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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Comércio reprova PL que repassa multa do FGTS ao programa Minha Casa Minha Vida

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) repudia uma possível manobra política decorrente da apresentação do Projeto de Lei 5844/2013, que determina cobrança adicional de 10% sobre a multa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para serem repassadas ao programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida. O projeto de autoria do deputado Arthur Lira (PP/AL) foi apresentado na última quinta-feira (27/6) e já aparece na pauta do Plenário da Câmara dos Deputados desta terça-feira (2/7).

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o projeto além de não beneficiar o empregador brasileiro, prejudica as empresas, sobretudo as micro e pequenas, que atualmente correspondem a 85% do comércio brasileiro. “No sentido inverso de tudo que vem sendo pedido nas ruas pela população, o Congresso apresenta um projeto que arrocha ainda mais o consumo interno, inibe a empregabilidade e não impulsiona a economia brasileira. Se necessário for, o movimento lojista vai engrossar o coro dos manifestantes nas ruas”, afirma Pellizzaro Junior.

Entenda o caso
Atualmente, em casos de demissões sem justa causa, além do pagamento da multa de 40% sobre o valor do FGTS que o trabalhador recebe, o empregador paga uma multa de 10% destinada ao Governo Federal. Esta multa foi instituída em caráter temporário pela Lei Complementar 110/2001, que na época de sua aprovação pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, tinha o objetivo de cobrir os prejuízos financeiros acumulados pelo Fundo, causados pelos bloqueios da poupança decorrentes do Plano Collor.

No entanto, na avaliação dos empresários, essas perdas acumuladas pelo Fundo foram quitadas durante os últimos exercícios fiscais. Sendo assim, o movimento varejista defende o Projeto de Lei Complementar 200/2012, que prevê um prazo para a extinção desta cobrança adicional de 10% sobre o FGTS. No entanto, na última quinta-feira (27/6), o deputado Arthur Lira (PP/AL) apresentou um projeto que institui não a extinção desta cobrança, mas o repasse dos 10% para o programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida.

(Informações da CNDL)

Programa Governo Cliente incentiva compras governamentais para microempreendedores



Licitação rápida e transparente, qualificação de produtos e serviços e crédito facilitado com juros baixos. O Governo de Pernambuco que ser mais parceiro dos pequenos negócios e, baseado nesta tríade, apresentou, na manhã desta terça-feira (2), o Programa Governo Cliente. A ferramenta prevê a estruturação no processo regionalizado de compras pelo governo do estado e pretende elevar a participação das microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais nessas operações para 25% do total das compras realizadas, ainda este ano. 

A nova ferramenta já havia sido formatada pela administração estadual, através da Secretaria de Qualificação, Trabalho e Empreendedorismo (STQE), e sai do papel do papel quase um ano após a publicação do decreto 38.493, que trata das licitações por micro e pequenas empresas. Segundo o governo do estado, o aumento do índice de participação das pequenas atividades nas compras públicas vai representar a injeção de R$ 400 milhões por ano no orçamento das microempresas, o equivalente a uma compra diária de R$ 2 milhões, considerando-se os dias úteis do calendário orçamentário. 

Inicialmente, de acordo com o anúncio da STQE, o Programa Governo Cliente foi aberto com a oferta de 600 oportunidades de parceria. Ou seja, quem quiser se candidatar a ser um fornecedor de produtos e serviços terá de se inscrever e passar por todo o processo licitatório para se tornar um parceiro comercial do governo do estado. Desse total, 250 inscrições vão priorizar os setores de confecção, panificação e móveis, considerados de grande negociação financeira na economia de Pernambuco.

Para que o programa tenha consistência e eleve a participação das MPEs nas compras públicas, o governo decidiu investir, além da transparência nos processos licitatórios e da qualificação através do “Sistema S”, em juros baixos para atrair os empresários. A ideia é que as empresas aprovadas nas licitações adquiram de forma imediata créditos pré-aprovados para investir em expansão, modernização, certificação e inovação tecnológica. Com isso, o objetivo é estimular a competitividade entre as empresas do setor. 

