Páginas

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Crescer faz bem. Todos têm que crescer, inclusive sua empresa


Alguns sintomas como o crescimento da demanda mostram que chegou a hora de expandir o seu negócio.
Prepare-se para esse momento, pois clientes não atendidos podem fortalecer os concorrentes. Portanto antecipe-se e tenha em mãos um plano de crescimento preparado.

6 formas para fazer seu cliente se apaixonar por sua marca

Criar uma imagem forte, bem cuidada, e produzir conteúdo de qualidade são alguns dos passos para cativar seus consumidores

Saiba como fazer os seus clientes se derreterem de amores pela sua empresa (Foto: Thinkstock)














Como em um relacionamento de verdade, uma paixão entre empresa e cliente depende muito mais do que apenas o primeiro encontro. Hoje em dia, não basta que alguém conheça sua marca. Ela precisa ser forte e encontrar uma forma de estar presente no dia a dia dos consumidores.

Por trás da construção dessa paixão, há um forte trabalho de branding, que se apoia muito na intimidade, velocidade e amplitude das mídias sociais. A empresa australiana de design de marcas One Deep Design criou um infográfico que mostra alguns dados sobre a importância de um trabalho como esse.

Reunindo esse monte de números, a empresa listou seis formas para fazer seus clientes se apaixonarem pela sua marca. Depois da lista, você encontra o gráfico original, em inglês, com as fontes de todos os dados.

1. Ofereça um atendimento de primeira
Não adianta ser medíocre: sua empresa precisa tratar seu cliente da melhor forma possível. Para 73% dos consumidores, o atendimento amigável determina o amor por uma marca. E não pense que os custos serão um problema: 55% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência de consumo melhor. O mais importante é lembrar que 89% deles pararam de fazer negócios com empresas que os trataram mal.

2. Dê um tapa no visual
Sim, os consumidores julgam as marcas pela capa – ou melhor, por seus sites. Este é o primeiro critério para definir a credibilidade de uma empresa para 46% das pessoas. Além disso, 90% das compras são feitas baseadas em fatores visuais.
 
3. Crie conteúdo de sustância
Conteúdo de qualidade é o terceiro principal motivo para pessoas seguirem empresas nas mídias sociais. As publicações e a proximidade de cada marca com seus clientes por meio dessas ferramentas também ajuda na hora de determinar uma compra: 67% dos usuários do Twitter, por exemplo, estão mais inclinados a comprar de marcas que eles seguem.

4. Abuse das emoções
Criar uma marca forte pode envolver vários passos virtuais. Isso não significa que ela precisa ser distante ou impessoal. Explore as emoções em cada estratégia para se conectar de forma mais humana com seus clientes. As emoções são a base para 75% das experiências de consumo.

5. Fique de olho no seu histórico e surpreenda
Três de cada quatro consumidores gastam mais com marcas com as quais tiveram experiências positivas anteriores. Fique de olho para não escorregar e mantenha um histórico do que a empresa já realizou de positivo. E sempre que tudo parecer rotineiro, surpreenda seus clientes fieis com algo novo.

6. Escute – mesmo – seus clientes
Não adianta ter diversos canais de comunicação com seus consumidores e não usar as opiniões deles para melhorar sua empresa de alguma forma. Aproveite aquelas que são interessantes e divulgue as críticas construtivas – positivas ou negativas. Adicionar depoimentos de clientes no site de uma empresa pode aumentar as vendas em até 250%.
Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Salutar: saúde e bem estar

Realizamos aos sábados Consultas: Citologia, Colposcopia, Biópsia, Cauterização e DIU. Agende seu horário - (81) 3634.1034



Fonte: Fan Page - Salutar Clique e curta a Fan Page da Clínica


P.S: A CDL Surubim oferece esse serviço de divulgação para seus associados, nos envie notícias / matérias para o e-mail: cdlsurubim@hotmail.com e divulgue através de nosso blog e redes sociais. 


Quer atrair novos clientes pra sua loja? Confira a Dica do SPC Brasil

Ambientes sem poluição visual e mensagens que vão direto ao assunto funcionam como imã para os consumidores.
Exponha as informações diretas e relevantes ao seu público em faixas e banners para causar maior impacto.

