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segunda-feira, 17 de março de 2014

Dica SPC Brasil

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Dica SPC Brasil_CDL Surubim

Confederação Nacional diz que lojistas querem comércio aberto

O Ministério do Planejamento informou que ainda não há decisão sobre a definição de feriados durante a Copa.

A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) pediu ao Ministério do Esporte e à Casa Civil que o governo e os municípios das cidades-sedes decretem feriados parciais (somente escolas e ponto facultativo) nos dias dos jogos, sem o fechamento do comércio. "Já foi feito em acordo dos lojistas com a prefeitura de Fortaleza que deve ser aplicado em todas as cidades-sede dos jogos da Copa", disse ao DCI o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro.

Questionado se teme depredações no comércio durante os jogos do Brasil, se as lojas ficarem abertas, o presidente da CNDL afirmou que os empresários estão reforçando a segurança e a proteção dos estabelecimentos contra o ataque de vândalos.

O Ministério do Planejamento informou que ainda não há decisão sobre a definição de feriados durante a Copa. Também não soube informar quais capitais já decidiram pelo feriado.

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte, Bruno Falci, disse que a entidade rejeita a ideia de decretação de feriados nos dias dos sete jogos da Copa que devem ocorrer na capital mineira em junho e julho. E já pediu que a prefeitura não decrete feriados sob pena de causar prejuízos diários de R$ 75 milhões, uma estimativa de faturamento diário do comércio local. "Imaginem sete dias de feriados em dois meses", protestou. Falci afirmou que deverão ocorrer manifestações nesse dia, inclusive com ameaças ao patrimônio das empresas. Nem por isso acha que os empresários devem fechar as portas. "A Copa é também dos empresários, que precisam abrir suas lojas até para oferecer seus produtos aos turistas. Não podemos ficar presos em casa, enquanto os bandidos estão nas ruas", disse. Falci deseja que a polícia mineira se recupere do "vexame" que fez na Copa das Confederações, quando várias lojas foram depredadas.

Confederação Nacional  diz que lojistas querem 
comércio aberto. (Foto: Leia Já)


sexta-feira, 14 de março de 2014

Brasil tem 52 milhões de consumidores inadimplentes, estima SPC Brasil

Número de consumidores inadimplentes volta a crescer em fevereiro (5,54%) e volume de  vendas  a  prazo  avançam  0,69%, resultado  mais  fraco  para  o  mês  desde   2012

O número de pessoas físicas inadimplentes na base de registros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil)aumentou 5,54% em fevereiro de 2014 na comparação com o mesmo mês de 2013. A alta foi maior do que a verificada em fevereiro de 2013 (5,34%), mas menor do que a registrada em igual período de 2012 (7,74%). A partir desse dado, o SPC Brasil e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) estimam que, ao fim de fevereiro deste ano, havia no Brasil 52 milhões de consumidores que deixaram de pagar pelo menos uma dívida nos últimos cinco anos.


Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, após a inadimplência ter fechado o ano de 2013 em trajetória de desaceleração – principalmente por conta da menor disponibilidade de crédito ao consumidor – o indicador tem apresentado comportamento de alta neste início de ano.


Para a economista, o resultado era aguardado e reflete as compras não planejadas e contraídas em forma de parcelas no Natal do ano passado, assim como nas liquidações de janeiro — tradicional período de reaquecimento do comércio. Além disso, deve-se provavelmente ao comprometimento do orçamento familiar com pagamentos de despesas típicas de início de ano, como IPTU, IPVA e gastos escolares.


“Os dados confirmam as nossas expectativas de retomada do aumento da inadimplência. Os gastos de começo de ano pesaram no bolso do brasileiro, que passou a enfrentar mais dificuldades para cumprir seus compromissos financeiros, incluindo contas básicas, como água e luz”, explica a economista.


Já na comparação com o mês imediatamente anterior (janeiro de 2014), o número de consumidores inadimplentescresceu +1,95%, o crescimento mais elevado desde fevereiro de 2010, início da série histórica.


Número de dívidas atrasadas
O número de dívidas em atraso registradas na base de dados do SPC Brasil cresceu +3,02% em fevereiro de 2014 na comparação com igual período do ano passado. O crescimento foi menor que o observado em janeiro de 2014 frente ao mesmo mês de 2013 (3,15%), mas mesmo assim foi a terceira maior taxa registrada nos últimos 12 meses.

Já na variação mensal — fevereiro de 2014 sobre janeiro último — o número de dívidas em atraso avançou 0,80%. O crescimento verificado foi o menor dos últimos três anos.


