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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Comunicado CDL Surubim: novo horário de funcionamento

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim (CDL Surubim) comunica a todos os associados e comunidade em geral que, a partir de segunda-feira (24) a entidade terá novo horário de funcionamento, abrirá diariamente de segunda a sexta-feira das 08:00h ás 18:00h e aos sábados das 08:00h ás 16:00h.

Maiores informações, entrar em contato através dos fones: (81) 3634.1608 / 3634.1607



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Convite Gilmara Modas: Inauguração do novo espaço da loja e haverá também um desfile de moda, sinta-se convidado


Fonte: Facebook - Gilmara Modas

PS: A CDL Surubim oferece esse serviço de divulgação para seus associados, nos envie notícias / matérias para o e-mail: cdlsurubim@hotmail.com e divulgue através de nosso blog e redes sociais. 




Cartões movimentam R$ 853 bilhões no país em 2013, alta de 17,8%

Os cartões de crédito e débito movimentaram R$ 853 bilhões em 2013, o que corresponde a um crescimento de 17,8% em relação ao volume transacionado em 2012, segundo balanço dovulgado nesta quarta-feira (19) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Os cartões de crédito movimentaram R$ 553 bilhões (alta de 15,3%) e os cartões de débito, R$ 300 bilhões (alta de 22,5%).

Segundo o levantamento, os cartões representaram em média 28% do consumo das famílias brasileiras no ano passado. "No último trimestre, porém, essa participação superou os 30% pela primeira vez na história", destaca o balanço.

No total, foram 9,3 bilhões de transações realizadas no país nas duas modalidades (alta de 14%). O crescimento foi de 11,6% em cartões de crédito e 16,4% em cartões de débito, totalizando, respectivamente, 4,5 bilhões e 4,8 bilhões de transações no ano.

As compras não presenciais, com destaque para o e-commerce, chegaram a R$ 94,3 bilhões em 2013, uma alta de 19,5% em relação a 2012.

A associação prevê que as transações com cartões de crédito e débito devem chegar à marca de R$ 1 trilhão em 2014, o que representará um crescimento de 17,1%.

Taxa de serviço
Segundo a Abecs, a taxa média de desconto do cartão de crédito, que é cobrada dos estabelecimentos comerciais a cada transação, caiu de 2,96% em 2009 para 2,76% em 2013. No caso do cartão de débito, houve redução de 1,60% para 1,56% no mesmo período.  A quantidade de máquinas aumentou chegou a 3,8 milhões de unidades.

A carteira de crédito dos cartões no Brasil atingiu aproximadamente R$ 145 bilhões no final de 2013. Desse volume, 75% são de operações sem juros. "O crédito rotativo do cartão continua perdendo espaço a cada ano na composição da carteira de crédito à pessoa física – sua participação caiu de 3,2% em 2008 para 2% em 2013", destacou o relatório.

foto: Eco Lâmpadas


Fonte: G1

Prazo para enviar o IR começa dia 6 de março; veja quem tem de declarar

A Receita Federal do Brasil publicou nesta sexta-feira (21), no "Diário Oficial" da União, a instrução normativa que define as regras do Imposto de Renda pessoa física 2014 (relativo ao ano de 2013).
Neste ano, o prazo de envio da declaração começa no dia 6 de março e vai até 30 de abril. O contribuinte terá, assim, menos dias para prestar contas ao Fisco, uma vez que, nos anos anteriores, o prazo começava no dia 1º.
O documento determina quem é obrigado a declarar, quais os prazos e as multas. Entre os que devem declarar, estão os que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 25.661,70 ou rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40.000,00.
Rendimento tributável, por exemplo, é o salário. Rendimento isento ou não tributável pode ser uma indenização trabalhista.
Também é obrigado a apresentar o IR quem investiu em ações ou tinha bens acima de R$ 300 mil em 2013.
A declaração deve ser entregue pela internet. Será possível fazer o envio por computadores, tablets e smartphones. Não é mais permitido entregar em disquetes (apenas quem entregar depois do prazo poderá usar mídia removível, que terá de ser levada até uma unidade da Receita Federal).
No caso da entrega por computador, será preciso baixar um programa no site da Receita Federal. No caso de tablets e smartphones, será necessário baixar o aplicativo m-IRPF, que estará disponível nas lojas de aplicativos Googleplay, para o sistema operacional Android, ou App Store, para o sistema operacional iOS.
Existem algumas restrições para o envio da declaração pelo m-IRPF. Essa opção não poderá ser feita, por exemplo, por quem teve rendimentos tributáveis no exterior ou superiores a R$ 10 milhões, entre outros casos.
Contribuintes que tiverem certificação digital poderão, neste ano, usar uma declaração pré-preenchida. Nesse caso, alguns dados serão colocados automaticamente na declaração pela Receita Federal.
Em todos os casos, a entrega pode ser feita até as 23h59min59seg de 30 de abril. A multa para quem entrega a declaração fora do prazo é de 1% ao mês. O valor mínimo é de R$ 165,74, e o máximo é de 20% do imposto devido.
foto: JC Online