Financiamentos

De acordo com a Agência de Fomento do Estado de Pernambuco (Agefepe), órgão que vai gerenciar a concessão dos financiamentos aos empreendedores, os valores dos empréstimos poderão chegar a 75% do valor da licitação vencida, com taxas de juros de 0,92% ao mês (11,58% ano ano). Segundo a STQE, a alíquota pode ser reduzida até a 0% caso os prazos e a qualidade dos produtos e serviços sejam comprovados pelos órgãos envolvidos no programa. Já os prazos de pagamento serão definidos conforme as características dos negócios e setores econômicos. 

“O programa deve financiar R$ 30 milhões este ano, mas se aparecerem mais negócios o valor poderá ser elevado”, explicou Agnaldo Nunes, presidente da Agefepe. Vale lembrar que a concessão dos empréstimos é restrita apenas ao estado de Pernambuco. Para receber o crédito, o microempreendedor deve vencer licitação estadual, ter histórico positivo de cumprimento de prazos, contratos, condições financeiras e qualidade no fornecimento de produtos e serviços. Além disso, deve estar quite com os tributos federais, estaduais e municipais e respeitar as legislações ambiental, trabalhista e sanitária, entre outros aspectos. 

De acordo com a STQE, a partir de agora os contratos que estiverem abaixo de R$ 80 mil serão firmados exclusivamente com pequenas e médias empresas e as licitações serão simplificadas, incluindo a criação de novos modelos de editais para facilitar a adesão ao programa. O governo também pretende elevar a realização de pregões presenciais para aproximar as disputas e permitir que todos os empreendedores do estado sejam beneficiados. As inscrições para o programa já estão abertas no sitewww.empreende.pe.gov.br e até a próxima segunda-feira (8) uma cartilha de orientação aos empreendedores sobre os serviços de compras públicas estará disponível no portal. 
Fonte: Diário de Pernambuco (Augusto Freitas)

terça-feira, 2 de julho de 2013

CDL Surubim está realizando inscrições para Curso de Atendimento Pré – Hospitalar. Faça já sua Inscrição

A Câmara de Dirigentes Lojistas está com inscrições abertas para o Curso de Atendimento Pré Hospitalar. O Curso será realizado pela Unidade de Resgate Voluntário (URV), com carga horária de 90 horas. Será ofertado aos participantes, aulas teóricas e práticas, simulados e muito mais.
A previsão do início do curso será dia: 14/07/2013, lembrando que será aos Domingos das 08h ás 17h com intervalo pra almoço e na cidade de Surubim-PE.

Maiores informações ligue para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim (CDL Surubim), através dos fones (81) 3634.1608 / 3634.1607 e reserve já sua vaga ( 35 Vagas). Acesse o site da URV: www.urvpe.webnode.com.