Em desaceleração, vendas no varejo entram em patamar mais moderado, avaliam CNDL e SPC Brasil

Segundo lojistas, tendência para 2014 é de crescimento entre 4% e 4,5%

Dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgados nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam a tendência de desaceleração do crescimento do varejo apontada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
Na avaliação dos lojistas, o menor crescimento das vendas indica que o comércio brasileiro entrou num ciclo de crescimento mais moderado. A projeção das entidades é que para 2014, as vendas a prazo avancem entre 4% e 4,5%, já descontada a inflação do período. O resultado é próximo ao registrado em 2013: 4,12%, segundo o SPC Brasil e 4,3%, para o IBGE. 

“O comércio varejista continua crescendo, mas a um ritmo cada vez mais lento. Saímos do ‘patamar chinês’ de expansão para um nível mais moderado. Nos últimos anos, o consumo interno foi o grande motor de impulsão da economia brasileira, mas o modelo já dá sinais de esgotamento”, afirma Pellizzaro Junior, presidente da CNDL. 

Razões da desaceleração

De acordo com Pellizzaro Junior, no ano de 2013, o varejo não contou com os mesmos fatores macroeconômicos que ajudaram a aquecer o setor nos anos anteriores, como os altos índices de geração de emprego, expansão da renda real e a larga oferta de crédito mais barato. O aperto inflacionário e a escalada dos juros básico da economia também afetaram a confiança do consumidor.
 
“O efeito da inflação sobre a renda dos trabalhadores foi corrosivo ao longo de 2013 e reduziu o poder aquisitivo. Some-se a isso, o fim gradual de isenções e reduções tributárias, como o do IPI para eletrodomésticos, automóveis e móveis, que contribuiu para o menor crescimento das vendas do varejo”, explica Pelizzaro Junior.
Na avaliação de Pellizzaro Junior, com as vendas no comércio crescendo menos, o governo brasileiro terá de mostrar mais capacidade de gestão do que vem apresentando hoje. “Para conduzir o Brasil a um crescimento competitivo, saudável e duradouro no médio e longo prazo, a primeiro passo é rever a atual política fiscal, que precisa ser mais rígida nos cortes dos gastos de custeio, inclusive com novas regras de eficiência e produtividade para o setor público. Desse modo, os juros ao consumidor poderão diminuir e o empresariado ser desonerado”, defende Pellizzaro Junior.


Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

Pessoas que se atrasam em compromissos sofrem mais de descontrole financeiro, diz SPC Brasil

Pesquisa mostra que pessoas que têm hábitos como estudar na véspera de provas ou chegar atrasadas em compromissos tendem a poupar menos

Uma pesquisa nacional encomendado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) para avaliar como o brasileiro administra as próprias finanças mostrou que o grau de disciplina e comprometimento das pessoas com atividades e compromissos simples do dia a dia pode dizer muito sobre a relação delas com o próprio dinheiro. De maneira geral, o estudo mostrou que entrevistados indisciplinados que têm hábitos como o de estudar na véspera de provas, chegar atrasado em compromissos ou ser relapso no trabalho também têm menos controle financeiro do que os entrevistados mais disciplinados.
Inicialmente os pesquisadores estabeleceram três perfis comportamentais para os pesquisados, com base nas respostas de cada um sobre hábitos de estudo, comportamento no trabalho e sobre a postura diante de compromissos simples do dia a dia como o de chegar no horário marcado encontros. Os entrevistados foram classificados como pessoas organizadas, pessoas que tentam ser organizadas e pessoas desorganizadas.
Classificação
Percentual
Descrição
Pessoas organizadas
24%
Estudam/estudavam diariamente, planejam todas as tarefas diárias, sempre chegam no horário estabelecido e seguem suas metas.
Pessoas que tentam ser organizadas
62%
Estudam/estudavam ocasionalmente, procuram se planejar, às vezes se atrasam e estabelecem metas, mas perdem a motivação com o passar do tempo.
Pessoas desorganizadas
14%
Estudam/estudavam somente na véspera da prova ou não estudam/estudavam hora alguma, se atrasam muitas vezes, às vezes estabelecem metas, mas raramente conseguem atingí-las e, ainda, não costumam se planejar nunca

