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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Pesquisa aponta diferenças de até 144% nos preços dos alimentos da Cesta de Natal


Do JC Online

Os itens da ceia de Natal apresentam uma grande diferença de preços nos estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife / Foto: larissa Alves/Acervo JC Imagem

Os itens da ceia de Natal apresentam uma grande diferença de preços nos estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife

Foto: larissa Alves/Acervo JC Imagem

Depois da notícia de que a ceia de Natal vai estar, em média, 18,6% mais cara este ano, o consumidor terá que se preparar para fazer uma boa pesquisa de mercado antes de comprar os alimentos. Uma pesquisa do Procon-PE revelou que, em alguns itens, a diferença chega a 144% nos diferentes estabelecimentos comerciais.

O órgão de defesa ao consumidor realizou, entre os dias 3 e 10 e de dezembro, uma pesquisa de preços dos principais produtos da Cesta de Natal, visitando 15 estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife. Entre os alimentos estão queijos, vinhos, espumantes, panetones, carnes, aves, biscoitos, frutas secas e em calda.

As nozes apresentaram maior discrepância, sendo o menor preço para 100 gramas R$ 2,95 e o maior R$ 7,20, resultando em uma diferença de 144%. Já o concorrido bacalhau apresentou uma diferença de 90,24% no preço: ele custa entre R$ 28,90 e R$ 54,98. O espumante, cujo preço vai de R$ 16,90 a R$ 29,90, teve uma diferença de 76,92%.

Para o Procon, o consumidor tem que avaliar  a relação preço x qualidade, ficando atento às informações contidas nos rótulos, como peso, data de fabricação, prazo de validade e condições de conservação. No caso dos produtos importados, as informações do rótulo devem estar traduzidas para a língua portuguesa.

PRECAUÇÃO - Além do cuidado na hora de escolher os itens da ceia de Natal, é preciso ter cautela na compra dos presentes. O Procon recomenda que os consumidores optem pelas lojas que estipulam prazo de troca de toda e qualquer mercadoria adquirida. Antes de comprar peças de vestuário, conferir sempre a possibilidade de troca.

Ao adquirir eletroeletrônicos, o vendedor deve fazer uma demonstração do funcionamento do produto. E no caso de compra de um aparelho celular, deve ser muito bem avaliado não só o preço do produto, como dos serviços oferecidos (habilitação, tarifas, pacotes, promoções).

Em relação aos prodotos com defeito, o consumidor tem prazo de 30 dias para reclamar de vícios aparentes ou de fácil constatação em produtos ou serviços não duráveis (alimentos ou artigos de perfumaria, por exemplo). Já para os duráveis (roupas, eletrodomésticos, móveis etc.) o prazo é de 90 dias, ressalvando a garantia contratual.

Veja como sair da malha fina neste fim de ano

Do JC Online

A Receita Federal do Brasil (RFB) liberou na última segunda-feira, dia 10, a consulta ao sétimo e último lote de restituições do Imposto de Renda (IR). No pacote derradeiro neste ano, estão 4.819 pernambucanos que vão receber de volta, na próxima segunda-feira, dia 17, R$ 13,17 milhões. Na conta não estão apenas as restituições das declarações elaboradas em 2012 (maioria, com 4.464 casos). Há valores referentes aos anos de 2011, 2010, 2009 e 2008. Se essa parcela de contribuintes vai terminar o ano com um reforço no bolso, outros 27.439 ganharam uma dor de cabeça. São os pernambucanos que caíram na temida malha fina e precisam acertar, mais uma vez, suas contas com o leão do Fisco.
Há três grupos de contribuintes em malha: os que erraram dados cadastrais, como endereço, por exemplo; os que têm débito em anos anteriores e, por isso, estão com a restituição de 2012 travada; e os que, em suas declarações, omitiram informações ou digitaram números com erros - um zero a mais ou a menos é o suficiente para trazer esse problema.
Para sair da malha, o primeiro passo necessário é acessar o site da RFB (www.receita.fazenda.gov.br). O portal ganhou um no leiaute, a fim de deixar o acesso mais fácil para os usuários. Lá, deve-se criar um código de acesso (vá direto para página aqui). Para isso, é preciso ter em mãos os números dos recibos das declarações de 2012 e 2011. Criado o código, o contribuinte deve procurar a Central Virtual de Atendimento (e-CAC) - confira clicando aqui. Lá, é possível corrigir online os erros, se esses forem pequenos deslizes cadastrais.
Em outros casos, como omissão de uma fonte pagadora, por exemplo, a saída é baixar o programa de elaboração de declarações e enviar a uma retificadora, acrescentando as informações omitidas. “Entretanto, se for uma despesa com saúde muito elevada, que chamou a atenção, essa questão só pode ser resolvida presencialmente. Para tanto, caso não tenha sido notificado, o contribuinte se antecipa e agenda uma visita à RFB a partir de janeiro de 2013 para apresentar a nota fiscal da despesa”, acrescentou o delegado-adjunto da RFB no Recife, Paulo Lira. As estatísticas do Fisco são de que mais de 50% dos casos de malha fina são resolvidos sem a necessidade da visita presencial à RFB. Em todo País, 120.524 contribuintes serão contemplados com R$ 362,36 milhões no sétimo lote de restituições.

Estudo revela como consumidores adimplentes e inadimplentes se planejam na hora de pagar as contas


Consumidores adimplentes priorizam o pagamento de suas contas pela data de vencimento da fatura, enquanto os inadimplentes optam por pagar primeiro as contas de maior necessidade como água, luz e telefone. Esta é uma das principais conclusões de um desmembramento de pesquisa encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para traçar o perfil de consumidores com e sem dívidas no país.

O estudo revela que os entrevistados que estavam com nome sujo responderam em 70% dos casos que as contas atrasadas não são as de pagamentos periódicos, imprescindíveis ao funcionamento da casa. Para a economista Ana Paula Bastos, do SPC Brasil, o fato de os consumidores adimplentes priorizarem o pagamento de boletos de acordo com a data de vencimento indica que eles possuem uma maior organização e planejamento financeiro para evitar atrasos. “Ao passo que os inadimplentes priorizam as contas básicas da casa, porque sabem que o não pagamento implica no corte de serviços fundamentais”, explica.

Contas periódicas em atraso (inadimplentes)

Faz controle de receitas e despesas?
Embora 20% dos consumidores inadimplentes citem o desemprego como uma das principais causas do atraso nas contas (o índice de desemprego em outubro ficou em 5,3%, o menor para o mês em dez anos, segundo o IBGE), é o impulso e a falta de controle financeiro (citado em 32% dos casos) que impossibilitam o pagamento das contas.

Independentemente da classe social ou do sexo dos inadimplentes, bens não duráveis são os principais causadores deste endividamento: roupas e calçados (62%) são os itens mais citados como responsáveis pelo atraso de contas. Eletrodomésticos (29%) e móveis (14%) também possuem um papel considerável para o endividamento dos inadimplentes.

Olhando para o futuro

Apesar da situação financeira em que se encontram, esses consumidores com contas em atraso pretendem aumentar o consumo de bens e serviços nos próximos meses. Segundo o levantamento do SPC Brasil, 55% dos inadimplentes afirmam que pretendem comprar vestuários e calçados nos próximos seis meses e outros 22% pretendem fazer compras parceladas no cartão de crédito. “É uma decisão que pode ter um duplo efeito perverso. Ao invés de utilizar a renda para quitar endividamentos assumidos no passado, eles preferem assumir novos compromissos, que comprometem ainda mais a renda ao longo prazo”, alerta a economista Ana Paula Bastos.

Perfil dos consumidores
As mulheres são maioria entre os consumidores adimplentes. 63% contra 37% dos homens. Para Ana Paula, uma das razões desse fenômeno é que persiste no Brasil uma diferença salarial entre os sexos. “Ainda há um processo de inserção da mulher brasileira no mercado de trabalho e como, em média, recebem menos do que os homens, quando consomem, elas assumem gastos menores e mais fáceis de serem cumpridos”, diz a economista. 


Até mesmo entre as mulheres inadimplentes, o tamanho da dívida revela ser menor. Na parcela feminina, a soma das contas atrasadas está na maior parte entre R$ 1.000 e R$ 1.999, enquanto os homens inadimplentes afirmam, na maioria das vezes, terem dívidas na faixa que vai de R$ 2.000 a R$ 3.999.

Renegociação das contas na ponta do lápis: 
Embora haja expectativa de que uma parcela relevante dos consumidores inadimplentes assuma mais compromissos de longo prazo, 62% dos inadimplentes pretendem quitar suas dívidas e, para isso, revelam na maior parte dos casos (40%) que a principal maneira será cortar despesas relacionadas ao lazer e gastos considerados supérfluos.

Oito em cada dez entrevistados com contas atrasadas e que demonstram disposição para pagarem suas dívidas preferem renegociar diretamente com o credor.  “É a melhor maneira”, garante Ana Paula. “porque diante de um cenário negativo, a iniciativa de negociar dá esperanças ao empresário de pelo menos receber uma parte da dívida atrasada ao mesmo tempo em que cria facilidades para o consumidor, que dependendo da disposição, consegue barganhar descontos e prestações adequadas ao próprio bolso”.

Metodologia da pesquisa:
A pesquisa amostral da SPC Brasil entrevistou 668 consumidores adimplentes e 609 inadimplentes em todas as capitais do Brasil, em outubro de 2012. A pesquisa tem margem de erro de 4% a um intervalo de confiança de 95% e a pesquisa dos adimplentes tem margem de erro de 3,8% a um intervalo de confiança de 95%.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Nota fiscal com tributo à parte


RAFAELA TABOSA/ON/D.A PRESS

Lojistas terão de adequar as notas fiscais às exigências de discriminar os tributos
Oconsumidor que desconhece o quanto paga de impostos nas compras feitas no comércio poderá, enfim, solucionar essa dúvida. Entra em vigor a partir de junho de 2013 uma lei sancionada ontem pela presidente Dilma Rousseff que determina a discriminação em nota fiscal de oito dos mais importantes tributos que incidem sobre os preços de produtos e serviços comercializados no país. Ficam de fora da lista tributos que incidem sobre o resultado da operação, como o Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Eles fazem parte dos cinco vetos presidenciais publicados ontem no Diário Oficial. Como justificativa, o Planalto esclarece que "apuração dos tributos que incidem indiretamente na formação do preço é de difícil implementação e a sanção desses dispositivos induziria a apresentação de valores muito discrepantes daqueles efetivamente recolhidos, em afronta à própria finalidade de trazer informação adequada ao consumidor final". Em outras palavras, quer dizer que a inclusão de tributos que incidem, por exemplo, sobre o faturamento das empresas poderia não representar a realidade do que elas efetivamente pagaram após terem vendido o produto ao consumidor.
Comércio reclama

Com isso, o governo reduz parte dos problemas na implementação da lei. Representando comércios de micro e pequeno porte, que terão muita dificuldade em se adaptar à nova exigência, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) disse, por meio de nota, que os vetos reduziram em parte a dificuldade de execução da Lei, "mas o pequeno comerciante ainda terá um custo adicional para informatizar e adequar a própria estrutura em um espaço de tempo muito curto".

Como solução, o presidente da instituição, Roque Pellizzaro Junior, pede prazo maior para que os pequenos comércios cumpram à risca o que determina a lei. "Os pequenos e médios comerciantes deveriam ter um prazo diferenciado, como já ocorre tradicionalmente na legislação brasileira, que primeiro implanta modificações nas empresas maiores e só depois nas menores", defende.

Uma das características da lei é permitir que o consumidor tenha mais informação sobre o real peso do Estado sobre a economia, um debate que vem sendo alimentado nos últimos meses e que se intensificou com a proposta do governo de eliminar a chamada guerra fiscal entre os estados. Há um esforço dentro da equipe econômica em mostrar que boa parte dos impostos recolhidos do cidadão são prontamente devolvidos à sociedade. A recente mudança no cálculo da carga bruta, vai na mesma direção de reforçar essa análise de que o Estado é menos pesado do que aparenta.

Fonte: Diario de Pernambuco


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Crédito fácil e juros baixos fazem vendas e inadimplência crescerem em novembro, aponta SPC Brasil

Para economistas, consumidor deve usar o 13º salário para quitar as dívidas, o que deve diminuir as previsões de crescimento das vendas para final de ano

O atual cenário econômico favorável ao consumo, aliado à falta de planejamento, contribuíram para o leve crescimento do endividamento do consumidor, que em novembro fechou em alta de 0,58% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com o índice SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). As vendas do comércio varejista também registraram crescimento de 5,63% frente a novembro de 2011, elevadas principalmente pelos bons níveis de emprego e de renda vivenciados pela economia brasileira.

Dados divulgados pelo Banco Central apontam que os empréstimos às pessoas físicas em outubro alcançaram R$ 563,4 milhões, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. “Com crédito fácil e taxa básica de juros operando no mínimo recorde de 7,25% ao ano, temos um ambiente mais que propício para as compras a prazo. No entanto, o consumo exagerado, combinado com a falta de planejamento têm levado as famílias a se endividar”, explica a economista do SPC Brasil Ana Paula Barros.

Já na comparação com outubro de 2011, o índice de endividamento apresentou retração de 0,51%. O resultado reflete a preocupação do consumidor em quitar dívidas, sobretudo após o recebimento da primeira parcela do 13º salário. “Neste momento o brasileiro quer limpar o nome e honrar os compromissos assumidos. Não é à toa que apostamos em um crescimento modesto de 4% nas vendas de Natal e em um tíquete médio de R$ 83, quando tivemos um de R$ 100 no ano passado”, analisa Roque Pellizzaro Junior, presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

Vendas

A facilidade de acesso ao crédito e as baixas taxas de juros ajudaram a alavancar as vendas em relação a novembro de 2011, que subiram 5,63%. O cenário fica ainda mais favorável ao consumo, quando a taxa de desemprego de 5,3%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é a menor já registrada nos últimos dez anos e o índices de renda do trabalhador conseguem se manter altos e estáveis.

Ao contrário do que ocorreu na comparação anual, as vendas apresentaram queda de 5,31% em relação a outubro de 2012. A explicação vem dos bons resultados obtidos com as vendas do Dia das Crianças. “É natural que tenhamos uma queda no índice de vendas após uma grande festa do comércio. Além disso, tivemos dois feriados prolongados em novembro, o que diminui o movimento do comércio”, explica a economista.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

Lei que obriga detalhamento de impostos em nota fiscal é sancionada


No entanto, a regra só entrará em vigor em junho de 2013 

Foi publicada na edição desta segunda-feira (10) do Diário Oficial da União a Lei 12.741/12. A norma obriga que as notas fiscais informem o valor dos impostos embutidos no preço de produtos ou serviços adquiridos pelo consumidor.

Diferentemente do texto aprovado pelo Congresso Nacional, a lei sancionada estabelece que deverão ser identificados sete e não nove tributos: IOF, IPI, PIS/Pasep, Cofins, Cide, ICMS e ISS.

Informações referentes ao Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido foram vetadas pela presidenta, Dilma Rousseff.

Outro veto diz respeito à parte do texto que determinava a identificação do tributo mesmo que estivesse sendo questionado na Justiça ou em processo administrativo.

No caso dos serviços financeiros, as informações sobre os tributos deverão ser colocadas em tabelas fixadas nos pontos de atendimento, como agências bancárias.

O IOF deverá ser discriminado somente para os produtos financeiros, assim como o PIS e a Cofins, somente para a venda direta ao consumidor.

A lei também estabelece que a nota fiscal deverá trazer o valor da contribuição previdenciária dos empregados e dos empregadores sempre que o pagamento de pessoal constituir item de custo direto do serviço ou produto fornecido ao consumidor.

Sempre que os produtos forem fabricados com matéria-prima importada que represente mais de 20% do preço de venda, os valores referentes ao Imposto de Importação, ao PIS/Pasep e à Cofins incidentes sobre essa matéria-prima também deverão ser detalhados.

Para que os estabelecimentos comerciais tenham tempo para se adaptar às novas regras, a lei só entra em vigor em junho de 2013.

A partir daí, quem descumprir a lei pode ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que prevê sanções como multa, suspensão da atividade e cassação da licença de funcionamento.

A lei é fruto de uma iniciativa popular que reuniu aproximadamente 1,56 milhão de assinaturas coletadas pela campanha nacional De Olho no Imposto, da Associação Comercial de São Paulo.


Fonte: R7.com

www.cdlsurubim.com.br

sábado, 8 de dezembro de 2012

Pernambuco leva mais de 190 pessoas para a Convenção Nacional e Diretores da CDL Surubim entre os presentes


Não poderia ser diferente. A 53ª edição da Convenção Nacional do Comércio Lojista foi além das expectativas. Com um corpo de palestrantes que surpreendeu a muitos e sediado na maravilhosa “Cidade do Sol”, Natal, o evento consagrou o bom ano do movimento lojista. Mais de 4.000 pessoas se reuniram no centro de convenções da cidade para se atualizarem do que há de novo na área e buscarem mais informações do que tem sido empreendido no país e no mundo. Comércio eletrônico, inovação, investimentos, foram algumas das palavras-chave das palestras, que contaram com a presença de figuras ilustres, como a do ex-treinador da seleção brasileira de futebol, Luiz Felipe Scolari, que contou sua história de superação e sucesso.
Esse ano a delegação de Pernambuco superou o número do ano passado, levando mais de 190 convencionais, vindos de diversas cidades do estado. O ponto alto dessa participação, foi o jantar da delegação pernambucana, que contou ainda com a presença do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro, e sua esposa, e dos presidentes da FCDL-RN, Marcelo Rosado, e da CDL Natal, Amauri Filho. O encontro foi no restaurante Maturi, banhado a uma boa comida, bate-papo, alegria e confraternização!
A Convenção Nacional em Natal chega ao fim com seu dever cumprido, o de unir ainda mais o movimento lojista do Brasil!
P.S
Entre os participantes da Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim esteve o seu Presidente
Carlos Eduardo Nóbrega de Albuquerque, seu Diretor Financeiro Ilário Pio e a Diretora de SPC
Ana Maria da Silva.
Fonte: FCDL PE (adaptado)