20 dicas rápidas sobre Marketing de Varejo


Lojistas e pequenos comerciantes normalmente tem dificuldades em parar e efetuar um plano de marketing e promoção do seu negócio.Confira algumas dicas rápidas e de fácil aplicabilidade para melhorar sua divulgação.
1- Desenvolva uma logomarca que contenha a informação sobre o seu tipo de negócio.
2- Caso sua logomarca não possua esta informação, coloque-a no verso do seu cartão de visitas.
3- Imprima panfletos e distribua em outras lojas parceiras.
4- Sempre tenha seu cartão de visitas com você e distribua para todas as pessoas que você tiver contato. Fale do seu negócio.
5- Desenvolva um calendário anual. Pode ser imã de geladeira, de mesa, de bolso ou o tradicional (folhinha).
6- Desenvolva uma frase de efeito (assinatura) sobre seu negócio e imprima-a em todos seus materiais: cartões de visita, folhas de fax, assinaturas de email, panfletos e folhetos.
7- Inclua declarações sobre sua qualidade de serviços ou de produtos declaradas por seus clientes mais fiéis.
8- Faça um calendário promocional do seu negócio, estabelecendo prazo das promoções e temas, para cumprir anualmente.
9- Estabeleça um percentual do seu faturamento para ser investido em ações de marketing e se possível, faça um plano de marketing baseado no montante financeiro, com ações feitas mês a mês.
10- Imprima sua logo em camisetas e distribua para seus colaboradores usarem como uniforme.
11- Melhore a arrumação de seus produtos no ponto de venda.
12- Consulte as melhores cores para serem aplicadas no seu negócio no meu blog e aplique em materiais, pintura de fachada, pintura interna, decoração e materiais promocionais.
13- Disponha de seu tempo e incentive também sua equipe para participar ao menos uma vez ao ano de um trabalho voluntário em sua comunidade. Na ocasião comunique isso na sua região através de faixas e camisetas para sua equipe.
14- Faça vitrines de seus produtos e as divulgue em outras lojas parceiras.
15- Crie uma área de espera agradável para seus consumidores dentro de sua loja, com cadeiras, flores e preferencialmente um bom e velho cafezinho e água frescos.
16- Capte os dados de seus clientes em um banco de dados.
17- Envie as promoções para este banco de dados através de email.
18- Presenteie uma vez ao ano seus melhores clientes.
19- Escolha o melhor vendedor de sua loja para receber um treinamento de vendas e peça a ele que treine os demais componentes da loja, repassando o conhecimento adiante.
20- Crie um programa de fidelidade para incentivar a re-compra.

Procure escolher algumas destas ações para serem feitas ao longo do ano e, assim, cada dia mais, captar novos clientes e incentivar a re-compra.
Fonte: Blog Varejo Sebrae

5 dicas de marketing com baixo custo para PMEs

Fonte: D Loja Virtual  (adaptado)




Toda empresa vive de lucro, mas para isso, é necessário vender. De acordo com Guilherme Evangelista, empreendedor e especialista em Marketing de Varejo, para as PMEs o cenário é mais crítico, pois, muitas vezes, existem verbas muito pequenas para estas aplicações e errar pode ser fatal devido ao pequeno fluxo de caixa.
Confira cinco dicas fundamentais de como começar a organizar o marketing da sua empresa, gastando pouco.

1) Pesquise. Descubra quem é seu cliente, onde ele está e porque ele precisa do seu produto. Sabendo disso não perderá tempo e dinheiro tentando vender algo pra alguém que não precisa.

2) Divulgue. Hoje em dia existem dezenas de meios de divulgação, alguns inclusive têm menores custos, como panfletos e jornais de bairro. Você também pode utilizar jornais de grande circulação, rádio ou até mesmo televisão. Estes últimos demandam maior investimento, mas quando bem produzidos e direcionados ao seu público corretamente, trarão alto retorno.

3) Atenda bem. Esse é um ponto controverso da maioria das empresas. Muitas investem quase todos os recursos em produtos, pesquisa e divulgação, mas quando um novo cliente ou até mesmo consumidor fiel precisa da sua empresa eles são atendidos por pessoas de baixa qualificação ou remuneração. Qualifique, remunere bem e exija alto desempenho do seu atendimento, mesmo que seja da sua telefonista ou secretária.

4) Transforme seus produtos em serviços. Hoje não basta mais ter um bom produto, é necessário que se entregue ao cliente algo a mais. Surpreenda! Existem diversas formas de ser feito. São várias opções, como: instalações gratuitas, manutenções preventivas, melhorias gratuitas e tudo que fará seu cliente ser surpreendido de tempos em tempos e nem imaginar em trocar de fornecedor.

5) Tenha presença digital. O Brasil talvez não tenha o maior número de internautas do mundo em relação a sua população, mas com certeza é o um dos países mais apaixonados por internet. Esqueça o preconceito! Ainda engatinhamos neste meio e quem já inseriu sua empresa no mundo digital já começa a colher os frutos. Mídias tradicionais e catálogos já estão migrando. A lista telefônica vai diminuindo enquanto buscadores como o Bing crescem.
Mas um detalhe: sites como conhecemos estão com os dias contados. Atualmente, as plataformas sociais oferecem espaços para manter a marca da sua empresa fazendo sua divulgação e o melhor, promovendo o relacionamento com o cliente.