Cheque especial
Os pesquisadores identificaram um descolamento comportamental entre os três grupos logo nas primeiras perguntas sobre a estabilidade financeira de cada um. A pesquisa revela que o percentual de entrevistados desorganizados que já entrou alguma vez no cheque especial, por exemplo, é mais que o dobro em relação à parcela de consumidores organizados. O percentual é de 11% entre os consumidores organizados, de 21% entre os que tentam ser e de 25% entre os desorganizados.  “Ao contrário do que diz o senso comum das pessoas, as causas do descontrole financeiro não estão relacionadas à classe social ou ao grau de escolaridade do consumidor, mas ao comportamento de cada um. De maneira geral, vimos que pessoas organizadas e planejadoras têm uma gestão financeira mais saudável e totalmente coerente com o restante das práticas do dia a dia”, comenta a economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.
Fim do mês
Também foram detectadas diferenças comportamentais nos três perfis quanto à gestão das despesas de casa. Quando perguntados se conseguem chegar ao final do mês com todas as contas pagas, os organizados não têm dúvidas: 64% respondem que sim e que “ainda sobra um pouco de dinheiro”. Por outro lado, a parcela que responde sim a esta pergunta entre os que tentam ser organizados cai para 45% e chega em 39% entre os entrevistados desorganizados.
Preparo para emergências
A pesquisa também mostrou que a desorganização tem reflexos no preparo do consumidor para emergências. Em uma situação hipotética de emergência — como perda de emprego ou problema de saúde — 50% dos entrevistados organizados teriam como recorrer à poupança ou a outro tipo de aplicação para sair do sufoco. O percentual entre os que tentam ser organizados e recorrem a esse tipo de reserva é de 41% e cai para 36% entre os desorganizados.
Segundo os pesquisadores, uma análise conjunta dos dados demonstra como as pessoas organizadas tendem a manter uma gestão financeira mais saudável no dia a dia, coerente com seus comportamentos em geral. Elas demonstram não comprar além das possibilidades, ter controle das contas e saber o momento correto de recorrer à poupança. Por outro lado, os desorganizados caminham em sentido oposto – porém este comportamento demonstra ser condizente com a falta de planejamento em outras atividades diárias em geral.
Os pesquisadores concluíram ser possível fazer uma correlação entre a desorganização das vidas pessoal e profissional com o descontrole das finanças. Os dados demonstram que os aspectos comportamentais e culturais de cada um têm impactos determinantes na gestão do próprio patrimônio. “A pesquisa reforça a tese de que os hábitos e valores que foram construídos desde cedo no ambiente familiar serão determinantes ao longo da vida do cidadão como consumidor. Isso torna ainda mais relevante implementar iniciativas relacionadas à educação financeira junto a crianças e adolescentes — não de forma isolada, mas de uma maneira interdisciplinar”, afirma a Luiza Rodrigues.
Além disso, na visão do SPC Brasil, o contexto histórico-econômico do Brasil pode ajudar a explicar o fato de uma parcela significativa da amostra ser composta por pessoas com um perfil de desorganização financeira. “Temos gerações inteiras marcadas por períodos de instabilidade econômica e por hiperinflação, o que dificultava muito fazer um planejamento financeiro a médio e longo prazo. Sem mencionar que o recente boom da oferta de crédito deu uma repentina oportunidade de compra às pessoas, sem orientá-las corretamente sobre como consumir de forma consciente”, avalia Luiza Rodrigues.
Metolodogia
A pesquisa sobre Educação Financeira no Brasil foi realizada entre os dias 18 e 24 de dezembro de 2013 e entrevistou 656 consumidores de todas as classes econômicas, das 27 capitais brasileiras. Foram consideradas apenas as pessoas com mais de 18 anos e que possuem renda própria (excluindo analfabetos). A margem de erro do estudo é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.


Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Como funciona a "auto-remuneração"? Confira a Dica do SPC Brasil

Geralmente, pequeno empresário têm dúvidas sobre a última parte desse fluxo.
O pró-labore funciona como um salário e são cobrados impostos de pessoa física
e a distribuição de lucros é feita de acordo com o lucro do período
Alem disso, há o juros sobre capital próprio, em que cada sócio é recompensado proporcionalmente ao valor investido.