Número médio de dívidas
De acordo com o indicador SPC Brasil, no mês de fevereiro de 2014, cada consumidor inadimplente tinha em média 2,044 dívidas em atraso. O resultado é um pouco menor do que o verificado em janeiro de 2014 (2,067 dívidas atrasadas por pessoa física) e também o menor resultado registrado desde o início da série histórica, em janeiro de 2010.


Apesar do menor número médio de dívidas por consumidor inadimplente, a economista Luiza Rodrigues explica que o resultado não reflete somente a quitação de dívidas, mas também o aperto na concessão de crédito.


“O que ocorre é que o número de pessoas inadimplentes está crescendo em um ritmo maior do que o número de novas dívidas. É provável que o aumento das inclusões de CPFs nas bases restritivas do SPC Brasil e a ampliação das consultas a essas bases tenham levado, principalmente nos últimos seis meses, à menor concessão de crédito a pessoas que já tinham restrição. Esse processo diminui o número médio de dívidas por pessoa inadimplente”, explica a economista.



Vendas a prazo
As consultas ao banco de dados do SPC Brasil, que refletem o nível de atividade no varejo para as compras parceladas, apresentou avanço de 0,69% em fevereiro de 2014 na comparação com igual período de 2013.


Essa variação, ainda que positiva, representou uma forte desaceleração do indicador, que havia registrado um aumento de 11,23% em fevereiro de 2013. O avanço de fevereiro, na base anual de comparação, foi o resultado mais fraco observado nos últimos seis meses e o mais baixo para os meses de fevereiro em toda série histórica, iniciada em 2012.


Na avaliação de Luiza Rodrigues, o resultado reforça o cenário de desaceleração da atividade econômica observada ao longo de 2013 e neste início de ano, período marcado por alta dos juros, queda da confiança do consumidor, crescimento moderado do crédito e desaceleração da massa salarial.


Nesse sentido, o SPC Brasil e a CNDL entendem que os lojistas e os bancos estão mais criteriosos para conceder crédito. “Estamos observando uma tendência de maior rigor no processo de concessão de crédito. O momento é menos favorável ao consumo das famílias, uma vez que o custo para o consumidor comprar a prazo aumentou”, explica Luiza Rodrigues.


No acumulado do bimestre, frente ao mesmo período de 2013, as vendas a prazo registraram um avanço de 2,83%.


Na comparação com janeiro de 2014, as vendas apresentaram queda de 0,27%. O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior, explica que o resultado negativo na base de comparação mensal é típico do período, até porque o consumidor está com renda mais comprometida nesta época.


Apesar da sazonalidade desfavorável, a queda das consultas em fevereiro de 2014 frente a janeiro de 2014 foi menos acentuada do que a verificada no mesmo período do ano passado (-4,07%), devido ao feriado de carnaval.


“Se neste ano o Carnaval tivesse coincidido com fevereiro, como aconteceu nos anos anteriores, a queda no volume de vendas a prazo poderia ter sido ainda maior”, explica Pellizzaro Junior.



Metodologia
Lançado na semana de comemoração ao Dia do Consumidor (15/3), o novo indicador SPC Brasil e CNDL de inadimplência do consumidor tem abrangência nacional e passa a calcular tanto o número de brasileiros inadimplentes quanto o de dívidas atrasadas.


O indicador de consultas é divulgado pelo SPC Brasil e pela CNDL desde janeiro de 2012 e reflete as consultas de CPFs nas bases de dados do SPC.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Brasileiro economiza pouco e quando economiza é para gastar ainda mais, diz pesquisa SPC Brasil

Brasileiro economiza pouco e quando economiza é para gastar ainda mais, diz pesquisa SPC Brasil
Estudo mostra que  54% dos  entrevistados chega ao final do  mês sem  economizar qualquer quantia.Além disso, quando o assunto é investimento, o brasileiro ainda tem perfil conservador 

Uma pesquisa nacional encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o consumidor brasileiro não tem o hábito de poupar dinheiro e, quando poupa, é para consumir ainda mais e não para formar um fundo de reserva. Além disso, o estudo revela que, entre aqueles que têm o hábito de guardar dinheiro, a maioria tem perfil conservador e prefere investimentos mais seguros, que não ofereçam muitos riscos, como a caderneta de poupança.


Os pesquisadores perguntaram a um grupo de consumidores quantos deles conseguiram poupar alguma quantia no mês anterior. A maioria dos entrevistados (54%) afirmou que não conseguiu guardar qualquer quantia, 42% disseram que conseguiram juntar alguma coisa e 3% não souberam responder. Para a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, o brasileiro é historicamente conhecido por poupar pouco. “Os motivos que fazem com que o brasileiro tenha uma das menores taxas de poupança do mundo são culturais. Na China, por exemplo, a taxa de poupança é mais que o dobro da [taxa] brasileira. O chinês poupa 30% do seu salário”, afirma Luiza.


E o que fariam os entrevistados da pesquisa se recebessem inesperadamente cinco vezes o valor do próprio salário? Nesta situação hipotética, a maior parte dos consumidores (68%) disse que gastaria o valor reformando a casa, comprando um carro ou fazendo uma viagem, por exemplo. As possibilidades de respostas eram múltiplas, mas só 49% disseram que aplicariam o dinheiro, 45% disseram que quitariam dívidas, 22% investiriam em algum empreendimento e 9% ajudariam parentes e amigos.


Na avaliação de Luiza Rodrigues, este tipo de comportamento pode ser parcialmente explicado pelas seguranças assistencial, trabalhista e previdenciária que o Brasil oferece à população. “Esses recursos contribuem para que o brasileiro se sinta mais seguro e se preocupe menos em economizar para uma emergência”, explica. Ela dá o exemplo de que no Brasil, até quem não contribui com a previdência social pode receber aposentadoria na velhice, mesmo que com um valor baixo. “Já isso não ocorre nos Estados Unidos, por exemplo. Lá é preciso contribuir para receber. Dessa forma, formar uma reserva para emergências e ter um futuro seguro é mais importante do que é no Brasil”, afirma.


Investimentos


Já na hora de fazer investimentos, a maioria dos consumidores tende a apresentar perfis conservadores. De acordo com o estudo do SPC Brasil, a maioria dos brasileiros (66%) não quer correr riscos e procura investimentos seguros como a caderneta de poupança. Um percentual bem menor, de 16%, disse que aceitaria correr algum tipo de risco e somente 3% disseram estar dispostos a fazer um investimento mais arriscado. “Outros estudos comprovam que este comportamento se repete no mundo inteiro, dando a entender que a maioria dos seres humanos realmente prefere situações menos vantajosas, porém mais seguras”, diz Luiza.


Metolodogia
A pesquisa sobre Educação Financeira no Brasil entrevistou 656 consumidores de todas as classes econômicas, das 27 capitais brasileiras. Foram consideradas apenas as pessoas com mais de 18 anos e que possuem renda própria (excluindo analfabetos). A margem de erro do estudo é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.


Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 9536 9800 | (61) 3049-9550

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-4161-6181 | (11) 9-7142-0742

SPC Brasil divulga comportamento da inadimplência em janeiro por gênero, idade e valor da dívida

Detalhamento mostra  como  a  inadimplência no comércio brasileiro ficou distribuída em janeiro. Dados levam em conta mais de 150 milhões de CPFs


Um detalhamento do indicador mensal de inadimplência calculado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) mostra que a distribuição das dívidas em atraso por faixas de valores sofreu uma ligeira alteração na comparação com os meses anteriores. A maior parte das dívidas registradas nos bancos de dados do SPC Brasil continua concentrada nas faixas de valores de até R$ 2.500. No entanto, a participação dessas faixas caiu de 81,0% em dezembro de 2013 para 80,3% em janeiro de 2014.

Em contrapartida, houve uma pequena elevação na concentração de registros de maior valor. A participação das faixas com dívidas acima de R$ 7.500 aumentou de 8,39% em dezembro para 8,65% em janeiro de 2014. A concentração dessa faixa de dívida tem apresentado aumento desde outubro de 2013.



 

Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, o menor crescimento da massa salarial apresentada nos últimos meses pode dificultar a capacidade de pagamento de pessoas com renda mais baixa, que geralmente têm dívidas de menor valor - o que consequentemente pode gerar um aumento da participação de dívidas abaixo de R$ 2.500.

Faixa etária e gênero dos inadimplentes

A parcela dos cadastros negativos concentrados na faixa da população entre 25 e 49 anos - a qual corresponde a mais da metade da população de adulta, de acordo com o IBGE – apresentou aumento, passando de 62,6% em dezembro de 2013 para 63,2% no primeiro mês de 2014.






 


Já em relação ao gênero dos inadimplentes, assim como ocorreu nos meses anteriores, as mulheres continuam representando a maior parte dos negativados na base do SPC Brasil. No entanto, o percentual de mulheres com dívidas atrasadas apresentou uma ligeira queda na passagem de dezembro/13 para janeiro/14, de 55,53% para 55,30%.


Metodologia


O indicador de inadimplência ampliado do SPC Brasil detalha como se comporta o número de calotes no comércio brasileiro, segundo os critérios de gênero, idade e valor das dívidas em atraso há mais de 90 dias. 



No mês de janeiro, a inadimplência apresentou alta de  7,84%  na comparação com o mesmo mês de 2013, interrompendo a tendência de desacelerações que vinha apresentando desde abril do ano passado. Apesar da alta, o índice é o menor para janeiro dos últimos três anos.

Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 9536 9800 | (61) 3049-9550

Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-4161-6181

Fonte: SPC Brasil

quarta-feira, 12 de março de 2014

SPC amplia infraestrutura de TI, garantindo disponibilidade nas consultas ao seu banco de dados

O objetivo é manter uma estrutura que fornece dados de 150 milhões de pessoas físicas e 35 milhões de empresas, consultados por mais 600 mil clientes

O SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), sistema de informações da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), conta com um dos maiores bancos de informações de crédito sobre pessoas físicas e jurídicas do Brasil. Ao todo, são disponibilizados dados de 150 milhões de pessoas físicas e 35 milhões de empresas para mais de 600 mil clientes na ponta, que vão desde pequenos lojistas até grandes companhias.

A empresa, que atualmente apresenta crescimento médio de 20% ao ano, começou a repensar sua plataforma no ano 2000, orientando a inovação para garantir usabilidade ao usuário e disponibilidade integral. Diversos investimentos foram realizados com objetivo de alcançar maior desempenho, escalabilidade, espaço e reduzir o consumo de energia.

No último ano, em virtude ao crescimento no volume de negócio (equivalente ao dobro do registrado em 2012), a organização enxergou a necessidade de ampliar a infraestrutura de TI com o desafio de manter a operação funcionando 24 horas durante os sete dias da semana, permitindo a realização de 500 mil consultas diariamente, explica o superintendente de TI do SPC Brasil, Ricardo Pereira de Almeida. A empresa possui um banco com 7 terabytes de dados, aproximadamente, e chega a abrigar tabelas que ultrapassam um bilhão de informações.

Assim, foram implantados um segundo servidor de banco de dados Exadata, desta vez na versão X3-2, da Oracle, e uma plataforma Exalogic para rodar as aplicações Java nos dois servidores. A aquisição do segundo Exadata foi decidida com base nos resultados obtidos após a compra do modelo X2-2, para o site principal do SPC Brasil, no final de 2012, equipamento responsável por armazenar e processar os sistemas principais de consulta de crédito do SPC.

Segundo avaliação do gestor de TI do SPC, a solução permitiu ganho de performance de até 20 vezes em algumas aplicações. "Decidimos instalar um novo Exadata no site de São Paulo e passar o servidor adquirido no ano passado para contingência da produção em nosso site de Cotia. Dessa forma, o SPC consegue garantir a mesma capacidade e disponibilidade de informações, sem qualquer risco de continuidade ao negócio dos clientes", pontua Ricardo Pereira de Almeida.

Para realizar a ampliação, a organização contratou novamente a Service IT Solutions, especializada em consultoria e prestação de serviços para realizar a configuração, que também conduziu a implantação do primeiro servidor. O projeto teve início em outubro do ano passado, e incluiu a instalação do novo Exadata X3-2, substituindo a versão antiga X2-2, e a migração de equipamento e sincronização dos servidores do site principal, em São Paulo, e o de contingência, em Cotia.

Dentre os resultados proporcionados, a nova infraestrutura permitiu uma redução na realização dos backups de 6h30 para 2h30, diminuiu o tempo de recarga do CCF de 45 minutos para 9 minutos e, ainda, agilizou a carga de contra ordem do Banco Central de 22 minutos para apenas quatro minutos. Além disso, também levou ao ganho no processamento do arquivo de clientes, que antes era de 22 mil linhas/hora e passou para 74 mil linhas/hora.

O superintendente de TI do SPC conta que, em 2008, ainda com a infraestrutura antiga, teve um problema com parada de banco e, na ocasião, cada fornecedor acusou que o problema as outros fornecedores. Pelo fato de concentrar as aplicações no mesmo provedor, o gestor ressalta que hoje esse problema não acontece mais.

"Atualmente utilizamos java, todos frameworks e o servidor de aplicação são open source. Na verdade, não buscamos um só fornecedor e, sim, olhamos para o mercado e fazemos a escolha baseada em pesquisa e ganho de performance. Ainda não vimos nenhuma appliance para banco de dados, nem appliance para Java iguais ao que temos hoje", pontua.

De acordo com Ricardo Pereira de Almeida, antes implantação das soluções, o SPC não havia registrado 100% de disponibilidade por mais de 2 meses em nenhum ano. "Estamos no quinto ou sexto mês com 100%, ou seja, nenhum segundo sem indisponibilidade. Além de garantir que nosso cliente está sendo atendido com qualidade, esse desempenho também melhora o clima interno, já que a TI consegue garantir todas as exigências do negócio”, conclui.


Fonte: Information week online / Foto: CNDL