Fonte: Blog Varejo Sebrae

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quase 50% dos brasileiros já levaram um “não” ao solicitar crédito

Shopping. Crédito: Jaqueline Maia/DP/D.A Press
Quase a metade dos brasileiros (47%) já levou um “não” na cara ao pedir crédito para fazer uma compra. O dado é de uma pesquisa realizada pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). O percentual aumenta entre as classe C e D/E: 54%. Já na classe A/B, ficou em 39%.

Segundo a pesquisa, o principal motivo que faz com que os consumidores tenham o crédito negado é, naturalmente, a inadimplência (36%). Logo depois vêm a renda insuficiente (33%) e a falta de comprovação de renda (23%).
O estudo do SPC também mostra que 41% dos brasileiros já usaram o nome de terceiros para fazer compras. O índice fica maior entre a classe C (48%). Muitas vezes, o “empréstimo” do nome não acaba nada bem. Para quem “emprestou”, claro.

Móveis e produtos da linha branca pagam mais IPI a partir desta segunda-feira

Governo também elevou o imposto para laminados, luminárias, painéis de madeira e papéis de parede

Da Agência Brasil

O IPI sobe de 2% para 3% no caso dos fogões, de 7,5% para 8,5% para geladeiras, de 3,5% para 4,5% para tanquinhos / Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr


O IPI sobe de 2% para 3% no caso dos fogões, de 7,5% para 8,5% para geladeiras, de 3,5% para 4,5% para tanquinhos

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

A partir desta segunda-feira (1º), os móveis e três produtos da linha branca – fogão, tanquinho e geladeira – pagarão mais Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Além desses produtos, o governo elevará o imposto para laminados, luminárias, painéis de madeira e papéis de parede. As novas alíquotas valerão até o fim de setembro.

O objetivo do governo é retirar gradualmente o IPI desses produtos e manter o equilíbrio fiscal. Com a alteração, a receita advinda desse setor deve aumentar em R$ 118 milhões entre julho e setembro. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já antecipou que não haverá novas desonerações daqui para a frente.

O IPI sobe de 2% para 3% no caso dos fogões, de 7,5% para 8,5% para geladeiras, de 3,5% para 4,5% para tanquinhos. Para móveis, painéis de madeira e laminados, a alíquota passa de 2,5% para 3%. Para as luminárias, o imposto aumenta de 7,5% para 10%. O IPI para papéis de parede subirá de 10% para 15%. Para máquinas de lavar, o imposto está definitivamente mantido em 10% desde o ano passado.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu, ao anunciar as mudanças, que os empresários farão um esforço para não repassar as mudanças do IPI para o preço final dos produtos. “Conversei com o setor, e os empresários me informaram que procurarão absorver o aumento de tarifas de modo que o preço não se eleve. O setor fará um esforço para que não venha prejudicar as vendas, nem aumentar a inflação”, declarou.

Antes, Luiza Trajano, do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), já tinha feito um alerta sobre as alterações e o impacto nos preços. “A reação na ponta, se for uma alíquota menor [do IPI], a gente dá até para segurar. Agora, se for uma alíquota muito grande, dificilmente a gente segura”, disse ao deixar o Ministério da Fazenda na quinta-feira (28) onde esteve para conversar com Mantega. 

Para ela, o governo tem dado ênfase a um ajuste fiscal, mas é preciso estimular a economia com a manutenção do consumo. “Se não tiver consumo, não tem emprego. Vamos falar a verdade: o Brasil colocou mais de 5 milhões de brasileiros para o mercado de trabalho. Então, tem que ter consumo, ao mesmo tempo tem que ter um aperto fiscal. O que eu senti é que o governo está muito comprometido em fazer o ajuste fiscal”, avaliou.

Luiza Trajano lembrou que, na questão dos preços, os dois setores não querem reajustes para não prejudicar o Programa Minha Casa Melhor. Anunciado este mês pela presidenta Dilma Rousseff, ele beneficia os usuários do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Além do IDV, Mantega ouviu representantes da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) e da Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa).