consumidor brasileiro. "Os indicadores refletem as condições menos favoráveis da atividade econômica tanto para o consumo quanto para a quitação de dívidas. Este cenário é impactado negativamente pela aceleração da inflação, alta dos juros e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Número de dívidas renegociadas cai 2,69% em março, mostra indicador do SPC Brasil

Menor crescimento da renda, juros e inflação elevada influenciaram resultado negativo. 

O indicador de recuperação de crédito calculado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) – obtido a partir do volume de exclusões dos registros de inadimplentes –, recuou -2,69% em março de 2014 em relação ao mesmo mês de 2013. O resultado é o mais fraco desde outubro do ano passado, quando o volume de pendências regularizadas caiu -3,21%.





Apesar da queda no mês de março, na comparação do acumulado do primeiro trimestre de 2014 frente a igual período de 2013, a recuperação de crédito apresentou avanço de +2,64%.
Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, a retomada do crescimento da inadimplência do consumidor neste início de ano, acompanhado de um menor crescimento dos rendimentos reais da população ocupada, entre outros fatores como alta dos juros e inflação elevada, influenciaram o resultado negativo da recuperação de crédito no mês de março.“O levantamento demonstra que o encarecimento do crédito e a permanência da inflação em patamares elevados dificultaram o pagamento de dívidas em março”, explica a economista Luiza Rodrigues.Já na comparação com fevereiro, o número de consumidores que regularizam suas pendências na base de negativados do SPC Brasil cresceu 1,77%.
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Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

SPC Brasil ensina os cinco passos para renegociar uma dívida




1. Faça um diagnóstico da dívida, identificando os credores e avaliando a modalidade (cartão de crédito, cheque especial, boleto, crediário etc), o valor total do débito e a quantidade de parcelas atrasadas;


2. De posse da lista de dívidas e do valor total, considere a opção de trocar todas as suas dívidas por uma só, com taxas de juros menores. Para isso, pesquise quais são as instituições financeiras com taxas mais baixas. O Banco Central apresenta uma lista das taxas de juros de crédito pessoal http://www.bcb.gov.br/pt-br/sfn/infopban/txcred/txjuros/Paginas/RelTxJuros.aspx?tipoPessoa=1&modalidade=221&encargo=101 e crédito consignado para trabalhadores do setor privado http://www.bcb.gov.br/pt-br/sfn/infopban/txcred/txjuros/Paginas/RelTxJuros.aspx?tipoPessoa=1&modalidade=219&encargo=101. Escolha as instituições que oferecem taxas de juros menores e se informe se essas taxas estão disponíveis para você. Anote essa taxa;


3. Levando em conta a taxa de juros disponível para seu caso, utilize a calculadora do banco centralhttps://www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO/publico/exibirFormFinanciamentoPrestacoesFixas.do?method=exibirFormFinanciamentoPrestacoesFixas para descobrir qual será o valor da parcela mensal necessária para quitar sua dívida. Esse cálculo dará a você uma excelente ideia da sua capacidade de resolver as dívidas.


4. Procure o credor e demonstre interesse em regularização sua situação. Apresente contrapropostas e negocie facilidades de pagamento. Se sua dívida for com um banco, sugira a troca da dívida por um empréstimo pessoal (consignado ou não) e negocie, informando as menores taxas de mercado anunciadas pelo banco central. Se a dívida não for com um banco, mas a taxa de juros for maior que a oferecida pelos bancos, negocie descontos com o credor, tome um empréstimo bancário na modalidade “crédito pessoal” e quite a dívida mais cara;


5. Faça um cálculo final de quanto desembolsará para quitar o débito e o tempo que levará. Lembre-se de que o valor da prestação não pode comprometer seu orçamento mensal. Opte por pagar primeiro as dividas com juros mais altos e com proximidade de pagamento.


Como descobrir se o seu CPF está com alguma pendência financeira?
O consumidor pode consultar a sua situação cadastral no banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) tanto pessoalmente como pela internet:

Pessoalmente

Basta comparecer ao balcão de atendimento mais próximo portando CPF original e documento com foto. Os endereços dos Postos de Atendimento estão no site do SPC Brasil. São mais de 2.200 em todo o país:



Fonte: SPC Brasil