Fonte: UOL

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

9 dicas para você ser um líder ainda melhor

Mais do que julgar o chefe por suas ações, os funcionários estão atentos às suas palavras. Aprenda a lidar com isso

Aprenda como se tornar um líder reconhecido
(Foto: Shutterstock
)
Se você é um empreendedor, tenha uma certeza: a forma como você se expressa faz muita diferença no dia a dia da sua empresa. Dizer as palavras certas para os funcionários, oferecer apoio, demonstrar confiança e dividir opiniões ajudam a construir a figura de um líder reconhecido. Siga as dicas:

1. A situação é a seguinte... As pessoas querem saber o que está acontecendo. O papel do líder é compartilhar os problemas e as soluções pensadas para a empresa e evitar guardar para si todos os assuntos que considera importantes. Com isso, além de ganhar a contribuição dos funcionários e abrir espaço para novas ideias, o empreendedor permite que a equipe se sinta valorizada.

2. Um líder deve liderar. Depois de escutar as sugestões dos funcionários, o empreendedor precisa ter claro aonde quer chegar. Saber dizer não é parte da estratégia, principalmente, quando outras opiniões, por melhores que sejam, mudam os rumos pensados para o desenvolvimento do negócio.

3. Do que você precisa? Primeiro, o empreendedor deve deixar claro para as pessoas que se preocupa com elas, tanto pessoal quanto profissionalmente. Mais do que isso, deve mostrar que quer o sucesso delas. O segundo ponto é que para colocar em prática um bom plano, o empreendedor precisa alavancar as melhores habilidades de seus funcionários, tendo claro que, caso eles não possam dar o retorno esperado, é preciso descobrir o porquê.

4. Saiba mais. Permita que as pessoas percebam que você está mais interessado no que elas possam dizer do que em sua própria fala. Se não for possível fazer isso de forma implícita, faça de forma explícita. Um líder reconhecido é aquele que convida as pessoas a expressar seu ponto de vista.

5. Compartilhe valores. Como empreendedor, você não vai conseguir tomar decisões seguindo a opinião de cada um de seus funcionários, mas pode agir de uma forma que deixe o time todo orgulhoso. Compartilhar seus valores é uma maneira de aproximar o grupo.

6. Acredite na equipe. Se você não confia nas pessoas que fazem parte da sua equipe, elas não deveriam estar ali. O empreendedor deve acreditar na integridade, nos julgamentos e nas paixões de seus funcionários – para então fazê-los entender o quanto precisa deles.

7. Tenha certeza de que eles acreditam em você. A confiança é importante e deve ser mútua, tanto dos funcionários com o líder como vice-versa. Cumpra suas promessas e esteja disponível para se relacionar com a equipe.

8.  Faça o melhor sempre. Estimular os funcionários a superar suas dificuldades é outra tarefa de um bom líder. Elogiar suas conquistas e procurar estabelecer novas metas para o seu crescimento, também. Mas não deixe que falhas atrapalhem sua avaliação sobre o time. O importante é ter certeza de que o grupo está preparado para fazer o melhor sempre.

