Páginas

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Vendas no varejo crescem 4,12% em 2013, diz CNDL

O resultado ficou abaixo da expectativa da CNDL, que esperava crescimento de 4,5% no ano 


Agência Estado
BRASÍLIA - As vendas a prazo no varejo cresceram, em média, 4,12% em 2013 ante 2012, de acordo com informações divulgada nesta terça-feira, 14, pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Sistema de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O resultado ficou abaixo da expectativa da CNDL, que era de um crescimento de 4,5% no ano.
Em dezembro, houve crescimento de 28,65% ante novembro. O SPC Brasil considera o número "fraco" para o período porque em dezembro de 2012 as consultas para vendas a prazo haviam crescido 32,28% em relação ao mês anterior. Na comparação com dezembro de 2012, o aumento das vendas no varejo no último mês de 2013 foi de 2,9%. A CNDL aponta que o resultado é reflexo de um resultado modesto do Natal e da alta de juros, que impacta no custo dos financiamentos de bens no comércio.
De acordo com as informações da CNDL e do SPC Brasil, a inadimplência aumentou, em média, 2,33% em 2013 ante 2012. O resultado ficou acima da expectativa da CNDL, que era de um crescimento de 2%, nessa base de comparação.
Em 2012, o crescimento foi de 12,18% em relação a 2011. Em dezembro, houve queda de 4,44% na inadimplência ante o mesmo mês de 2012. Em relação a novembro, o recuo foi de 1,73%.  
Projeção. A CNDL projeta para 2014 uma taxa de inadimplência semelhante a de 2013, de 2,33%, mas "com viés de alta". "Pela primeira vez em vários anos a perspectiva é de uma inversão no panorama positivo do mercado de trabalho", justificou a entidade em nota.
A CNDL e o SPC Brasil esperam um crescimento de 4% nas vendas a prazo no varejo em 2014, menor do que os 4,12% de 2013. "É uma expectativa otimista. Estamos inclusive com viés de baixa", afirmou a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues. Segundo ela, a massa salarial continuará crescendo menos ao longo de 2014 porque o cenário econômico "é ligeiramente adverso para o comércio", devido à inflação alta e às taxas de juros elevadas.
A Copa do Mundo deste ano, que será realizada no Brasil, terá impactos diferentes entre os setores do varejo, de acordo com Luiza. Setores como o de bebida e alimentos serão beneficiados, mas não impactam o indicador de vendas a prazo. Em relação à compra de televisões, há "grande fôlego" para este ano, porém já foi registrado um crescimento.
A CNDL e o SPC Brasil esperam um aumento de 0,25% da taxa Selic e, depois, estabilidade. "Com poucas contratações, taxas de juros elevadas e inflação alta, há desestímulo para o comércio", disse Luiza. Sobre o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, a economista do SPC Brasil afirmou que a entidade espera queda nas vendas ao longo de 2014, mas não tem um dado próprio. Para a linha branca, que também teve o IPI recomposto, a expectativa é de estabilidade nas vendas.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

SPC Brasil ensina os cinco passos para renegociar uma dívida




1. Faça um diagnóstico da dívida, identificando os credores e avaliando a modalidade (cartão de crédito, cheque especial, boleto, crediário etc), o valor total do débito e a quantidade de parcelas atrasadas;


2. De posse da lista de dívidas e do valor total, considere a opção de trocar todas as suas dívidas por uma só, com taxas de juros menores. Para isso, pesquise quais são as instituições financeiras com taxas mais baixas. O Banco Central apresenta uma lista das taxas de juros de crédito pessoal http://www.bcb.gov.br/pt-br/sfn/infopban/txcred/txjuros/Paginas/RelTxJuros.aspx?tipoPessoa=1&modalidade=221&encargo=101 e crédito consignado para trabalhadores do setor privado http://www.bcb.gov.br/pt-br/sfn/infopban/txcred/txjuros/Paginas/RelTxJuros.aspx?tipoPessoa=1&modalidade=219&encargo=101. Escolha as instituições que oferecem taxas de juros menores e se informe se essas taxas estão disponíveis para você. Anote essa taxa;


3. Levando em conta a taxa de juros disponível para seu caso, utilize a calculadora do banco centralhttps://www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO/publico/exibirFormFinanciamentoPrestacoesFixas.do?method=exibirFormFinanciamentoPrestacoesFixas para descobrir qual será o valor da parcela mensal necessária para quitar sua dívida. Esse cálculo dará a você uma excelente ideia da sua capacidade de resolver as dívidas.


4. Procure o credor e demonstre interesse em regularização sua situação. Apresente contrapropostas e negocie facilidades de pagamento. Se sua dívida for com um banco, sugira a troca da dívida por um empréstimo pessoal (consignado ou não) e negocie, informando as menores taxas de mercado anunciadas pelo banco central. Se a dívida não for com um banco, mas a taxa de juros for maior que a oferecida pelos bancos, negocie descontos com o credor, tome um empréstimo bancário na modalidade “crédito pessoal” e quite a dívida mais cara;


5. Faça um cálculo final de quanto desembolsará para quitar o débito e o tempo que levará. Lembre-se de que o valor da prestação não pode comprometer seu orçamento mensal. Opte por pagar primeiro as dividas com juros mais altos e com proximidade de pagamento.


Como descobrir se o seu CPF está com alguma pendência financeira?
O consumidor pode consultar a sua situação cadastral no banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) tanto pessoalmente como pela internet:

Pessoalmente

Basta comparecer ao balcão de atendimento mais próximo portando CPF original e documento com foto. Os endereços dos Postos de Atendimento estão no site do SPC Brasil. São mais de 2.200 em todo o país:



Fonte: SPC Brasil

SPC Brasil dá dicas para o consumidor começar 2014 com as contas em dia

Com tributos e parcelas remanescentes das compras de Natal, o volume de despesas nos primeiros meses do ano é grande e exige organização

Passada a euforia das festas de fim de ano, das compras natalinas com parcelas a perder de vista e das viagens com família e amigos, o consumidor se depara - todos os anos - com uma série de obrigações tributárias, como IPTU, IPVA e matrículas escolares, que se não são bem administradas podem causar sérios prejuízos ao bolso. E para não começar o ano no vermelho, o ideal é se planejar para não contrair novas dívidas.

Na avaliação dos especialistas do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), não existe uma fórmula mágica para evitar o aperto no bolso. A decisão de sair do vermelho ou então de se manter financeiramente no azul, requer disciplina tanto no planejamento das contas domésticas como na contenção de gastos considerados supérfluos.

“O volume de despesas em janeiro é grande e por isso, a palavra-chave é organização. O planejamento é essencial para que o consumidor saiba para onde está indo o dinheiro. A primeira coisa a se fazer é listar todas as despesas fixas ou ocasionais e avaliar quais são prioritárias, seja pela proximidade de vencimento do boleto ou pelo juro mais alto. Sem esquecer é claro, das contas essenciais para o funcionamento da casa, como luz, água, telefone e supermercado”, orienta a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

A vista ou parcelado?

Segundo os especialistas do SPC Brasil, para o consumidor decidir se vai pagar o IPTU e IPVA a vista ou parcelado, é preciso calcular se o desconto obtido no pagamento das contas a vista é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira.

“O consumidor que guardou parte do décimo terceiro salário ou fez uma reserva mensal de seus rendimentos e possui dinheiro em conta corrente ou poupança, não precisa ter dúvidas: deve pagar os compromissos a vista e aproveitar os descontos oferecidos”, afirma Luiza Rodrigues.
Para quem tem aplicações como CDB ou outros fundos, a economista do SPC Brasil explica que é necessário fazer contas para descobrir se o resgate vale a pena, porque os impostos cobrados e as penalidades por resgate antecipado podem anular o benefício do desconto. “Já quem não tem dinheiro guardado deve inevitavelmente pagar a prazo e iniciar um planejamento desde já para não cometer o mesmo erro no ano que vem”, orienta a economista.

A sugestão dos especialistas do SPC Brasil é que para os próximos anos, o consumidor vá separando todo mês um determinado valor para quitar os compromissos sazonais. “O ideal é que uma pequena economia mensal vá direto para uma conta poupança separada, assim o consumidor não cai na tentação de gastar o dinheiro com outras finalidades”, garante a economista.

Renegociação e substituição de dívidas

Para os consumidores que já estão inadimplentes, além de cortar gastos desnecessários e evitar compras impulsivas, o SPC Brasil recomenda que se faça uma renegociação da dívida com o credor, barganhando condições e formas de pagamento que melhor se encaixam no orçamento.
Os especialistas do SPC Brasil alertam ainda que antes de se buscar algum tipo de financiamento para quitar débitos, é preciso fazer uma avaliação criteriosa dos juros cobrados na operação. “Se o consumidor estiver inadimplente no cartão de crédito ou no cheque especial, a substituição da divida é uma opção que compensa. Para isso, ele pode contrair um empréstimo pessoal com juros mais baixos para quitar a dívida e assim, evitar que ela se transforme numa bola de neve”, explica a economista.

Para ilustrar melhor a evolução da dívida de um cartão de crédito, o departamento econômico do SPC Brasil simulou uma dívida de R$ 2 mil com juros rotativos de 7,5% ao mês. Para quitar essa dívida, o consumidor terá de cortar completamente novos gastos no cartão e ainda desembolsar mensalmente a quantia de R$ 258,56, ao longo de 12 meses. Ao final de um ano, a dívida desse consumidor terá se transformado em R$ 3.102,67, o que equivale a 55% a mais do que o valor inicial do débito (R$ 2.000,00).

Por outro lado, caso o consumidor troque essa dívida no cartão de crédito por outra de valor idêntico na modalidade de um empréstimo pessoal consignado, o resultado será mais favorável, pois os juros do consignado são bem mais baixos (1,84% ao mês em vez de 7,5% ao mês). “Ao final de 12 meses, o consumidor terá gasto R$ 2.247,27 em vez de R$ 3.102,67, o que representa uma economia de 27%.”, resume Luiza Rodrigues.

Simulação de troca de dívida

Fonte: SPC Brasil

“Vale destacar que essa estratégia é válida desde que após o pagamento do débito no cartão, o consumidor não volte a fazer novas dívidas que possam pressionar seu orçamento. Toda modalidade de crédito pode ser algo positivo, dependendo da forma como é utilizado”, explica Luiza Rodrigues.  




Fonte: SPC Brasil

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Tiva Esportes lança liquidação: "Mês de volta as Aulas", além de "desconto" ainda ganha uma camisa, loja associada CDL Surubim


Na compra de 01 tênis ou 01 mochila, desconto de 20% á vista
 e ainda ganha 01 camisa da Tiva Esportes

Outras Promoções: Society's, Chuteiras e Tênis.


  • Society Umbro: de $124,00 por apenas $74,00 / $159,00 por apenas $99,00.
  • Society Fila: de $151,00 por apenas $79,00
  • Society Lotto: de $94,00 por apenas $59,00
  • Society Fila: de $151,00 por apenas $79,00


  • Chuteira Topper: de 190,00 por apenas $89,00
  • Chuteira Dray: de $54,00 por apenas $36,00
  • Chuteira Stadium: de $59,00 por apenas $36,00 


  • Tênis Rainha: de $99,00 por apenas $59,00 / de $95,00 por apenas $55,00
  • Tênis Dalponte com 40% de Desconto.

Fonte: Fan Page: Tiva Esportes



PS: A CDL Surubim oferece esse serviço de divulgação para seus associados, nos envie notícias / matérias para o e-mail: cdlsurubim@hotmail.com e divulgue através de nosso blog e redes sociais. 




sábado, 4 de janeiro de 2014

Free Shopping Dácio Espósito lança promoção "100 Noção", associada CDL Surubim

Promoção "100 Noção" - Free Shopping - Foto: Facebook

Fonte: Facebook


PS: A CDL Surubim oferece esse serviço de divulgação para seus associados, nos envie notícias / matérias para o e-mail: cdlsurubim@hotmail.com e divulgue através de nosso blog e redes sociais. 





sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Novo salário mínimo de R$ 724 já está em vigor

Valor é 6,78% superior e vai injetar R$ 28,4 bilhões na economia em 2014

O novo salário mínimo de R$ 724 começou a vigorar nesta quarta-feira (1°). O valor é 6,78% superior aos R$ 678, base até essa terça-feira (31). O percentual está acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo que, segundo a projeção mais recente do boletim Focus, divulgada no início da semana passada pelo Banco Central, deve fechar o ano em 5,72%.

O aumento do salário mínimo está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2014, e foi aprovado pelo Congresso na semana anterior à do Natal. No dia 23 de dezembro, a presidenta Dilma Rousseff assinou o decreto com o reajuste e confirmou o novo valor em sua conta no Twitter.

Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o mínimo injetará R$ 28,4 bilhões na economia em 2014. De acordo com cálculos da entidade, o novo valor permite a compra de 2,23 cestas básicas. Trata-se da maior relação de poder de compra desde 1979.

O salário mínimo passou a vigorar no Brasil em 1º de maio de 1940, durante o governo Getúlio Vargas. A Constituição Federal estabelece que o valor deveria ser suficiente para suprir as necessidades básicas do trabalhador e de sua família: alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.

Foto: NE 10


Com informações da Agência Brasil