9.  Celebre as conquistas da empresa. Não crie uma cultura em que a recompensa por um bom trabalho seja mais trabalho. Comemore pequenas e grandes conquistas, ofereça bônus para os funcionários, estimule a dedicação ao negócio e reconheça a importância deles para a construção do todo, da empresa.
Fonte: PEGN

Conheça a WhatsApp: uma startup de US$ 19 bilhões

Entenda as razões que levaram o Facebook a investir bilhões nesta empresa de mensagens instantâneas

O americano Brian Acton e o ucraniano Jan Koum: 
eles são os fundadores do WhatsApp (Foto: Divulgação)

WhatsApp, aplicativo para troca de mensagens em dispositivos móveis, foi comprado nesta quarta-feira (19/02) pela rede social Facebook. O valor do negócio, US$ 19 bilhões, impressionou o mercado.
Há uma razão. Quando o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou a aquisição do Instagram, em outubro de 2012, por US$ 1 bilhão, muitos analistas consideraram o valor exagerado. Recentemente, o mesmo comentário foi feito no final de 2013, quando o Facebook ofereceu cerca de US$ 4 bilhões pelo aplicativo de mensagens autodestrutivas Snapchat. Os especialistas, basicamente, afirmavam que os valores não traduziam o potencial dos negócios.
Mas o WhatsApp tem potencial? Segundo o Facebook, no comunicado enviado ao mercado, sim. A rede social usa números para exemplificar. O software tem 450 milhões de usuários ativos. E pelo menos 320 milhões deles trocam mensagens diariamente com outros usuários. Além do mais, um milhão de pessoas adere ao software por dia.
Com todos esses números, diz Zuckerberg, o WhatsApp caminha para ter, em pouco tempo, mais de um bilhão de usuários. E afirma, no comunicado, que um serviço com este número de pessoas é muito valioso e com grande potencial para gerar receitas. Apesar de prometer não interferir no aplicativo (e deixá-lo operar de forma independente), a afirmação pode indicar que o Facebook, em breve, pode colocar publicidade no WhatsApp, além de integrá-lo à rede social.
Atualmente, o WhatsApp não exibe anúncios publicitários para seus usuários. A empresa mantém o software com o dinheiro arrecadado na venda do aplicativo, que custa US$ 1 dólar nas lojas de programas para smartphones.
Com a compra, o Facebook também torna o rival um aliado. O WhatsApp, segundo dados da consultoria OnDevice, é muito popular em mercado emergentes, como o Brasil. Os usuários o usam para fugir das taxas cobradas pelas operadoras no envio de mensagens curtas (SMS). E por ter uma interface simples e funcionar numa gama grande de smartphones, ele conquistou mais adeptos que o Facebook Messenger – o software da rede social com a mesma função.
Fonte: PEGN

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Se fosse um país, classe C brasileira seria o 18º em consumo

Em tempos de rolezinho, as marcas “de rico” podem até querer se afastar da classe C brasileira. Mas que é uma estratégia equivocada, ah, é. Vejam só um estudo divulgado nesta terça-feira (18) pela Serasa Experian e pelo Instituto Data Popular. Só no ano passado, as famílias da classe C gastaram mais de R$ 1,17 trilhão, movimentando 58% do crédito no país. Se fosse um país, nossa classe C seria o 18º em consumo e o 12º em população (108 milhões de pessoas).
A pesquisa Faces da Classe Média considera como pertencentes à classe C as famílias com renda per capita variando de R$ 320 a R$ 1.120. Esse monte de gente foi dividido em quatro grandes grupos:
Batalhadores (39%) – são os que acabaram de sair da classe D e geralmente passaram a ter emprego com registro em carteira
Experientes (26%) – formado mais por chefes de família aposentados e com baixa escolaridade
Promissores (19%) – são o grupo da população mais jovem e os formadores de opinião
Empreendedores (16%) – É “a classe A da classe C”, aqueles que acreditam no poder do próprio negócio
De acordo com Renato Meirelles, presidente do Data Popular, há uma tendência de crescimento dos gastos da classe C com serviços de educação, beleza, além de produtos e serviços relacionados à tecnologia. A pesquisa também projetou os gastos da classe média em 2014. Vamos a eles:
8,5 milhões de viagens nacionais
6,7 milhões de aparelhos de TV
4,8 milhões de geladeiras
4,5 milhões de tabletes
3,9 milhões de smartphones
3,2 milhões de viagens internacionais
3 milhões de carros
2,5 milhões de casas ou apartamentos

Fonte: Diário de Pernambuco